Blog das Essências
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A Nova Bike do Bob!

Na verdade o nome deve ser:- BOB e sua bike!

Quem não andou por horas a fio de bicicleta pela infância, adolescência ou mesmo na vida adulta.

Infância e bicicleta certamente foram feitas um para o outro. Só que não! Afinal tudo que pesquisamos sobre bikes, sempre foram pensadas por homens para adultos. Homens e mulheres sempre foram atraídos por velocidade seja ela de que máquina for.

Sempre que precisamos chegar mais rápido em qualquer canto pensamos sempre nas maquinas que nos ajudam a chegar lá no melhor e menor tempo.

Não me canso de lembrar certa propaganda em que o menino colocava inúmeros bilhetes em todos os bolsos, pastas, cadeiras e em tudo mais com os dizeres:- Não esqueça da minha Caloi!

Talvez não o posso jurar que foi lá nesta época que a indústria de bicicletas começou a dar mais atenção a este grande público com inovações sem igual todos os anos coisas novas sobre duas rodas no mercado.

Desde a minha primeira bicicleta vermelha, muita coisa mudou e se modernizou, e com o apelo planetário para deixarmos de lado os carros ela criou alma nova, mas sobre suas velhas duas rodas, elas ganharam até motor elétrico nesta época.  

Tenho a impressão que este novo apelo das bike’s mexe com alma dos seres humanos em geral, afinal para se andar de bicicleta não precisamos ter dezoito anos ou mais.

Modelos que se adaptam até mesmo para aqueles não conseguiram aprender ainda durante a infância, então sempre se pode pedalar por aí, seja nas ciclovias que agora também estão na moda, seja nas tardes de domingo na Avenida Paulista!

Bem isso é muito bacana, faz parte da história da humanidade e pouca gente não a tem na memória, assim com muitos nos dias de hoje reativam esta velha forma de locomoção, exercícios ou mesmo de pura diversão.

Por isso quando uma amiga me contou que seu marido escolheu de presente de aniversário uma nova bike. Foi um presente da família e que até mesmo o ele, Bob teve que participar, afinal não quis qualquer bikezinha, escolheu o guidão mais alto, o selim que melhor lhe agradasse, marchas certas, amortecedores, e por aí afora. 

Então… como vemos a bike moderna tem o DNA do dono, e Bob com o passar do tempo se tornou exigente, afinal faz muito tempo que encostou a última bicicleta, conta a lenda que a namorada da vez pediu que escolhesse a bike ou ela, adolescência é fogo! 

Porém a vida é dinâmica e muda o tempo todo, tanto que a esposa participa junto com os filhos para que o presente do Bob seja perfeito e a nova bike seja tudo e mais um pouco nesta festa de aniversário .

Parabéns Bob, muitas e boas pedaladas por aí!

Presépio, Como foi que aconteceu?

Em 1223 estava São Francisco em uma pequena cidade próxima de Roma, seu nome? Greccio, numa possível cruzada de evangelização. Afinal por onde passava São Francisco levava “a palavra de salvação”, ou seja o evangelho. 

Ali deparou-se com um problema, como explicar o nascimento de Jesus para os moradores do local, pessoas simples do campo, São Francisco tinha uma forma prática para fazer as coisas da vida darem certo. Ele dizia sempre:- comece fazendo o necessário, logo estará fazendo o possível, e quando menos esperar estará fazendo o impossível. 

A necessidade é a mãe das soluções, foi assim que com simplicidade pegou argila e fez pequenos bonecos. Primeiro é claro, Maria e José, então modelou o menino Jesus. 

Contar aos camponeses que Jesus também nasceu em uma estrebaria, lhe deu elementos suficientes para compor toda a cena. Com tudo que se pode encontrar ali. Burrinho, cavalo, vaca, carneiro, alguns pastores; os três reis magos e a estrela.

