Blog das Essências
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Pressão e Sucesso

Será que o sucesso existe sem aquela pitadinha de pressão? Será que algum dia a pressão realmente acaba?

Sinceramente penso que não, somos estimulados desde bem pequenos a ter sucesso, um atrás do outro. Quer ver… pense bem, quando fazemos “festinha” para as crianças quando fazem algo novo, quando dá alguns passos mesmo que vacilantes, quando começam a andar de ‘bike’ sem cair ou quando tiram as rodinhas da primeira bicicleta, sempre somos estimulados, e aplaudidos nas conquistas, então aprendemos a querer mais.

Notas da escola – são boas, nos dão parabéns, junto com certa pressão para que no próximo boletim sejam ainda melhores, em todas as áreas, fez nível um, já perguntam quando seguira para o “dois”. Hoje em dia até os Vídeos Games cobram imediatamente para que faça mais pontos, vá para outro jogo com maior dificuldade, sempre com um novo desafio o que quer dizer… pressão     

Só que precisamos pensar que com o passar do tempo esta pressão começa a ser nossa. Nós mesmos passamos a querer mais e mais.

Imagine o quanto um atleta, de qualquer modalidade esportiva que pratique, desde muito pequeno. Os aplausos de seu sucesso vão se tornando parte de cada treino, de cada segundo a menos na tabela de pontuação para ultrapassar os próprios recordes.

As Olimpíadas no Japão acabaram. A maioria dos vencedores tem algo em comum. Subir mais um pouco no podium ou manter-se no que conquistou.

O certo é que a pressão de dentro ou de fora nunca acaba, natural é ser campeão, não nos preparam para não termos sucesso. Mesmo crescidos ninguém quer pensar em fracassar, perder, com isso o perigo é deixar de tentar. 

  Hoje vemos com muita frequência competições infantis que outorgam medalhas para todos os participantes, não importando perder ou ganhar. Talvez isso dê a falsa ideia que não preciso de esforço algum para receber prêmios.

Por outro lado não ajudam em nada o crescimento emocional, crianças precisam aprender a lidar com o que não dá certo, com os erros, em ficar fora do “podium”. Às vezes ganhamos, outras não. Isso nos diz que precisamos de mais dedicação, treino, mais paciência e persistência. 

A pressão nunca acabará, cada ‘nova’ ideia desencadeia uma torrente de ações para chegarmos ao ‘podium’ não importa qual, sempre iremos querer vencer, por isso lidar com a pressão externa e interna são coisas difíceis, e não sobra energia nem por um instante para o não dar certo, incluir a possibilidade do fracasso pode nos fortalecer, perder não pode ser o fim do mundo. Pode mostrar mais claramente a necessidade de maior tempo de treino e dedicação.

Precisamos nos preparar melhor para as coisas que não dão certo na vida, para não deixarmos de lado o que realmente importa que é tentar nos superar, dar o melhor de si em tudo que se faz não necessariamente é a certeza de medalhas, mas sempre pode ser um bom começo. 

O DILEMA DAS REDES

Este é o documentário do momento, esta fazendo sucesso pois alguns dos ex-funcionários das mais famosas e poderosas redes sociais resolveram contar como é feita a manipulação por trás destas firmas.

Somos suscetível a todo e qualquer tipo de atenção, afinal desde o nascimento até um bom tempo depois, precisamos das relações humanas para sobreviver. Ficamos muito tempo ‘na mira’ direta de quem nos dispensa muito tempo e atenção para que possamos ter conforto físico e emocional; seja pelo alimento, sono, asseio e boas doses de carinho e afeto. 

Na maioria das vezes é justamente através da atenção que nos dispensam que nos tornamos seres sociais, nos reunimos desde sempre em grupos para uma infinidade de situações. Isso desde que o mundo é mundo. 

Neste documentário estes ex-funcionários e mais alguns tantos professores de comunicação e informática nos contam que as redes sociais usam o mesmo procedimento. Afinal têm sistemas operacionais que “sabem”o que nos chama mais atenção e assim providenciam tais coisas.

Por exemplo, quem nunca passou por isso – se nos detemos pesquisando valores de uma torradeira, misteriosamente todas as lojas que vendem este tipo de torradeira começa a enviar vários modelitos e preços desta mesma torradeira.

Estas redes sabem de tudo, até mesmo o que não gostaríamos que ninguém soubesse. As explicações dadas por eles é simples o tempo de atenção que precisamos. 

Dá mesma forma quando damos um “like” em um determinado assunto, somos “fisgados” e passamos a recebem temas relacionados a ele.

Os atrativos que nos detém por mais tempo ligados na rede para eles é ‘dimdim’ no bolso, e nós ficamos cada vez mais presos, nestas redes de identificações.

É na verdade um mundo mágico que existe por trás destas redes sociais, que ao mesmo tempo nos dão muita atenção através dos “likes” que recebemos daqueles que fazem parte da minha, sua e nossa rede pessoal, ou através destes ‘posts’ que aparecem enquanto estamos navegando.

O incentivo para cada um é a atenção que nos dispensam, para eles da redes é o quanto somos capazes de adentrar neste emaranhado de grupos e assim nos perpetuamos plugados naquilo que eles indicam.

Ivan Petrovich Pavlov, nos demonstrou que através do reforço negativo ou positivo conseguimos aprender ou ensinar qualquer coisa a qualquer um.

