Blog das Essências
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Pressão e Sucesso

Será que o sucesso existe sem aquela pitadinha de pressão? Será que algum dia a pressão realmente acaba?

Sinceramente penso que não, somos estimulados desde bem pequenos a ter sucesso, um atrás do outro. Quer ver… pense bem, quando fazemos “festinha” para as crianças quando fazem algo novo, quando dá alguns passos mesmo que vacilantes, quando começam a andar de ‘bike’ sem cair ou quando tiram as rodinhas da primeira bicicleta, sempre somos estimulados, e aplaudidos nas conquistas, então aprendemos a querer mais.

Notas da escola – são boas, nos dão parabéns, junto com certa pressão para que no próximo boletim sejam ainda melhores, em todas as áreas, fez nível um, já perguntam quando seguira para o “dois”. Hoje em dia até os Vídeos Games cobram imediatamente para que faça mais pontos, vá para outro jogo com maior dificuldade, sempre com um novo desafio o que quer dizer… pressão     

Só que precisamos pensar que com o passar do tempo esta pressão começa a ser nossa. Nós mesmos passamos a querer mais e mais.

Imagine o quanto um atleta, de qualquer modalidade esportiva que pratique, desde muito pequeno. Os aplausos de seu sucesso vão se tornando parte de cada treino, de cada segundo a menos na tabela de pontuação para ultrapassar os próprios recordes.

As Olimpíadas no Japão acabaram. A maioria dos vencedores tem algo em comum. Subir mais um pouco no podium ou manter-se no que conquistou.

O certo é que a pressão de dentro ou de fora nunca acaba, natural é ser campeão, não nos preparam para não termos sucesso. Mesmo crescidos ninguém quer pensar em fracassar, perder, com isso o perigo é deixar de tentar. 

  Hoje vemos com muita frequência competições infantis que outorgam medalhas para todos os participantes, não importando perder ou ganhar. Talvez isso dê a falsa ideia que não preciso de esforço algum para receber prêmios.

Por outro lado não ajudam em nada o crescimento emocional, crianças precisam aprender a lidar com o que não dá certo, com os erros, em ficar fora do “podium”. Às vezes ganhamos, outras não. Isso nos diz que precisamos de mais dedicação, treino, mais paciência e persistência. 

A pressão nunca acabará, cada ‘nova’ ideia desencadeia uma torrente de ações para chegarmos ao ‘podium’ não importa qual, sempre iremos querer vencer, por isso lidar com a pressão externa e interna são coisas difíceis, e não sobra energia nem por um instante para o não dar certo, incluir a possibilidade do fracasso pode nos fortalecer, perder não pode ser o fim do mundo. Pode mostrar mais claramente a necessidade de maior tempo de treino e dedicação.

Precisamos nos preparar melhor para as coisas que não dão certo na vida, para não deixarmos de lado o que realmente importa que é tentar nos superar, dar o melhor de si em tudo que se faz não necessariamente é a certeza de medalhas, mas sempre pode ser um bom começo. 

A CRUZ DE HOJE, QUEM CARREGA?

Estamos na quaresma, quase finalzinho dela, me lembrei de um texto antigo de quase vinte anos atrás, mas tenho visto tanta gente chateada, cansada, com o tempo que estamos carregando esta cruz da pandemia que me lembre desta figura e da história que cerca este personagem e resolvi rever e reeditá-lo. Vamos lá… falando em carregar a cruz… 

Simão de Cirene, pouco ou nada ilustre, na verdade um desconhecido, que como muitos outros, estava bem ali, em meio a multidão para assistir a passagem de Jesus em sua “via Crucis” até o Gólgota, o pouco que se escreveu sobre ele nas escrituras diz apenas que era mais um, em meio à multidão de curiosos que juntos formavam um corredor por todo o percurso em que o homem a ser crucificado passava. 

Mais nada! Este Simão nascido em Cirene pode-se dizer que o foi para Jesus, o homem certo, na hora certa. Mas para si mesmo talvez não se pode dizer o mesmo.

Simão, não era apóstolo, nem ao menos frequentava as reuniões secretas para discutir a nova “ordem religiosa”. Nada, nada! Pouco se sabe deste “homem comum” que teve um papel tão importante na história do calvário. 

Um simples camponês, talvez agricultor, que estava de passagem pela cidade, com os dois filhos, e que junto com tantos outros se espremia em uma das ruelas junto ao cordão de pessoas que nelas formavam o corredor humano para ver o Rei dos Reis passar rumo à crucificação. 

