Blog das Essências
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O DILEMA DAS REDES

Este é o documentário do momento, esta fazendo sucesso pois alguns dos ex-funcionários das mais famosas e poderosas redes sociais resolveram contar como é feita a manipulação por trás destas firmas.

Somos suscetível a todo e qualquer tipo de atenção, afinal desde o nascimento até um bom tempo depois, precisamos das relações humanas para sobreviver. Ficamos muito tempo ‘na mira’ direta de quem nos dispensa muito tempo e atenção para que possamos ter conforto físico e emocional; seja pelo alimento, sono, asseio e boas doses de carinho e afeto. 

Na maioria das vezes é justamente através da atenção que nos dispensam que nos tornamos seres sociais, nos reunimos desde sempre em grupos para uma infinidade de situações. Isso desde que o mundo é mundo. 

Neste documentário estes ex-funcionários e mais alguns tantos professores de comunicação e informática nos contam que as redes sociais usam o mesmo procedimento. Afinal têm sistemas operacionais que “sabem”o que nos chama mais atenção e assim providenciam tais coisas.

Por exemplo, quem nunca passou por isso – se nos detemos pesquisando valores de uma torradeira, misteriosamente todas as lojas que vendem este tipo de torradeira começa a enviar vários modelitos e preços desta mesma torradeira.

Estas redes sabem de tudo, até mesmo o que não gostaríamos que ninguém soubesse. As explicações dadas por eles é simples o tempo de atenção que precisamos. 

Dá mesma forma quando damos um “like” em um determinado assunto, somos “fisgados” e passamos a recebem temas relacionados a ele.

Os atrativos que nos detém por mais tempo ligados na rede para eles é ‘dimdim’ no bolso, e nós ficamos cada vez mais presos, nestas redes de identificações.

É na verdade um mundo mágico que existe por trás destas redes sociais, que ao mesmo tempo nos dão muita atenção através dos “likes” que recebemos daqueles que fazem parte da minha, sua e nossa rede pessoal, ou através destes ‘posts’ que aparecem enquanto estamos navegando.

O incentivo para cada um é a atenção que nos dispensam, para eles da redes é o quanto somos capazes de adentrar neste emaranhado de grupos e assim nos perpetuamos plugados naquilo que eles indicam.

Ivan Petrovich Pavlov, nos demonstrou que através do reforço negativo ou positivo conseguimos aprender ou ensinar qualquer coisa a qualquer um.

Os ratinhos brancos de laboratórios “sabiam” que existia duas alavancas na gaiola em que eram colocados após x’s horas sem água e assim que entravam na caixa experimental rapidamente se dirigiam a alavanca certa. Afinal já haviam entendido que a outra estava seca.

É o mesmo princípio que é usado nas redes sociais, não duvide nem por um momento disso. Nos condicionam para clicar ‘like’ ou não a cada post que recebemos, sejam da nossa rede ou da rede dos  “amigos” que nem sempre conhecemos. 

Mas como sempre precisamos de ‘likes’ o tempo todo corremos atrás deles, quem não gosta de receber ‘likes’ quando posta alguma coisa em qualquer lugar da rede. Lembre-se de que quando era criança recebia ‘likes’ da mamãe também sempre fazia algo que estava de acordo com o ensinamento dado por ela. Na escola recebíamos ou recebemos ‘likes’ dos professores, na minha época tinha a estrelinha, tirar 10 era uma coisa, agora 10* era o máximo. 

Somos todos condicionados e queremos mais é receber “likes e mais likes” por todas as coisas que fazemos. Só que no momento as redes trouxeram algo extra e imediato que dá aquela levantada em nosso astral, logo nos submetemos. 

Não é crime querer atenção ou gostar de atenção e problema que estes ex-funcionários das redes sociais levantam é para que passemos a pensar a respeito deste assunto; assim como ter consciência de com nos conduzem estes poderosos instrumentos da internet. Mais nada! 

Se a Autoestima esta somente ligada aos “likes da rede”, isso é um sinal perigoso. Afinal para ter Autoestima equilibrada é preciso olhar para para dentro de nós e não para o que dizem as redes sócias sobre nós. 

Da mesma forma não podemos pensar que a “vida” que o cola nestas mesmas redes seja só sorrisos e comidinhas legais, brincadeiras e passeios em lugares de arrasar.  

Os bicos e os Adolescentes!

O que parece é que foram feitos um para o outro, sem tirar nem por. Em algum momento da adolescência, todos acabam por acreditar que a vida lhes deve alguma coisa. Que o mundo está devendo algo para eles, ainda mais que estão produzindo “agora” a obra da vida de sua vida, que será de alguma forma um avanço para a humanidade!

