Blog das Essências
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Casinhas nas ruas – parte #1

 São Paulo e suas pequenas casinhas!

Já faz um tempo que não andamos muito “soltinhos” por aí, sempre com muito cuidado por conta deste vírus, que se nos pega pode ser desastroso.

Mas… finalmente puder caminhar um pouco pela região onde moro, e me deparo com umas casinhas amarradas em postes, numa rua uma, outra rua outra.

Parei para fotografar esta segunda casinha. Um senhor que também caminhava, separa até que eu acbe de tirar as fotos, e claro começamos a conversar sobre o assunto.

Segundo este caminhante do bairro de Pinheiros, existe uma ONG que ajuda ou faz estas casinhas e doa para os moradores de rua. Tem corrente, cadeado e mais corrente para prendê-la aos postes. São de folhas de madeira finas mas muito bem feitas. Na foto da para ver. 

O dono e habitante não estava por lá, para me contar como é que isto funciona. Apenas sua moradia e o carrinho de seu trabalho na coleta de recicláveis, por onde quer que vá.

Uma forma criativa de ficar instalado pela grande cidade. Sem que frio da rua suba pela costa ao se deitar. Longe dos bichos das calçadas que devem perturbar muito que se encontra nesta situação. 

Agora que sei por onde estão estas pequenas moradas, vou tentar encontrar algum dono e propor uma conversa para saber mais e melhor deste arranjo.

Contudo nas praças da cidade existem barracas de camping com famílias inteiras convivendo por lá. Na região do Ceagesp e na Praça Apecatu é um bom exemplo disto, próximo da ponte das Bandeiras também se vê muitas barracas e acampamentos.  

Pelo tamanho que vemos na foto, quando muito deve dar apenas para um colchão se é que o tem ou se é apenas um monte de caixas de papelão forrando o chão da casa. Penso que não deve ter destas tamanho  – “família”, penso que apenas para uma pessoa ou casal.

Assim que fizer contato com algum dono de uma destas casinhas, escrevo mais detalhes sobre o assunto. Até lá prestem atenção pelas ruas de SP para encontrarem as outras tantas que podem estar acorrentadas em algum poste por aí.

A fé nossa de todo dia

Muitas são as religiões, mas me parece que a Fé é uma só, não importa onde, quando ou quem. Basta ver a quantidade de igrejas, templos evangélicos, centros de umbanda, candomblé, núcleos de oração, santinhas que passam semana a semana nas casas de pessoas comuns para reunir gente de fé, dispostas a rezar.

Cada qual certamente com suas próprias intenções, gratidão ou pedidos ainda não alcançados. Porém todos unidos pela fé em algum tipo de oração, cântico, terço rezado em voz alta, braços abertos ou outra expressão de fé.

Não é diferente em outras tantas partes do mundo, ou mesmo no mundo todo. Cada um com seu jeito próprio de se ligar ao “alto”, ao mais “alto”. A devoção no fundo é o que conta mais, a forma penso que pouco ou nada importa.

Em todo lugar podemos ver as manifestações da fé. Desde as mais simples até as mais / mais, as com ponderação e as sem sentido para alguns e com total sentido para tantos outros que foram “criados” dentro da mesma religião, da mesma seita ou fé.

Esta foto é do Mercado das Flores, em Bangkok / Tailândia, bem pequeno perto do CEAGESP que nas sextas-feiras quando é invadido de flores e plantas “mil”. O que chama atenção no Mercado das flores é que todo dia é dia de flor! E que flor será a do dia? Ah… isso cada qual escolhe. Porque em cada uma das barracas do mercado tem gente desde muito cedo recebendo as flores e preparando os enfeites com os quais se podem enfeitar os altares.

Cada um tem sua cor de preferência ou a cor que é própria daquela divindade em questão, mas com certeza tem pelo menos uma flor que agrada mais. É amarela, mas bem forte, diria que quase laranja e parece muito com o nosso crisântemo, e neste mesmo Mercado é preparado alguns tipos de cordões e colares para se colocar em algum lugar destes altares. Até aí muito normal, altar com flores nós também temos em qualquer uma das inúmeras igrejas e nas nossas catedrais católicas, nos congas dos santos também tem flores sempre.