Apenas estava lá em meio ao povo ávido para ver algum tipo de acontecimento bombástico como a crucificação de um ser que diziam abalaria as estruturas do império de Roma tal seu poder na terra se vivo continuasse.

     Só por isso coube-lhe ajudar a carregar a cruz de Jesus, quando este estava em situação tão alarmante de dor, sofrimento e cansaço que o centurião responsável achou por bem, escolher alguém na multidão de curiosos um que pudesse carregar a cruz por um trecho do caminho enquanto o condenado, digamos, tomava um fôlego.

Lá estava ele, um entre tantos, apontado quase sem sequer para assumir a cruz do outro por um tempo. Afinal naquela altura dos acontecimentos com tantos ferimentos infligidos ao condenado e com as quedas já sofridas no trajeto o centurião responsável para acompanhá-lo, temeu que o nazareno não chegasse com vida até onde deveria. Com medo que isto pudesse significar sua própria crucificação, rapidamente chamou alguém para assumir o posto, para ceder suas costas, para carregar a cruz. 

Na verdade contei um pouco desta história, para fazer pensar sobre uma  coisa  importante da vida, que nem sempre nos damos conta quantos Simão’s já estiveram ao nosso lado nos dando ajuda e nem notamos?

  Quantas pessoas ‘ao acaso’ estavam lá para ajudar em pequenas coisas e nas pequenas causas… que nem nos damos conta na hora, mas que se colocaram no papel de Simão – e desta vez sem a voz de comando de um centurião responsável, simplesmente um outro ser humano disposto e disponível a prestar auxilio a outro que carrega mais peso que suas costas parecem aguentar? 

    Em tempos tão difíceis como este de COVID19,  talvez tenhamos estado com muitos vizinhos solidários, entregadores de pequenos mercadinhos, padarias, quitandas que nos auxiliaram a ficar em casa, cuidando de nossa saúde mais frágil, eles foram Simão’s para nós, e nós podemos ser para alguém? Quantas vezes você já pensou em ser Simão para alguém que você vê precisando de ajuda?  

O que vale observar pela vida é o número do Simão’s que estão por aí bem ao nosso lado, e que muito provavelmente também podemos ser esta mão amiga, este olhar carinhoso, o sorriso ‘luminoso’ mesmo por trás das máscaras nesta longa pandemia que assola todo o planeta. Podemos pensar que nestes tempos de dor, de luto, exercer este papel, seja tão somente dar o exemplo, ficando em casa, usando máscara, ou mesmo não alimentando irracionalidades. 

Mesmo cansados, é preciso acatar, escolher pensar sobre o que a ciência e a experiência nos dizem claramente, o distanciamento social, o uso de máscara, o ato simples de lavar as mãos ou usar álcool gel, são os grandes aliados e dar o exemplo é reforçar a possibilidade de preservar vidas.    

A Nova Bike do Bob!

Na verdade o nome deve ser:- BOB e sua bike!

Quem não andou por horas a fio de bicicleta pela infância, adolescência ou mesmo na vida adulta.

Infância e bicicleta certamente foram feitas um para o outro. Só que não! Afinal tudo que pesquisamos sobre bikes, sempre foram pensadas por homens para adultos. Homens e mulheres sempre foram atraídos por velocidade seja ela de que máquina for.

Sempre que precisamos chegar mais rápido em qualquer canto pensamos sempre nas maquinas que nos ajudam a chegar lá no melhor e menor tempo.

Não me canso de lembrar certa propaganda em que o menino colocava inúmeros bilhetes em todos os bolsos, pastas, cadeiras e em tudo mais com os dizeres:- Não esqueça da minha Caloi!

Talvez não o posso jurar que foi lá nesta época que a indústria de bicicletas começou a dar mais atenção a este grande público com inovações sem igual todos os anos coisas novas sobre duas rodas no mercado.

Desde a minha primeira bicicleta vermelha, muita coisa mudou e se modernizou, e com o apelo planetário para deixarmos de lado os carros ela criou alma nova, mas sobre suas velhas duas rodas, elas ganharam até motor elétrico nesta época.  

Tenho a impressão que este novo apelo das bike’s mexe com alma dos seres humanos em geral, afinal para se andar de bicicleta não precisamos ter dezoito anos ou mais.

Modelos que se adaptam até mesmo para aqueles não conseguiram aprender ainda durante a infância, então sempre se pode pedalar por aí, seja nas ciclovias que agora também estão na moda, seja nas tardes de domingo na Avenida Paulista!