Ninguém é capaz de ver isso, e tudo e todos estão numa articulação maquiavélica, formando um grande complô para destruir seu poder criativo e assim como seu futuro é chamuscado; e teria tudo para ser simplesmente brilhante. Contudo, uma vez que todos teimam em puxar seu pequeno tapete, “jamais poderei sair disso”!

A veia dramática, sem dúvida, acompanha o biquinho! Faz parte, talvez… porque muitos deles são gerados por mães que não perdem por nada deste mundo um capitulo sequer das novelas de Janete Clair ou Glória Perez e seus verdadeiros dramalhões, nos quais choravam e emocionavam muito com uma das namoradinhas do Brasil, que interpretam estes dramas.

Então é assim, para o adolescente, nada foi tão importante assim na vida; mas agora que está sentindo certa inspiração, certa luz que até parece ser “divina”, vem alguém e poda, corta! Justo neste momento que até aquela velha inibição que impedia de existir tão livremente com suas artes, sumiu! “Agora que sinto ser capaz de expressá-las, e viver com intensidade dentro das minhas artes como realmente merecem, quando fluem, acabo boicotada”!

Em todo caso, não importa muito qual o caso, tudo se torna um caso para o adolescente que resolve se revoltar e ficar de biquinho! E só ficar repetindo, que o mundo não é justo e a vida é má! E que não se pode confiar em nada e em ninguém!

Como falta vivência e por vezes é falta de literatura para a grande maioria destes jovenzinhos, não se tem muito como argumentar com eles, o melhor e sair da frente para não tropeçarmos no bico e tocarmos a nossa vida. Afinal quando resolvem que devem continuar sendo mimados por todos mesmo que não sejam os seus “papais e mamães”, melhor deixar para lá.

Enfim cada qual tem sua própria época para amadurecer, as vezes irão “passar a vida querendo mimos” e isto sem dúvida lhes custará caro, afinal cada vez que o “mundo lhes disser um Não” – agirão como bebes chorões e bicudos, olhando sempre para o que os outros não lhes dão, e não para o que precisam e já podem fazer por si mesmos!

Com toda pompa e glória dos 20 e poucos anos, são … ou pensam que são os donos do mundo e da verdade, até que não possam fazer algo… então o mundo cai… e claro a culpa é do outro.

Crescer é bom, mas dá trabalho, leva tempo! É um trabalho artesanal, é aí que aprendemos a pensar e a sentir com “realidade” as coisas, todas as coisas. A entender que o mundo não está aí só para nos servir; que a vida é uma estrada de mão dupla. Sempre teremos arcar com o Ônus para chegarmos ao Bônus!

Infelizmente nesta relação não existe lugar para bicos… é aqui que crescer se torna imprescindível…

No sistema das ESSÊNCIAS D’ÁGUA existem algumas formulações que podem ajudar a passar por esta fase de forma mais calma e facilmente.

SERENIDADE e MATURIDADE são duas delas. A primeiras dissipa e toxidade das tristezas do adolescentes e MATURIDADE trará equilíbrio para enfrentar os problemas desta fase tão conturbada. Para saber mais veja aqui mesmo no site em em –  FORMULAÇÕES –

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Mexilhões

Clique para ampliar a imagem.*

“Posso me relacionar melhor com os outros.”

Dados geográficos

MARANDUBA – UBATUBA – SP

A essência

Os mariscos são “muito na deles” – quase isolados  dentro de si mesmos. Só estão juntos por que foram colocados na mesma marisqueira.

Não são agressivos, embora tenham aspectos rude com ‘casca grossas, conchas com as bordas finas e afiadas’.

Como nós que moramos em apartamentos, que são construidos como fieras dos mexilhões, cada qual em sua casa, vivendo sua vida, sem tomar conhecimento do que acontece ao lado. Cada qual no seu proprio ritmo de vida.

Por outro lado alguns com mais dificuldades na convivencia, como os mexilhões não reagem bem ao toque, tão cortantes são suas conchas. Dar e receber carinho é um problema para eles, toda proximidade fisica é vista como invasiva.

A essência vibracional dos mexilhões irá ajustar este descompasso. Assim sem ter sensações de que será inadida ou agredida a pessoa com estas caracteristicas dos mexilhões poderá permanecer em sua ‘concha’, manter sua forma de vida, viver dentro de seu “quadrado” sem ser importunado, mas sem agredir quem simplesmente chegar muito perto.