Aqui preciso fazer um parêntese, uma estrela especial que brilhou por todo o caminho que os 3 Magos – Gaspar, Baltazar e Belchior fizeram até chegarem à Jesus. Esta mesma estrela estará ‘super’ brilhante novamente em nossos céus a partir de hoje. Dois gigantes estarão tão próximos que parecerão um só ponto de luz. E que luz, diria eu! Saturno e Júpiter serão os responsáveis por esta luz, por esta Estrela de Natal ou de Belém. Conta a ciência que isto aconteceu em 1226, e agora 2020. Para novamente acontecer em 2080, fecho parênteses.

Assim que São Francisco arrumou todas as peças em volta do recém-nascimento, “nasce” a ideia que ganhou o mundo – a tradição de montar presépios, Por todo o mundo. 

Para nós brasileiros o primeiro presépio chegou no século 17, por um por certo religioso – Gastar de Santo Agostinho – em Olinda Pernambuco.

Nestes nossos dias, presépios existem de todos os modelitos e com todo tipo de material, argila, madeira, porcelana, palha de milho, ferro, osso, pano, tijolo. Curiosidades acontecerem nesta área também; na cidade do Porto, em Portugal foi modelado um presépio de 12 toneladas de chocolate – que tem seu registro no Livro dos Recordes, demorou seis meses para ficar pronto. Outro presépio que achava atenção, esta em Maringá – Paraná – esculpida em areia com dois metros de altura.

Estamos quase no Natal outra vez,  sempre festejamos a data em família, é o mais comum por aqui na casa dos brasileiros, mas neste ano que foi bem difícil para todos no mundo, talvez tenhamos repensado o estar junto com aqueles que são importante para nossa vida.

O COVID19 nos deixou em casa, porém nem todos com seus próprios familiares, pela necessidade de afastamento, ficamos e precisaremos continuar longe de muitos dos nossos queridos, inclusive durante as festas de Natal.

O presépio de Francisco veio para representar para sempre a história do nascimento de Jesus, assim como – a “célula mater” da sociedade, que tem seu início na família. Mas Amar ou Amor em tempos de pandemia é na verdade o “estar longe” é o que mais pode representar amor, para todos nós.

Não poderemos ver a Estrela de Natal lá no observatório cientifico por conta do isolamento social que precisamos manter, mas podemos continuar cuidando de quem amamos mantendo afastados, e confiando na #vaipassar.

E poderemos festejar com eles outras tantas vezes depois. Talvez o melhor presente deste Natal seja se manter longe de quem amamos.

Boas Festas e um Ano Novo Saudável e feliz para todos, são nossos votos! 

Novidades para Você!

Temos novidades, é a série Vira-Mundos!

Nós das Essências D’Água estamos em pleno lançamento de uma série de livros infantis e infanto-juvenis contando um pouco de cada um dos elementos que pesquisamos para criar uma nova Essência Vibracional. 

Que é uma linha de medicamentos vibracionais / alternativos, que trazem equilíbrio e bem-estar, restabelecendo a harmonia, seja para o corpo físico ou para clarear a mente e os pensamentos, assim como pode estabilizar o lado emocional e espiritual.  

Estamos com o 1º título já editado, pelo Grupo Editorial Scortecci, que conta a história das Baleias em Abrolhos, que deu origem ao Sistema das Essências Vibracionais D’Água, nos idos de 1999.  

Porém temos alguns outros livros que estão no “prelo”, a saber:- 

  • Dona Arraia  
  • Enzo e o baiacu assustado.
  • A Joaninha viu o Beija-flor

E assim que o ano de 2021 chegar traremos novas histórias contando sobre a vida dos seres do mar e da terra. Seja da água salgada ou da água doce, assim como histórias contando sobre algumas cavernas de cristais ou sobre algumas plantas. 

Teremos histórias de peixinhos minúsculos que habitam rios subterrâneos ou mesmo peixões enormes e dorminhocos como uma espécie de tubarão, o tubarão-lixa; e de outros que são muito nervosos e nadam muito rápido.

Cabe lembrar estas histórias também existem nos livros das Essências D’Água com o caminho que cada uma das essências fez até chegar a fazer parte do Sistema, com as indicações de uso de cada um destes medicamentos alternativos, são três livros e se encontram à venda. 