Bem isso é muito bacana, faz parte da história da humanidade e pouca gente não a tem na memória, assim com muitos nos dias de hoje reativam esta velha forma de locomoção, exercícios ou mesmo de pura diversão.

Por isso quando uma amiga me contou que seu marido escolheu de presente de aniversário uma nova bike. Foi um presente da família e que até mesmo o ele, Bob teve que participar, afinal não quis qualquer bikezinha, escolheu o guidão mais alto, o selim que melhor lhe agradasse, marchas certas, amortecedores, e por aí afora. 

Então… como vemos a bike moderna tem o DNA do dono, e Bob com o passar do tempo se tornou exigente, afinal faz muito tempo que encostou a última bicicleta, conta a lenda que a namorada da vez pediu que escolhesse a bike ou ela, adolescência é fogo! 

Porém a vida é dinâmica e muda o tempo todo, tanto que a esposa participa junto com os filhos para que o presente do Bob seja perfeito e a nova bike seja tudo e mais um pouco nesta festa de aniversário .

Parabéns Bob, muitas e boas pedaladas por aí!

O DILEMA DAS REDES

Este é o documentário do momento, esta fazendo sucesso pois alguns dos ex-funcionários das mais famosas e poderosas redes sociais resolveram contar como é feita a manipulação por trás destas firmas.

Somos suscetível a todo e qualquer tipo de atenção, afinal desde o nascimento até um bom tempo depois, precisamos das relações humanas para sobreviver. Ficamos muito tempo ‘na mira’ direta de quem nos dispensa muito tempo e atenção para que possamos ter conforto físico e emocional; seja pelo alimento, sono, asseio e boas doses de carinho e afeto. 

Na maioria das vezes é justamente através da atenção que nos dispensam que nos tornamos seres sociais, nos reunimos desde sempre em grupos para uma infinidade de situações. Isso desde que o mundo é mundo. 

Neste documentário estes ex-funcionários e mais alguns tantos professores de comunicação e informática nos contam que as redes sociais usam o mesmo procedimento. Afinal têm sistemas operacionais que “sabem”o que nos chama mais atenção e assim providenciam tais coisas.

Por exemplo, quem nunca passou por isso – se nos detemos pesquisando valores de uma torradeira, misteriosamente todas as lojas que vendem este tipo de torradeira começa a enviar vários modelitos e preços desta mesma torradeira.

Estas redes sabem de tudo, até mesmo o que não gostaríamos que ninguém soubesse. As explicações dadas por eles é simples o tempo de atenção que precisamos. 

Dá mesma forma quando damos um “like” em um determinado assunto, somos “fisgados” e passamos a recebem temas relacionados a ele.

Os atrativos que nos detém por mais tempo ligados na rede para eles é ‘dimdim’ no bolso, e nós ficamos cada vez mais presos, nestas redes de identificações.

É na verdade um mundo mágico que existe por trás destas redes sociais, que ao mesmo tempo nos dão muita atenção através dos “likes” que recebemos daqueles que fazem parte da minha, sua e nossa rede pessoal, ou através destes ‘posts’ que aparecem enquanto estamos navegando.

O incentivo para cada um é a atenção que nos dispensam, para eles da redes é o quanto somos capazes de adentrar neste emaranhado de grupos e assim nos perpetuamos plugados naquilo que eles indicam.

Ivan Petrovich Pavlov, nos demonstrou que através do reforço negativo ou positivo conseguimos aprender ou ensinar qualquer coisa a qualquer um.

Os ratinhos brancos de laboratórios “sabiam” que existia duas alavancas na gaiola em que eram colocados após x’s horas sem água e assim que entravam na caixa experimental rapidamente se dirigiam a alavanca certa. Afinal já haviam entendido que a outra estava seca.

É o mesmo princípio que é usado nas redes sociais, não duvide nem por um momento disso. Nos condicionam para clicar ‘like’ ou não a cada post que recebemos, sejam da nossa rede ou da rede dos  “amigos” que nem sempre conhecemos. 

Mas como sempre precisamos de ‘likes’ o tempo todo corremos atrás deles, quem não gosta de receber ‘likes’ quando posta alguma coisa em qualquer lugar da rede. Lembre-se de que quando era criança recebia ‘likes’ da mamãe também sempre fazia algo que estava de acordo com o ensinamento dado por ela. Na escola recebíamos ou recebemos ‘likes’ dos professores, na minha época tinha a estrelinha, tirar 10 era uma coisa, agora 10* era o máximo. 