O mais gostoso de ver são os pequenos altares que estão por toda parte na frente qualquer casa, hotel, restaurantes e muitas vezes nos cruzamentos das ruas. A fé se manifesta através não só das flores como também de pequenas oferendas deixadas nos altares. Às vezes são copos de suco ou refrigerante, pequenos pacotinhos que penso ser algum tipo de comida ou docinhos.

A forma com que os tailandeses se relacionam com os deuses é que é muito diferente e bacana conhecer e às vezes até se permitir participar, aceitando as pulseirinhas de barbante trançado que os monges que estão nos templos aos pés das grandes imagens de Buda amararam em nossos pulsos nos abençoando enquanto isso.

Não se pode dizer que esta ou aquela religião é melhor que a outra, todas estão escritas em papéis onde o primeiro dirigente escreveu os conceitos que pensou para a sua religião como sendo os melhores. Cada qual escreveu a sua. Aqui cabe pensar que como seres humanos, somos todos falíveis e nem tudo que pensamos e escrevemos como “regras” a serem seguidas pelos outros é bacana. Agora, a fé esta com certeza, vem de cada coração, da mesma forma como cada um fala com Deus ou se relaciona com Ele é particular, assim como a demonstração desta fé, ela é de cada um, de cada povo e cada terra. Talvez seja a fé que na verdade nos dá suporte, bem mais que as regras que escreverem em cada uma das religiões.

Em outro lugar, em outra viagem, vi muito no para-brisa dos táxis esta mesma expressão de fé, sempre um agrado aos deuses são minúsculos ramalhetes de flores, todos ‘costurados’ formando uma corrente, colocada com primor em algum lugar de destaque no capô do carro próximo do vidro. A devoção é a fé justas nas homenagens prestadas diariamente, com singeleza e simplicidade, para que o dia e seu trabalho sejam bons.

Aqui vejo esta demonstração nos lugares próprios para nossa fé ser demonstrada nos ‘velários’ das igrejas católicas ou nos cemitérios, todos com os sinais desta mesma expressão, só que através das velas que os fiéis acedem. Novamente digo cada qual com seus motivos, cada um com seu pedido em particular, não importa o que vale mesmo, é a fé depositada ali.

ver a cidade ou será VERACIDADE?

Daqui para frente melhor – REVER A CIDADE – segundo o Mauro Neri.

Se a gente puder ver tanto faz. Tudo que se pode ver na cidade é a própria cidade, que pulsa forte, que fala dela mesma em alto e em bom-tom, em bom som e claro, imagem também.

Conheci Mauro Neri, um simpático artista plástico a quem pedi para me contar sobre sua arte; que muito antes de ter as suas casinhas pintadas de amarelo e marrom em postes e muros, já andava pintando pelos quadros negros das escolas públicas da periferia da grande Sampa. Ensinado para as crianças e adolescentes toda arte para se expressarem através das artes, desenhadas, grafitadas, pintadas ou mesmo rabiscadas nos cadernos. A expressão do sentimento através da arte é o que conta em primeiro plano, me pareceu.

Este professor de fácil comunicação e sorriso largo depois de um tempo levou este mesmo potencial de expressar-se e facilitar aos demais a sua expressão pela arte para as ONG´s que o procuraram para ajudar em suas propostas.

E assim, de lugar em lugar de ajuda em ajuda, de ensinamento a ensinamento, Mauro Neri esta simpatia de professor de artes plásticas foi criando um vasto repertório de grafites e pinturas por toda a parte e podemos ver pela cidade, além de ter despertado tantos outros talentos artísticos por aí.

Foi esta a chamada que desde sempre me falava algo, me chamava a atenção, “Ver a Cidade” ou veracidade, e agora #reveracidade uma proposta que acaba fazendo um ponto de reflexão, para o momento em que se esta, em que se vive e onde nos encontramos, nesta nossa cidade.

