Blog das Essências
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Casinhas de rua – parte # 2

Coisas boas acontecem, mesmo na pandemia.

Fiz um caminho diferente para fotografar a outra casinha de rua, e quando chego lá o senhor Cleberson, estava com suas madeiras e tábuas, compensados e ferramentas. Usando tudo para refazer um estrado para uma cama de solteiro de uma moça que no final da nossa conversa chegou ali.

Perguntei se podia conversar comigo uns minutos que fossem sem atrapalhar seu trabalho, sobre a casinha dele, e claro a outra casinha. Quando perguntei se alguma ONG o tinha ajudado a fazer ele só riu e me falou:- eu que construo, fiz esta minha e a outra sob encomenda. Mas o cara vendeu para outro. 

Perguntei se podia fotografa-lo com a sua casa, ele logo sentou na porta de sorriu. E olhar dentro dela posso? É sua casa e eu quando escrevi sobre ela, fiz menção que caberia um colchão aí dentro; imediatamente me disse para entrar. Realmente cabe o colchão e um móvel ao lado. Muitas coisas por sinal. Rádio e ventilador estavam lá. Junto com coisas pessoais também. 

É a terceira casa que constrói a primeira queimou quando foi roubado. Perguntei se o amolam por morar ali. Se referiu ao prédio da frente que o perturbam um pouco. Medo tem de ser “machucado” por pessoas ruins – que o mundo esta cheio. 

Vícios? Álcool tentou parar e para por alguns dias, mas depois ele diz pensar – estou sozinho, moro sozinho, quer saber, vou beber. Morador das ruas desde pequeno, e aprendeu de tudo um pouco.  Um pouco de pedreiro e marceneiro e eletricista; por isso construo carrinhos para os outros e recolho muitas coisas que tem um bom uso para fazer várias outras coisas. Foi quando me mostrou a cama que esta consertando.

Quando a moça chegou para saber de alguma  “encomenda” me despedi e perguntei se podia escrever sobre nossa conversa e ajudá-lo com alguma coisa. 

Ferramentas, ele me disse, gosto de ferramentas. Do que precisa? Martelo? Não este eu já tenho. Ok, vou comprar algumas ferramentas e trago para você. Tá bom, mas não precisa. Faço questão, afinal, tomei seu tempo e estava trabalhando em suas coisas.

ver a cidade ou será VERACIDADE?

Daqui para frente melhor – REVER A CIDADE – segundo o Mauro Neri.

Se a gente puder ver tanto faz. Tudo que se pode ver na cidade é a própria cidade, que pulsa forte, que fala dela mesma em alto e em bom-tom, em bom som e claro, imagem também.

Conheci Mauro Neri, um simpático artista plástico a quem pedi para me contar sobre sua arte; que muito antes de ter as suas casinhas pintadas de amarelo e marrom em postes e muros, já andava pintando pelos quadros negros das escolas públicas da periferia da grande Sampa. Ensinado para as crianças e adolescentes toda arte para se expressarem através das artes, desenhadas, grafitadas, pintadas ou mesmo rabiscadas nos cadernos. A expressão do sentimento através da arte é o que conta em primeiro plano, me pareceu.

Este professor de fácil comunicação e sorriso largo depois de um tempo levou este mesmo potencial de expressar-se e facilitar aos demais a sua expressão pela arte para as ONG´s que o procuraram para ajudar em suas propostas.

E assim, de lugar em lugar de ajuda em ajuda, de ensinamento a ensinamento, Mauro Neri esta simpatia de professor de artes plásticas foi criando um vasto repertório de grafites e pinturas por toda a parte e podemos ver pela cidade, além de ter despertado tantos outros talentos artísticos por aí.

Foi esta a chamada que desde sempre me falava algo, me chamava a atenção, “Ver a Cidade” ou veracidade, e agora #reveracidade uma proposta que acaba fazendo um ponto de reflexão, para o momento em que se esta, em que se vive e onde nos encontramos, nesta nossa cidade.

Este é Mauro Neri o professor, o artista e o amigo das artes, das cores, por fim o amigo da cidade. Agora ainda mais com as bolsas e mochilas que a mãe de Mauro uma costureira de longa data resolveu desenvolver com o mesmo “logo” que o filho encontrou para ser reconhecido em todos os lugares. A Casinha em Amarelo e Marrom, isso dá para ver na foto que copiei do Instagram  do artista. Tem bolsas e mochilas em todos os tamanhos, mas as cores permanecem as mesmas, pois é parte da marca.

– “Ver a cidade” – Em exposição na Galeria MMarts – na Vila Madalena –

Mix Tubarão

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“Estou seguro e confiante nas minhas decisões e ações.”

Dados geográficos

ARQUIPÉLAGO FERNANDO DE NORONHA 

A essência

Esta Essência Vibracional D’Água, a Mix Tubarão, irá desfazer o estado de torpor no qual vivemos, esperando por algo que mude toda a vida, e trará a energia:- do eu sei o que preciso fazer para ser melhorpara fazer ainda mais. Ajudará na mudança da crença, de que depende do outro a vida se tornar diferente. Trará a determinação de que se queremos algo do mundo, teremos que ir lá buscar. Como os tubarões – nadar atrás!! Assertiva e determinadamente.

Para nós a vibração desta Essência D’Água, trará a ação para ir atrás dos alimentos que necessitarmos para o físico, mental ou mesmo para a alma.

A consciência de que é aqui o paraíso, e precisamos lutar por ele, querer ser feliz Essência Mix Tubarão irá nos capacitar para esta ação.