Somos todos condicionados e queremos mais é receber “likes e mais likes” por todas as coisas que fazemos. Só que no momento as redes trouxeram algo extra e imediato que dá aquela levantada em nosso astral, logo nos submetemos. 

Não é crime querer atenção ou gostar de atenção e problema que estes ex-funcionários das redes sociais levantam é para que passemos a pensar a respeito deste assunto; assim como ter consciência de com nos conduzem estes poderosos instrumentos da internet. Mais nada! 

Se a Autoestima esta somente ligada aos “likes da rede”, isso é um sinal perigoso. Afinal para ter Autoestima equilibrada é preciso olhar para para dentro de nós e não para o que dizem as redes sócias sobre nós. 

Da mesma forma não podemos pensar que a “vida” que o cola nestas mesmas redes seja só sorrisos e comidinhas legais, brincadeiras e passeios em lugares de arrasar.  

2020 O Ano que a Terra Parou

Ou é melhor dizer – O Ano em que a Pandemia nos parou?

Porém, nós das Essências D’Água continuamos a todo vapor. A novidade que trazemos para todos, é que já esta pronto o 1º Livro Infantil da Série Vira-Mundos.

Esta série será a versão infantil das histórias sobre cada uma das Essências D’Água, um sistema de Essências Vibracionais, que se propõem equilibrar as áreas do sistema mental, emocional, espiritual ou mesmo físico.

Esta 1ª história faz referência às Baleias Jubartes que vem visitar as águas calmas e mornas na costa baiana, bem no nordeste brasileiro. Viaja para longe apenas para ter seu filhote e cuidar dele, e como no Brasil é proibido a caça destas ilustres viajantes elas têm vindo em maior número a cada ano.

Trabalhamos muito para neste ano 2020 desse tudo certo para este lançamento, pois Lulu Moreira, minha mãe faria 100 anos de vida, uma data a ser comemorada e sem dúvida uma mãe a ser lembrada sempre.

Com as Ilustrações de Paloma Dalbon a grupo Editorial Scortecci ficou responsável pela impressão e também pelo e-book deste livro, o 1º livro da Série Vira-Mundos, e de alguns outros mais que já estão por lá.

Um ano que se tornou especialmente produtivo para colocar as ideias em ordem e transformar algumas em realidade. A Série Vira-Mundos, terá neste ano ainda mais três livros infantis com ilustrações de Marcelo A.Ventura um amigo querido de longa data, que é o webdesign do site das Essências D’Água desde sempre, e ilustra dois destes livros. “Dona Arraia” e A Joaninha e o Beija-Flor.

Para o Livro “Enzo e o baiacu assustado”, quem o ilustra é um amigo novo o professor de artes Gabriel Nascimento que se uniu a equipe para dar vida e graça a mais esta história infantil de uma das Essências Vibracionais D’Água.

Então, em meio desta “parada” causada pela pandemia aprendi, finalmente, que existe aqui bem dentro de mim uma mobilidade que esta longe de qualquer pandemia parar, e não acredito que esta mobilidade seja uma prerrogativa só minha.

Contudo, dá trabalho descobrir por onde ela anda. Cada qual precisa encontrar a sua própria mobilidade, mesmo que seja a mobilidade mental / intelectual, por enquanto; até podermos ser vacinados contra a COVID – 19 e assim vencermos a pandemia e esta paralisação física.

Foi pensando nisto que deixamos na última página de cada livro uma figura para que o pequeno leitor possa expressar sua arte ilustrando, colorindo, pintando, ou seja, interagindo com o tema.

Agora os post’s para os meios de comunicação esta nas mãos de Marcela Sonim que colocará todos os dados e meios para obter os livros da série Vira-Mundos.

Os Minotauros estão à solta

Todos nós temos um, acredite, isto é um fato.

Faz parte da vida de todos nós afinal somos humanos então ter um Minotauro “para chamar de meu”, é muito natural, mesmo sendo conhecido como o lado sombra, digamos… a nossa sombra! Com tudo que uma “sombra” pode representar.

Vejamos a sombra esta sempre onde existe luz. Se existir luz certamente existirá a sombra. Ela nos acompanha ou por vezes nos persegue como aquilo que perde o brilho, pode ser ainda aquele ou aquilo que se encontra debaixo de alguma coisa. Guardado no subsolo, nos subterrâneos.

Pelo simples horror que é admitir este ladinho sombrio tão nosso; e como ele faz parte de nós nem sempre conseguimos esconde-lo por mais que se tente a ponta do rabo sempre acaba aparecendo. Manter este bicho no lugar dele, é bem difícil, é preciso ter consciência dele e de sua destreza para aparecer sem estarmos preparados para puxar o freio e mandá-lo de volta para casinha, onde precisa ficar.

