Blog das Essências
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A fé nossa de todo dia

Muitas são as religiões, mas me parece que a Fé é uma só, não importa onde, quando ou quem. Basta ver a quantidade de igrejas, templos evangélicos, centros de umbanda, candomblé, núcleos de oração, santinhas que passam semana a semana nas casas de pessoas comuns para reunir gente de fé, dispostas a rezar.

Cada qual certamente com suas próprias intenções, gratidão ou pedidos ainda não alcançados. Porém todos unidos pela fé em algum tipo de oração, cântico, terço rezado em voz alta, braços abertos ou outra expressão de fé.

Não é diferente em outras tantas partes do mundo, ou mesmo no mundo todo. Cada um com seu jeito próprio de se ligar ao “alto”, ao mais “alto”. A devoção no fundo é o que conta mais, a forma penso que pouco ou nada importa.

Em todo lugar podemos ver as manifestações da fé. Desde as mais simples até as mais / mais, as com ponderação e as sem sentido para alguns e com total sentido para tantos outros que foram “criados” dentro da mesma religião, da mesma seita ou fé.

Esta foto é do Mercado das Flores, em Bangkok / Tailândia, bem pequeno perto do CEAGESP que nas sextas-feiras quando é invadido de flores e plantas “mil”. O que chama atenção no Mercado das flores é que todo dia é dia de flor! E que flor será a do dia? Ah… isso cada qual escolhe. Porque em cada uma das barracas do mercado tem gente desde muito cedo recebendo as flores e preparando os enfeites com os quais se podem enfeitar os altares.

Cada um tem sua cor de preferência ou a cor que é própria daquela divindade em questão, mas com certeza tem pelo menos uma flor que agrada mais. É amarela, mas bem forte, diria que quase laranja e parece muito com o nosso crisântemo, e neste mesmo Mercado é preparado alguns tipos de cordões e colares para se colocar em algum lugar destes altares. Até aí muito normal, altar com flores nós também temos em qualquer uma das inúmeras igrejas e nas nossas catedrais católicas, nos congas dos santos também tem flores sempre.

O mais gostoso de ver são os pequenos altares que estão por toda parte na frente qualquer casa, hotel, restaurantes e muitas vezes nos cruzamentos das ruas. A fé se manifesta através não só das flores como também de pequenas oferendas deixadas nos altares. Às vezes são copos de suco ou refrigerante, pequenos pacotinhos que penso ser algum tipo de comida ou docinhos.

A forma com que os tailandeses se relacionam com os deuses é que é muito diferente e bacana conhecer e às vezes até se permitir participar, aceitando as pulseirinhas de barbante trançado que os monges que estão nos templos aos pés das grandes imagens de Buda amararam em nossos pulsos nos abençoando enquanto isso.

Não se pode dizer que esta ou aquela religião é melhor que a outra, todas estão escritas em papéis onde o primeiro dirigente escreveu os conceitos que pensou para a sua religião como sendo os melhores. Cada qual escreveu a sua. Aqui cabe pensar que como seres humanos, somos todos falíveis e nem tudo que pensamos e escrevemos como “regras” a serem seguidas pelos outros é bacana. Agora, a fé esta com certeza, vem de cada coração, da mesma forma como cada um fala com Deus ou se relaciona com Ele é particular, assim como a demonstração desta fé, ela é de cada um, de cada povo e cada terra. Talvez seja a fé que na verdade nos dá suporte, bem mais que as regras que escreverem em cada uma das religiões.

Em outro lugar, em outra viagem, vi muito no para-brisa dos táxis esta mesma expressão de fé, sempre um agrado aos deuses são minúsculos ramalhetes de flores, todos ‘costurados’ formando uma corrente, colocada com primor em algum lugar de destaque no capô do carro próximo do vidro. A devoção é a fé justas nas homenagens prestadas diariamente, com singeleza e simplicidade, para que o dia e seu trabalho sejam bons.

Aqui vejo esta demonstração nos lugares próprios para nossa fé ser demonstrada nos ‘velários’ das igrejas católicas ou nos cemitérios, todos com os sinais desta mesma expressão, só que através das velas que os fiéis acedem. Novamente digo cada qual com seus motivos, cada um com seu pedido em particular, não importa o que vale mesmo, é a fé depositada ali.

Publicado em Abertura Espiritual, alegria simples, amizade, aprendizado, artigos em geral, coisas da vida, Escolhas na vida, religião e religiosidade, serenidade, Simplicidade .
Cássia Marina Moreira

Sobre

Cássia Marina Moreira - psicóloga formada na Universidade São Marcos.Em 1997, iniciou o curso de especialização em Terapia Floral, na Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo. A monografia:- A Implementação da Criatividade no Cotidiano, com o auxílio das Essências Florais. Em 2000, na USP - concluiu a monografia: Essência Vibracional das Baleias em Abrolhos - experiência de utilização - Iniciando assim o Sistema das Essências Vibracionais D'Água. Em 1998, nos E.U.A, estudou os Florais da Califórnia com Richard Katz e Patrícia Kaminski. No Brasil, estudou:- Essências Marinhas e do Pacifico, com Sabina Pettitt; com Ian White - Essências florais da Austrália; com Steve Johnson:- Essências florais, ambientais e elixires de pedras e cristais do Alasca e com Breno Marques estudou os florais e fitoflorais de Minas. Em 2006 - lançou o 1º livro:- "Águas que transformam - conheça as essências vibracionais da natureza"- Ed.Ágora - Cursou Homeopatia para não Medicos que muito contribuiu para a coleta de várias outras Essências D'Água, 2010 Lançou o 2* Livro "Essências Vibracionais D'Água" e agora em 2019, a autora lança o 3* livro com mais histórias e as indicações de uso de outras essências d'água no livro "Mar de Noronha e outras Águas", ed. Scortecci, comemorando os 20 anos deste sistema de Essências Vibracionais.

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