Fiquem atentos a estas novas possibilidades para ajudar as crianças a perceberem o mundo que herdarão e a olharem para nosso planeta com mais carinho e assim terem mais força para cuidar desta casa “planeta” que é de todos nós.

Aniversariante do mês!

Não podemos esquecer desde aniversariante do mês de setembro Dr. Edward Bach, e que merece a nossa atenção e reverencia.

O idealizador das Essências Florais, que até hoje recebe o nome mais conhecido como Florais de Bach, ele nos trouxe uma nova visão sobre o meio-ambiente e o que ele pode nos proporcionar.

Através da energia de cada uma das flores, plantas e água das fontes onde pesquisou, criou uma nova terapia alternativa, que se propõem a equilibrar as emoções e trazer bem-estar mais que merecido a todos que necessitem.

Dr. Bach como um grande mestre nos deixa sua história e vivência com a natureza e tudo que por experiência própria na sua vida, em uma lugar bem mais calmo que a Londres da sua época. Cercado por flores que sutilmente o tranquilizavam e lhe trouxeram equilíbrio às suas emoções.

Primeiramente, apenas por caminhar através de áreas onde florescia em abundância uma flor em especial. Esta sensação de bem-estar levou-o a pensar e assim passou a pesquisar sobre esta flor, e logo depois expandiu seu repertório, sempre buscando a relação entre uma coisa e outra.  Dr. Bach nos deixou um repertório de Essências Florais, nos deixando uma porta aberta para outras possibilidades ao nos propor a Essência Rock Water uma Essência colocada em uma fonte de água natural.

Nós terapeutas de hoje, começamos nossos estudos com os escritos deixados por ele, e seus seguidores, para depois seguir por novos horizontes. Porém sempre “surfando” nas ondas do mestre Bach.

Muitos outros repertórios surgiram depois que os Florais de Bach, foram energizar outras paragens além da Inglaterra. Assim surgiram os Florais da Califórnia, Canadá, Alasca, Austrália, Deserto Arizona, e muitos outros mais. No Brasil muitos sistemas florais e vibracionais, surgiram como os Fito-florais de Minas, Filhas de Gaia, da Amazônia entre outros.

As Essências D’Água surgiram de estudos e pesquisas de campo sobre o mundo animal, mineral e vegetal. A primeira questão que surgiu foi à respeito de um comportamento da enorme Baleia Jubarte que vem todos os anos da Patagônia até o Arquipélago de Abrolhos, para ter seu filhote em águas quentes e tranquilas, longe de predadores em potencial, e por lá permanecem por meses mesmo sem ter o que comer, para amamentar e cuidar de sua cria. A questão levantada foi :- O que este comportamento que é de maternagem e “colo” tem em comum com o comportamento materno nosso, humano.

Tantos os machos como as fêmeas se “instalam” na costa da Bahia com este intuito, procriar, criar, cuidar e alimentar os seus, até que tenham forças e vitalidade para enfrentar a vida no gélido mar da Patagônia.

Assim foi dado início ao que hoje 20 anos depois é o Sistema das Essências D’Água. Através da energia e vibração de cada “ser”, pesquisando e relacionando o comportamento desses com o nosso próprio comportamento, temperamento e personalidade. Sempre visando o equilíbrio das nossas emoções e bem-estar diários.  Desde então trabalhamos para levar a energia e vibração da natureza às pessoas que delas precisam para alcançar equilíbrio e bem-estar. Continuar lendo

Casinhas de rua – parte # 2

Coisas boas acontecem, mesmo na pandemia.

Fiz um caminho diferente para fotografar a outra casinha de rua, e quando chego lá o senhor Cleberson, estava com suas madeiras e tábuas, compensados e ferramentas. Usando tudo para refazer um estrado para uma cama de solteiro de uma moça que no final da nossa conversa chegou ali.

Perguntei se podia conversar comigo uns minutos que fossem sem atrapalhar seu trabalho, sobre a casinha dele, e claro a outra casinha. Quando perguntei se alguma ONG o tinha ajudado a fazer ele só riu e me falou:- eu que construo, fiz esta minha e a outra sob encomenda. Mas o cara vendeu para outro. 