Vamos ver o que a Mitologia conta a respeito deste bichão.

Rapidamente explicando a origem…

Minotauro é uma figura mitológica, descrita como:- uma criatura com o corpo de homem e cabeça de boi, que se alimentava apenas de carne humana. Que para manter este desastre longe dos olhos da população, o Rei Minos constrói uma prisão, uma torre com inúmeros corredores para aprisioná-lo para sempre. Além de garantir com a mais absoluta certeza de que quem entrasse por estes labirintos, jamais sairia vivo para contar o viu.

Só que… Chegou a hora de destruir o esconderijo e a torre acaba indo ao chão, tanto Minos como o seu filho Minotauro são destruídos e o labirinto jamais foi reconstruído.

Agora vejamos o nosso Minotauro, o de hoje, o de todo dia. Como é que vive, e sobrevive; bom, o que sabemos é que ele existe que sempre esteve conosco, como a sombra que esta sempre junto, mas nem sempre nos damos conta, e é assim que ele acaba por emergir das sombras e por vezes chega a nos assombrar.

O que sabemos é que ter este lado, este Minotauro, é poder lhe dar “modos” a ele, e com consciência mantê-lo dentro da casinha. É como diz a oração, “orai e vigiai”. Como disse, ele sempre esteve conosco, é aquele ladinho que quer tudo do jeito que nós queremos. Nada ou ninguém pode me contrariar ou me desdizer. Só isso já é o suficiente para que saia e destrua algo ou pior ainda alguém.

Tempos difíceis estes que vivemos, há muitos ‘Minotauros’ fora da casinha, fora toca ou bem longe torre. Todos querendo devorar quem quer que seja. Aquele que passou na frente, o que olhou de forma diferente ou mesmo pensa de outro modo, o bicho sai e impiedosamente quer mais é devorá-lo.

Estamos vivendo um momento propício, se prestarmos atenção veremos vários por aí. Estão sempre irritados e bem agressivos, tipo pavio curto, ríspidos e ficam mal-humorados quando algo é dito fora de seu modo de pensar.

Este texto foi escrito de outra forma há alguns anos atrás, porém o estou reeditando por estar vendo tantos Minotauros à solta por aí, estou alarmada. Estão à solta nas redes sociais soltando fogo pelas ventas, armando encrenca em todos os canais de mídia e vídeo, com “lives” e mais “lives” ofensivas; nos “Twitter” vomitam fel por todos os lados.

Precisamos voltar a “pensar mais” antes de falar e / ou agir. Antes de postar, antes de colocar alguma noticia seja pelo Facebook, Instragram ou mesmo dizer na lata impropérios para uma pessoa que esta com uma ideia diferente.

Desta forma a convivência ficará mais fácil e melhor, afinal um pouco mais de docilidade não fará mal a ninguém entre todos.

Podemos aprender ou reaprender a pensar, mudar o foco, poder olhar para todos os lados antes de declarar guerra a tudo e todos, educando cada um o seu Minotauro, evitando este estado belicoso de ser.

Só tomando consciência da existência de nossa sombra poderemos “educa-la” e assim tornar a vida em família, em comunidade, no trabalho ou mesmo no mundo mais leve.

Nestes dias de isolamento estar com as mesmas pessoas dias e dias a fio é preciso repensar o Minotauro de cada um para que todos possam coabitar. E mesmo quem esta absolutamente só também precisa saber conviver com ele, para que não seja devorado.

Como disse… tempos difíceis estes pelos quais estamos passando, mas como diz uma música linda… Vivendo e Aprender a jogar…

Tirando o pé do Vale de Lágrimas

Sacolinha de pontos positivos.

Esta ideia foi tirada de uma proposta feita em algum site, TV ou Facebook. A sugestão aqui é para que todo mundo pegue um pequeno bloco para anotações e escreva apenas as coisas positivas que aconteceram naquele dia, mas o mais importante é fazer isso todos os dias.

Cada um pode criar seu jeito para anotar estes dados positivos. Um pote na cozinha, reutilizando uma caixinha de presente, vidro de azeitona, palmito ou mesmo uma sacolinha. E por aí afora, tanto faz onde você irá guardar as anotações o importante é escrevê-las e guardá-las.