Este é Mauro Neri o professor, o artista e o amigo das artes, das cores, por fim o amigo da cidade. Agora ainda mais com as bolsas e mochilas que a mãe de Mauro uma costureira de longa data resolveu desenvolver com o mesmo “logo” que o filho encontrou para ser reconhecido em todos os lugares. A Casinha em Amarelo e Marrom, isso dá para ver na foto que copiei do Instagram  do artista. Tem bolsas e mochilas em todos os tamanhos, mas as cores permanecem as mesmas, pois é parte da marca.

– “Ver a cidade” – Em exposição na Galeria MMarts – na Vila Madalena –

Esperança e Sonho

…”E o mar trará a cada um de nós esperança,  assim como o sono nos trará o sonho”…  – Cristóvão Colombo –

Não consegui encontrar onde esta frase foi realmente escrita ou dita por Cristóvão Colombo, nos lugares onde fui procurar não tive muita sorte, não teve jeito. Porém, isso pouco ou nada importa, o mais significativo aqui para mim é o que esta frase pode nos dizer em todos os momentos da nossa vidinha.

Será realmente que só o mar pode nos trazer esperança? Como trazia a cada navegador da época de Cristóvão Colombo, a cada partida das caravelas ao mar sem fim, a esperança se renovava com a mais remota possibilidade da descoberta de um novo caminho, de uma terra nova, um mundo novo.

Com este pensamento, me pergunto – será mesmo que só o sono poderá nos abrir as portas para que sonhos possam tornar-se uma realidade plausível no dia a dia? Ou será que sonhar é uma vantagem a ser trabalhada em nossas cabeças, para que a “fábrica de sonhos” nunca deixe de funcionar, jamais pare de ter ideias a alcançar, além disso, deixar metas por realizar não é uma boa pedida.

Sonhos e esperança andam juntos pela vida afora, seja dentro das caravelas de Colombo ou no embalo da própria cama na hora de dormir em casa; o que conta é não deixar desvanecer todas as possibilidades de realizar o que se quer. Não se esqueça disto.

É preciso não se acostumar com as coisas que o tempo tira de todos nós; por conta disso, é mais que prioritário ter a caixinha dos sonhos sempre à mão e em bom estado, aliás melhor ainda será em constante uso. O tempo não pode roubar a esperança de fazer a vida ter mais gosto, mais sentido, brilhar a cada novo dia. No mar, no ar através de um balão ou até mesmo numa lasquinha de algo que até, então, só pertencia a imaginação.

Cada um tem que alcançar seus próprios objetivos; como numa missão ele terá de que ser conquistado a cada passo, se é o que se quer, então é o que se deve fazer. Nesta caminhada podemos até não descobrir novos mundos como Colombo, porém, a vida tem mais sabor quando usamos a imaginação para realizarmos os sonhos que queremos transformar em sucesso na nossa realidade.

Desejo a todos nós que não nos falte nunca sonhos e esperança!

Mix Tubarão

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“Estou seguro e confiante nas minhas decisões e ações.”

Dados geográficos

ARQUIPÉLAGO FERNANDO DE NORONHA 

A essência

Esta Essência Vibracional D’Água, a Mix Tubarão, irá desfazer o estado de torpor no qual vivemos, esperando por algo que mude toda a vida, e trará a energia:- do eu sei o que preciso fazer para ser melhorpara fazer ainda mais. Ajudará na mudança da crença, de que depende do outro a vida se tornar diferente. Trará a determinação de que se queremos algo do mundo, teremos que ir lá buscar. Como os tubarões – nadar atrás!! Assertiva e determinadamente.

Para nós a vibração desta Essência D’Água, trará a ação para ir atrás dos alimentos que necessitarmos para o físico, mental ou mesmo para a alma.

A consciência de que é aqui o paraíso, e precisamos lutar por ele, querer ser feliz Essência Mix Tubarão irá nos capacitar para esta ação.