Perguntei se podia fotografa-lo com a sua casa, ele logo sentou na porta de sorriu. E olhar dentro dela posso? É sua casa e eu quando escrevi sobre ela, fiz menção que caberia um colchão aí dentro; imediatamente me disse para entrar. Realmente cabe o colchão e um móvel ao lado. Muitas coisas por sinal. Rádio e ventilador estavam lá. Junto com coisas pessoais também. 

É a terceira casa que constrói a primeira queimou quando foi roubado. Perguntei se o amolam por morar ali. Se referiu ao prédio da frente que o perturbam um pouco. Medo tem de ser “machucado” por pessoas ruins – que o mundo esta cheio. 

Vícios? Álcool tentou parar e para por alguns dias, mas depois ele diz pensar – estou sozinho, moro sozinho, quer saber, vou beber. Morador das ruas desde pequeno, e aprendeu de tudo um pouco.  Um pouco de pedreiro e marceneiro e eletricista; por isso construo carrinhos para os outros e recolho muitas coisas que tem um bom uso para fazer várias outras coisas. Foi quando me mostrou a cama que esta consertando.

Quando a moça chegou para saber de alguma  “encomenda” me despedi e perguntei se podia escrever sobre nossa conversa e ajudá-lo com alguma coisa. 

Ferramentas, ele me disse, gosto de ferramentas. Do que precisa? Martelo? Não este eu já tenho. Ok, vou comprar algumas ferramentas e trago para você. Tá bom, mas não precisa. Faço questão, afinal, tomei seu tempo e estava trabalhando em suas coisas.

2020 O Ano que a Terra Parou

Ou é melhor dizer – O Ano em que a Pandemia nos parou?

Porém, nós das Essências D’Água continuamos a todo vapor. A novidade que trazemos para todos, é que já esta pronto o 1º Livro Infantil da Série Vira-Mundos.

Esta série será a versão infantil das histórias sobre cada uma das Essências D’Água, um sistema de Essências Vibracionais, que se propõem equilibrar as áreas do sistema mental, emocional, espiritual ou mesmo físico.

Esta 1ª história faz referência às Baleias Jubartes que vem visitar as águas calmas e mornas na costa baiana, bem no nordeste brasileiro. Viaja para longe apenas para ter seu filhote e cuidar dele, e como no Brasil é proibido a caça destas ilustres viajantes elas têm vindo em maior número a cada ano.

Trabalhamos muito para neste ano 2020 desse tudo certo para este lançamento, pois Lulu Moreira, minha mãe faria 100 anos de vida, uma data a ser comemorada e sem dúvida uma mãe a ser lembrada sempre.

Com as Ilustrações de Paloma Dalbon a grupo Editorial Scortecci ficou responsável pela impressão e também pelo e-book deste livro, o 1º livro da Série Vira-Mundos, e de alguns outros mais que já estão por lá.

Um ano que se tornou especialmente produtivo para colocar as ideias em ordem e transformar algumas em realidade. A Série Vira-Mundos, terá neste ano ainda mais três livros infantis com ilustrações de Marcelo A.Ventura um amigo querido de longa data, que é o webdesign do site das Essências D’Água desde sempre, e ilustra dois destes livros. “Dona Arraia” e A Joaninha e o Beija-Flor.

Para o Livro “Enzo e o baiacu assustado”, quem o ilustra é um amigo novo o professor de artes Gabriel Nascimento que se uniu a equipe para dar vida e graça a mais esta história infantil de uma das Essências Vibracionais D’Água.

Então, em meio desta “parada” causada pela pandemia aprendi, finalmente, que existe aqui bem dentro de mim uma mobilidade que esta longe de qualquer pandemia parar, e não acredito que esta mobilidade seja uma prerrogativa só minha.

Contudo, dá trabalho descobrir por onde ela anda. Cada qual precisa encontrar a sua própria mobilidade, mesmo que seja a mobilidade mental / intelectual, por enquanto; até podermos ser vacinados contra a COVID – 19 e assim vencermos a pandemia e esta paralisação física.