Nossa mente pode funcionar de forma muito restrita para as coisas pequenas e boas que nos acontecem todos os dias, por vezes, várias vezes no mesmo dia, porém nem levamos em conta, passam por nós e deixamos ir como uma brisa que sopra e não volta. Assoberbados como somos não guardamos estas pequenas ‘graças’ do dia a dia.

Estou falando de coisinhas pequenas nada memorável como acertar na loteria, esta também, claro; mas dar atenção as coisas corriqueiras, por exemplo, passar longe de congestionamentos, chegar ao ponto de ônibus e justamente o seu ônibus chegar em poucos minutinhos. Estou falando aqui das pequenas alegrias que deixamos de lado como se não fossem importantes.

Vejamos um porque disto. Todos temos um pelo menos um, pezinho ‘pregado’ no vale de lágrimas que é a vida de desencontros e sufocos que nos assolam diariamente. Mentes ocupadas e atarefadas demais para registrar dados positivos, mesmo que pequenos.

Esta ideia vem para colocar mais atenção nessas ‘coisinhas’ e assim trazer para o consciente as situações positivas com mais força, com mais energia e vigor. Isso fortalece nossa própria positividade e crença de que coisas boas podem gerar mais coisas positivas e boas a todo momento.

Tirando nosso pé ou os dois pés deste vale de lágrimas da vida que aprendemos via uma educação judaico-cristã. Esta educação por si não é ruim, o ruim é acreditar nela sem a ter avaliado com o nosso próprio juízo de valores. Por isso esta ideia de escrever o que de bom acontece naquele dia.

A pergunta para que todos pensem e com isso resolvam anotar é : – Será que nada de positivo acontece pelo menos uma vez ao dia? E assim a sacolinha de pontos positivos pode no final do ano nos dar bons frutos. Um retorno que nossa caminhada nestes meses não foi um caos ao verificarmos o saldo total.

Certamente fazer este exercício nos fará amadurecer, aprender sobre ponderação faz parte da vida adulta. Maturidade é a soma constante de todas as experiências vividas dia após dia. Por isso ter consciência de tudo que acontece, positivo ou nem tanto, nos ajudará a fazer esta equação no final do ano ou até mesmo no final de cada noite.

O que poderá nos ajudar a ter uma melhor noite de sono e um novo dia com mais otimismo, por termos certeza de que coisas boas acontecem todos os dias.

Boas anotações a todos!

Cores do Mar … Festa do sol

Estou dando o nome neste texto com um pedacinho de uma música linda, de João Bosco, chamada Papel Machê. Então vamos lá. Todo mar tem suas cores e nuances diferentes, dependendo da pouca ou muita profundidade e mesmo da distância em que estamos quando olhamos para ele.

Também tem muita relação com a hora do dia, luz do sol, tipo sol a pino, cair da tarde, pôr-do-sol e na negritude da noite fica escuro como o céu sem luar e por aí vai. São vários os fatores que ocorrem para dar as águas marinhas tantas possibilidades. De tons e cores variados, não sei se a salinidade ajuda nisto também. Talvez com as grandes quantidades de água. Como por exemplo em mar aberto as águas sempre parecem mais para o tom azul marinho (escuro), porém sempre que a olhamos mais próximo de costões estão mais pretas, ou quando em grandes extensões de areia mudam para incontáveis tons de verde, azul, turquesa e por aí afora.

O certo é que bem pouca gente deixa de se encantar com tal beleza que ele nos apresenta. Tem explicações que a biologia marinha também nos dá, o que pode nos ajudar a entender de onde vem tanta boniteza.

Conhecendo pessoas que sabem sobre o assunto veja como funciona; um amigo e doutor em Biologia Marinha me ajudou e escreveu a meu pedido esta explicação “As águas do mar do caribe são azul turquesa devido sua limpidez e a coloração clara de suas areias. Segundo a física, quando a luz solar atinge as águas ela é refletida e parte dela penetra nas águas interagindo com suas moléculas.
Esse fator é também influenciado pelos microrganismos, (micro-organismos = microalgas), presentes no mar, por isso, em alguns locais ela fica esverdeada, quando entra em contato com a matéria orgânica de coloração amarela, ou seja, a mistura do azul com o amarelo”.

Sem pensar nos muitos litorais’ do mundo, o que vale a pena pensar e ver é que temos aqui no Brasil; uma costa marítima de muitos quilômetros. Vejamos, pelo Google, nosso país tem 7.367Km, banhado a leste pelo oceano Atlântico. O contorno da costa brasileira aumenta para 9.200Km se forem consideradas as saliências e reentrâncias deste mesmo litoral. A costa brasileira ou seja o nosso litoral é extenso e pouco recortado. Todo ele com boas chances de apresentar tons de azul e verde maravilhosas.

Penso que todos já viram o mar com muitos tons de verde, esmeralda, azul e outros tantos, muitos de nós devem ter fotos onde estes tons foram capturados e deslumbram qualquer um que olhe para estas fotos, assim como exercem certa magia para quem olha para suas águas ao vivo.

Água sempre foi um atrativo em potencial para mim desde pequena, difícil resistir ao chamado dela, me ensinaram a nadar bem nova e enquanto não ficava pronta para tal e para evitar maiores problemas amarravam uma boia de cortiça, na época era o que existia; e assim eu podia ir até as ondas, só até a terceira onda.

O mar sempre muito grande e apaixonante à minha frente. Quando não era o mar, era a piscina, rio ou o lago, se tinha água por perto, pronto o imã já estava me atraindo.

Meu signo é do elemento água, logo acabar me tornando mergulhadora e tempos depois me tornar a sistematizadora das Essências D’Água era mesmo uma questão de tempo.

Muita gente pergunta como se coleta a água dos animais marinhos, mesmo que conhece as essências florais acaba intrigado de como isso acontece. Pois bem nos três livros conto tudo isso em muitos detalhes, aqui vou contar só uma palhinha.

Como já esta no forno o primeiro livro infantil e é sobre a Matriarca do Sistema D’Água as Baleias em Abrolhos, escrevo aqui para vocês sobre como foi coletar a água com a energia e vibração destas gigantes e maravilhosas criaturas.

Tive motivos para ir até Abrolhos como, por exemplo, pensar que as Baleias, vão para lá e ficam meses sem comer pois neste lugar onde as águas são quentinhas e rasas não tem krill um mini camarão que na Patagônia é abundante; só para ter seu filhote e cuidar dele. Que outra baleia fica bem por perto quando o bebê esta nascendo, para ter certeza que ele vai conseguir ir até a flor dágua para respirar. Que ali naquele lugar, se parece com um berçário e um jardim da infância para que os filhotes se preparem fisicamente para conseguirem chegar bem lá no polo sul.

Então estes sinais me mostravam variações de como ocorre com estes enormes cetáceos a ‘maternagem’ e a maternidade entre elas. E como esta energia que as orienta e a fazem manter a dura estadia para dar cabo em sua missão de se tornar mãe, pode nos ajudar a equilibrar e por vezes restaurar o ânimo, emoções, sentimentos, força psíquica e tudo mais. A alegria de estarmos lá junto com todas elas é contagiante, aproxima pessoas que não se conhecem e um clima amisto, cooperativo se instala.

Desta forma não tive outro jeito, precisava mesmo trazer toda aquela vibração para pelo menos tentar, testar em local que estas emoções não aparecem tão facilmente.

A Essência funcionou, pessoas de diversas funções experimentaram e todas responderam de acordo com a vibração e energia que coletei bem em meio das águas daquele “berçário” que é Abrolhos.

Estas fotos são um presente das cores que o mar é capaz de assumir para nos deslumbrar.

Coisas da Alegria, coisas da vida!

Temos certas coisas na vida que não mudam nunca. São coisas simples que existem desde que o mundo é mundo e pode ser em qualquer lugar dele.

Presto muita atenção quando viajo para qualquer, faz parte de tudo que sempre me chama atenção, e com tanto tempo de estrada dá ter uma ou umas palavrinhas sobre as crianças pelo mundo, vivendo suas vidinhas com toda a graça e muita luz que crianças têm ao brincarem juntas.

Quando vi estas crianças da foto brincando na água de um rio no interior do interior de um país bem longe de tudo; este da foto tirou a roupa e entrou ao encontro dos demais, Isso fez passar um filme na minha cabeça lembrando todos os lugares em que passei e vi esta mesma cena tantas e tantas vezes, simplesmente não teve outro jeito a não ser fotografar e agora poder escrever sobre isso.

São mágicas as cenas que podemos ver e ao ouvir entre gargalhadas e brincadeiras que se propõem a fazer quando estão juntos. Na água parece que estas cenas de alegria se intensificam e tornam ainda mais gostosas tanto para as crianças que se divertem como para quem quer que seja que assiste ao espetáculo que as crianças dão ao brincarem espontaneamente.

Sem se importarem com que assiste as cenas ou quem mais vai entrar no rio, na água turva e até fria do final do dia. O que mais querem é brincar, querem mesmo é ser feliz, se não percebem os problemas de escola ou sociais, diferenças culturais, e tudo mais que esta acontecendo fora do leito deste rio, naquele momento, pelo menos naquele exato momento não dava para perceber se outra coisa no mundo passava por lá.