Foi pensando nisto que deixamos na última página de cada livro uma figura para que o pequeno leitor possa expressar sua arte ilustrando, colorindo, pintando, ou seja, interagindo com o tema.

Agora os post’s para os meios de comunicação esta nas mãos de Marcela Sonim que colocará todos os dados e meios para obter os livros da série Vira-Mundos.

NÓS E A MACARRONADA!

Esta figura me veio à cabeça quando pensei escrever sobre nossos laços de família. Várias são as razões, uma delas é claro que é por macarronada ser uma das possibilidades do cardápio de almoço de domingo na casa dos pais.

A outra que mais chama minha atenção é a forma com que o pegador de macarrão junta os fios do macarrão. Quando fechamos o pegador, sempre vem um monte de fios juntos. Um grande emaranhado se forma. Da travessa até chegar a cada prato, formam aqueles rabichos que torna bem difícil não fazer uma verdadeira ‘mixórdia’ na toalha da mesa.

Tanto que em casa se dizia que toalha de mesa para macarronada só se usa uma única vez, pois com certeza alguém sempre deixa pelo menos um fio de macarrão cair sobre ela.

Quando penso em família e familiares esta imagem sempre me vem à mente. Este aglomerado de gente que a família é e como tem sempre algum rabicho que está meio lá meio cá. Saindo ou entrando dela.

Lógico que formamos ‘em família’ aquele quase que intermináveis almoços de domingo, quando a macarronada é posta à mesa e os grandes debates começam a surgir.

Não importa muito qual o assunto que irá rolar, pois sempre aparece um ‘certo’ detalhe no qual toda uma grande assembleia familiar se forma, e a tarde toda se vai, em inúmeras opiniões e ‘disque-disque’ disse me disse que muito dificilmente se resolverá alguma pequena coisa.

Mas sem todo falatório no almoço de domingo enquanto rola a macarronada isso seria deixar a família de fora de tudo que é assunto de família. E aí que graça tem ter família sem ter estas tardes de domingo e os temas mais eletrizantes da nossa vida discutidos entre uma ‘porpeta’ e outra.

Na adolescência e juventude frequentei inúmeras macarronadas em família nós todos, primos e primas, pais, tias e tios sempre entravamos e grandes confusões como a compra de um carro novo, outra viagem, namorados, casamentos, na verdade eram assuntos diversos, porém sempre davam margem para os longos debates durante a macarronada.

Palpites, histórias antigas, porpetas – almôndegas – e macarronada são elementos que dão um bom molho para as tardes de domingo. Para mim macarronada combina com conversas, risos, gargalhadas, discussões e mesmo as eternas implicâncias entre os adoráveis parentes. Tudo pode acontecer durante um almoço destes

Até mesmo uma piada que vinha escrita no papelzinho para não esquecer, e só por isso já era hilário o suficiente para mais e mais gargalhadas., afinal ler passo a passo uma piada entre uma garfada e outra, não tem como não rir.

Comunicação, é em família que começamos a aprender e a perceber a importância das palavras e como é possível mesmo dentro desta confusão aprender sobre empatia e sentimentos, e o mais importante respeito pelo livre pensar de todos.

A fé nossa de todo dia

Muitas são as religiões, mas me parece que a Fé é uma só, não importa onde, quando ou quem. Basta ver a quantidade de igrejas, templos evangélicos, centros de umbanda, candomblé, núcleos de oração, santinhas que passam semana a semana nas casas de pessoas comuns para reunir gente de fé, dispostas a rezar.

Cada qual certamente com suas próprias intenções, gratidão ou pedidos ainda não alcançados. Porém todos unidos pela fé em algum tipo de oração, cântico, terço rezado em voz alta, braços abertos ou outra expressão de fé.

Não é diferente em outras tantas partes do mundo, ou mesmo no mundo todo. Cada um com seu jeito próprio de se ligar ao “alto”, ao mais “alto”. A devoção no fundo é o que conta mais, a forma penso que pouco ou nada importa.

Em todo lugar podemos ver as manifestações da fé. Desde as mais simples até as mais / mais, as com ponderação e as sem sentido para alguns e com total sentido para tantos outros que foram “criados” dentro da mesma religião, da mesma seita ou fé.

Esta foto é do Mercado das Flores, em Bangkok / Tailândia, bem pequeno perto do CEAGESP que nas sextas-feiras quando é invadido de flores e plantas “mil”. O que chama atenção no Mercado das flores é que todo dia é dia de flor! E que flor será a do dia? Ah… isso cada qual escolhe. Porque em cada uma das barracas do mercado tem gente desde muito cedo recebendo as flores e preparando os enfeites com os quais se podem enfeitar os altares.

Cada um tem sua cor de preferência ou a cor que é própria daquela divindade em questão, mas com certeza tem pelo menos uma flor que agrada mais. É amarela, mas bem forte, diria que quase laranja e parece muito com o nosso crisântemo, e neste mesmo Mercado é preparado alguns tipos de cordões e colares para se colocar em algum lugar destes altares. Até aí muito normal, altar com flores nós também temos em qualquer uma das inúmeras igrejas e nas nossas catedrais católicas, nos congas dos santos também tem flores sempre.

O mais gostoso de ver são os pequenos altares que estão por toda parte na frente qualquer casa, hotel, restaurantes e muitas vezes nos cruzamentos das ruas. A fé se manifesta através não só das flores como também de pequenas oferendas deixadas nos altares. Às vezes são copos de suco ou refrigerante, pequenos pacotinhos que penso ser algum tipo de comida ou docinhos.

A forma com que os tailandeses se relacionam com os deuses é que é muito diferente e bacana conhecer e às vezes até se permitir participar, aceitando as pulseirinhas de barbante trançado que os monges que estão nos templos aos pés das grandes imagens de Buda amararam em nossos pulsos nos abençoando enquanto isso.

Não se pode dizer que esta ou aquela religião é melhor que a outra, todas estão escritas em papéis onde o primeiro dirigente escreveu os conceitos que pensou para a sua religião como sendo os melhores. Cada qual escreveu a sua. Aqui cabe pensar que como seres humanos, somos todos falíveis e nem tudo que pensamos e escrevemos como “regras” a serem seguidas pelos outros é bacana. Agora, a fé esta com certeza, vem de cada coração, da mesma forma como cada um fala com Deus ou se relaciona com Ele é particular, assim como a demonstração desta fé, ela é de cada um, de cada povo e cada terra. Talvez seja a fé que na verdade nos dá suporte, bem mais que as regras que escreverem em cada uma das religiões.

Em outro lugar, em outra viagem, vi muito no para-brisa dos táxis esta mesma expressão de fé, sempre um agrado aos deuses são minúsculos ramalhetes de flores, todos ‘costurados’ formando uma corrente, colocada com primor em algum lugar de destaque no capô do carro próximo do vidro. A devoção é a fé justas nas homenagens prestadas diariamente, com singeleza e simplicidade, para que o dia e seu trabalho sejam bons.

Aqui vejo esta demonstração nos lugares próprios para nossa fé ser demonstrada nos ‘velários’ das igrejas católicas ou nos cemitérios, todos com os sinais desta mesma expressão, só que através das velas que os fiéis acedem. Novamente digo cada qual com seus motivos, cada um com seu pedido em particular, não importa o que vale mesmo, é a fé depositada ali.

UMA PULGA ATRÁS DA ORELHA

Quem já não ouviu esta máxima?

Com a pulga atrás da orelha. Podem ser muitas outras coisas também.

Gosto de pensar nesta proposta “metafórica” quando é preciso que as pessoas passem a prestar atenção muita ‘atenção’ em tudo que possa estar pensando, possa estar sentindo ou mesmo onde possa estar querendo chegar.

Estar presente em tudo que seja lugar, sempre presente; sempre atento, sempre alerta como nos escoteiros. Este estar vigilante ao que se esta pensando ou sentindo, pode fazer “maravilhas” por todos nós. Nos tira do estado de inconsciência e automatismo que nos assola quando desatentos à realidade que nos encontramos.