Mas isso também acontece quando jogam bola ao ar livre ou pensam que estão voando sobre a bicicleta, no skate, patins e qualquer outra brincadeira que os deixem neste estado de graça que transborda alegria e felicidade.

Certas vezes, nós adultos também nos soltamos e nos sentimos assim, numa transbordante taça de champanhe chamada alegria, quando estamos realizando algo que estava só nos planos por anos. Ou ainda em situações mais simples como conseguir uma reunião com amigos de longa data ou caminhar em grupo por uma boa causa.

Alto Astral

Como passar o Natal e entrar no novo ano com… no mínimo Alto Astral?

Podemos sempre repensar conceitos e olhar as coisas de outro modo, indo atrás daquilo que é realmente necessário.

Todo final de ano nos leva a fazer reflexões sobre as propostas que elaboramos para este ano que se encerra e muitas vezes encontramos uma lista das coisas que deixamos por fazer; e ao checar o que foi realizado descobrimos que muitas propostas não saíram do papel. Certa sofreguidão acontece neste instante por não ter dado conta de executar o planejado.

É quando dizemos para nós mesmos “deixa para lá”, só que isso acaba dando a impressão ‘ficar devendo’ para nós mesmos. Ok, só dar de ombros não vai nos ajudar a construir uma vida melhor. Certamente deprimir por conta disso também não o será. Como resolver esta questão?

As Formulações das Essências D’Água podem auxiliar para que você olhe com outros olhos este mesmo ponto. Vamos lá. Começaremos deixando o nível de criticas o mais real possível sem que tenhamos de tirar pedaços de nós mesmos. Ter consciência de nossas falhas e dos pontos a serem melhorados ajuda muito aqui.


AUTOESTIMA 
é a fórmula que irá trazer esta possibilidade à tona. Equilibrando os pratos da balança. Pés no chão, aterramento é vital para rever o que de fato foi feito e o que foi deixado para lá, e por que foi assim. Abrir espaço para verificar o porquê nós não cumprimos a lista na totalidade é fazer as pazes conosco. Esta formulação abre espaço para clarear os pensamentos.

Outra possibilidade de composto das Essências D’Água para atravessar o Ano de Bem conosco e com a Vida é SUPERAÇÃO. Viver é enfrentar desafios, frustrações e permanecer inteiros e melhorados a cada vez.

Resiliência é isso, é a capacidade ‘elástica’ de recuperação que nós temos e / ou desenvolvemos. Isto certamente nos fortalecerá. Afinal aumentar o limiar de frustração é sempre crescer como pessoa. Acreditar que somos capazes de superar os ‘ataques infantis’ e assim começamos a entender que “nem tudo é exatamente como a gente quer”!… E acredite vamos sobreviver.

Uma vez que se consegue superar estes entraves que nos fazem ver cara a cara nossa humanidade, ou seja, a dificuldade que temos para aceitar tudo aquilo que não dá certo quando assim queremos. Podemos dar novos passos para seguir até chegar ao alto astral.

A formulação MATURIDADE pode nos levar a pensar nas experiências que já tivemos e assim facilitar dia a dia. Rever nossas conquistas nos torna mais confiáveis, afinal nossa história é o que somos. Com os acertos e as tentativas que falharam também, mas nos coloca de frente com nossas reais possibilidades.

SERENIDADE é um composto que traz uma outra possibilidade, porque nos tira deste estresse de final de ano, que todo ano, quase nos enlouquece. Se baixarmos o nível de ansiedade já estaremos mais livres para ponderar com consciência o que realmente dá para ser feito.

Vejam bem, nem sempre é necessário tomar todas estas fórmulas, se colocar a cabeça para pensar cada um chegará ao seu problema base e então escolher qual delas será melhor para si.

Agora, vamos pensar na formulação que nos abre o caminho para o Alto Astral total, SUCESSO, esta fórmula traz uma proposta para quebrar a cadeia de pensamento que não nos deixam decolar e alcançar nossos sonhos.

SUCESSO é uma das fórmulas que pode fazer com que cada um de nós possa quebrar certos paradigmas “paralisantes” e assim chegar onde queremos – naquele lugar que sabemos ser nosso lugar, o lugar que sonhamos, pensamos e agora esta em vias de realização.

As Essências D’Água deseja a todos os clientes e amigos um Natal de Luz e um Ano Novo com as realizações desejadas!