Neste estado apenas vamos respondendo aos estímulos mais nada, absolutamente nada. Tão ruim como um simples estímulo / resposta. Impensado, aparentemente até involuntário podemos dizer a respeito destas respostas automáticas.

Uma pulga bem alimentada, uma consciência bem atenta sobre o que estamos fazendo, pensando, querendo e por aí afora. O que facilita a tomada de consciência é a psicoterapia. No peculiar mexe e remexe das nossas ‘coisas’, durante as sessões de psicoterapia; esta falta de clareza sobre o que realmente se passa conosco vem à tona e então podemos adquiri-la.

A vantagem de ter consciência sobre nossas vontades, medos e mais precisamente de como ‘funcionamos’ em meio a todo burburinho mental que agita a vida é que podemos ter certa lucidez para nos relacionar com o mundo.

Quem não se lembra do Grilo Falante, um personagem bem-humorado e sempre presente da história de Pinóquio, que foi o tempo todo, sua consciência para que as coisas ficassem bem. Bom… quando Pinóquio conseguia ouvir a voz do grilo a lhe falar.

Aqui na nossa história não precisamos dar voz a nossa ‘pulga’; mas quando uma pulga é bem nutrida sempre pode dar uma grande ajuda, com uma pequena picadinha atrás da orelha quando for preciso, e isto pode nos colocar de volta para ficarmos atentos ao que realmente importa – ter consciência de como funcionamos, e então efetuar as mudanças que queremos.

Então vamos lá, alimente sua pulga!

Objetivos Palpáveis

Objetivos possíveis, visando sempre o melhor mesmo que nem sempre – pareça tão fácil de conseguir! Este princípio pode levar a vida adiante, e também é capaz de abrir portas e nos dar boas soluções.

Isso combina muito com uma das Essências D’Água:- Luz no fim do Túnel, que oferece força e coragem para quem quer sair do escuro e chegar à luz, à solução daquele impasse, é uma essência que nos dá movimento, nos e leva ter ação.

Somos todos pressionados por desejos, que nos dão medos – em proporções diferentes para cada qual. Às vezes o medo é proporcional ao tamanho do nosso desejo mais profundo. A paralisação que ocorre quando pretendemos que algum sonho crie vida, venha daí; por isso esta essência é uma boa pedida, pois ela rompe a imobilidade.

Ideações e aspirações requerem pelo menos um tantinho de coragem e um olhar atento para o que é um objetivo palpável, para se chegar a ter pelo menos um esboço no papel. Se isso acontecer é muito provável que poderemos ver esta ideia se tornar presente.

Mas, o que é um objetivo palpável? Penso que são os planos que precisam de elaborações, ou seja, planejamento. Nada se torna palpável se não conseguirmos elaborar as estratégias de realização. Isso é:- deixar claro como este “sonho” poderá se concretizar. Qual a chance de dar certo? Qual a possibilidade de conseguir sucesso para o empreendimento? Como chegar lá? Então, esta é a hora para isto?

Talvez estas perguntinhas e outras tantas precisem ser feitas para que o plano vá adiante. Nada que um pouco de persistência não resolva O mais importante é ter consciência das próprias possibilidades de realizar algo. O que você realmente consegue fazer, para não viver só de ideações.

Antes de tudo realizar planos é um aprendizado. Sem gastar energia desnecessariamente com ideias que podem nos frustrar é preciso aprender a pensar. Ponderar é o melhor para isso. Ao examinar a questão já estaremos a caminho da realização.

Neste ponto será bem legal colocar outra essência d’água – Coconutque traz em si o potencial de enraizamento e frutificação. Pode ser que você queira adicionar também a essência do Polvo, que nos dá clareza e aguça nossa inteligência na resolução dos problemas.

Esta pequena formulação pode ser utilizada em inúmeras situações, você bem pode imaginar, afinal, somos seres movidos a desejos e buscamos realizações constantemente.

            Você pode acrescentar mais algumas essências em sua fórmula, para tal visite o site www.essenciasdagua.com pesquise as demais essências e então comece a canalizar para os seus objetivos palpáveis.