Os ratinhos brancos de laboratórios “sabiam” que existia duas alavancas na gaiola em que eram colocados após x’s horas sem água e assim que entravam na caixa experimental rapidamente se dirigiam a alavanca certa. Afinal já haviam entendido que a outra estava seca.

É o mesmo princípio que é usado nas redes sociais, não duvide nem por um momento disso. Nos condicionam para clicar ‘like’ ou não a cada post que recebemos, sejam da nossa rede ou da rede dos  “amigos” que nem sempre conhecemos. 

Mas como sempre precisamos de ‘likes’ o tempo todo corremos atrás deles, quem não gosta de receber ‘likes’ quando posta alguma coisa em qualquer lugar da rede. Lembre-se de que quando era criança recebia ‘likes’ da mamãe também sempre fazia algo que estava de acordo com o ensinamento dado por ela. Na escola recebíamos ou recebemos ‘likes’ dos professores, na minha época tinha a estrelinha, tirar 10 era uma coisa, agora 10* era o máximo. 

Somos todos condicionados e queremos mais é receber “likes e mais likes” por todas as coisas que fazemos. Só que no momento as redes trouxeram algo extra e imediato que dá aquela levantada em nosso astral, logo nos submetemos. 

Não é crime querer atenção ou gostar de atenção e problema que estes ex-funcionários das redes sociais levantam é para que passemos a pensar a respeito deste assunto; assim como ter consciência de com nos conduzem estes poderosos instrumentos da internet. Mais nada! 

Se a Autoestima esta somente ligada aos “likes da rede”, isso é um sinal perigoso. Afinal para ter Autoestima equilibrada é preciso olhar para para dentro de nós e não para o que dizem as redes sócias sobre nós. 

Da mesma forma não podemos pensar que a “vida” que o cola nestas mesmas redes seja só sorrisos e comidinhas legais, brincadeiras e passeios em lugares de arrasar.  

Tirando o pé do Vale de Lágrimas

Sacolinha de pontos positivos.

Esta ideia foi tirada de uma proposta feita em algum site, TV ou Facebook. A sugestão aqui é para que todo mundo pegue um pequeno bloco para anotações e escreva apenas as coisas positivas que aconteceram naquele dia, mas o mais importante é fazer isso todos os dias.

Cada um pode criar seu jeito para anotar estes dados positivos. Um pote na cozinha, reutilizando uma caixinha de presente, vidro de azeitona, palmito ou mesmo uma sacolinha. E por aí afora, tanto faz onde você irá guardar as anotações o importante é escrevê-las e guardá-las.

Nossa mente pode funcionar de forma muito restrita para as coisas pequenas e boas que nos acontecem todos os dias, por vezes, várias vezes no mesmo dia, porém nem levamos em conta, passam por nós e deixamos ir como uma brisa que sopra e não volta. Assoberbados como somos não guardamos estas pequenas ‘graças’ do dia a dia.

Estou falando de coisinhas pequenas nada memorável como acertar na loteria, esta também, claro; mas dar atenção as coisas corriqueiras, por exemplo, passar longe de congestionamentos, chegar ao ponto de ônibus e justamente o seu ônibus chegar em poucos minutinhos. Estou falando aqui das pequenas alegrias que deixamos de lado como se não fossem importantes.

Vejamos um porque disto. Todos temos um pelo menos um, pezinho ‘pregado’ no vale de lágrimas que é a vida de desencontros e sufocos que nos assolam diariamente. Mentes ocupadas e atarefadas demais para registrar dados positivos, mesmo que pequenos.

Esta ideia vem para colocar mais atenção nessas ‘coisinhas’ e assim trazer para o consciente as situações positivas com mais força, com mais energia e vigor. Isso fortalece nossa própria positividade e crença de que coisas boas podem gerar mais coisas positivas e boas a todo momento.

Tirando nosso pé ou os dois pés deste vale de lágrimas da vida que aprendemos via uma educação judaico-cristã. Esta educação por si não é ruim, o ruim é acreditar nela sem a ter avaliado com o nosso próprio juízo de valores. Por isso esta ideia de escrever o que de bom acontece naquele dia.

A pergunta para que todos pensem e com isso resolvam anotar é : – Será que nada de positivo acontece pelo menos uma vez ao dia? E assim a sacolinha de pontos positivos pode no final do ano nos dar bons frutos. Um retorno que nossa caminhada nestes meses não foi um caos ao verificarmos o saldo total.

Certamente fazer este exercício nos fará amadurecer, aprender sobre ponderação faz parte da vida adulta. Maturidade é a soma constante de todas as experiências vividas dia após dia. Por isso ter consciência de tudo que acontece, positivo ou nem tanto, nos ajudará a fazer esta equação no final do ano ou até mesmo no final de cada noite.

O que poderá nos ajudar a ter uma melhor noite de sono e um novo dia com mais otimismo, por termos certeza de que coisas boas acontecem todos os dias.

Boas anotações a todos!

FINADOS – Dia dos Finados! Dia dos Mortos!

 É o dia celebrado pelo catolicismo em 2 de Novembro, para se homenagear as pessoas falecidas os fiéis mortos.

Podemos olhar por vários ângulos a “sofrência” que se instala perante a morte dos nossos entes queridos. A começar pela forma familiar em que somos criados vendo o desenrolar destas situações dentro de nossa própria vidinha em família desde pequenos. Pelo simples fato de vivenciarmos os “dramas ou não” que os parentes fazem quando ocorrem os falecimentos no núcleo doméstico durante a nossa formação.

Quanto mais difícil for o sofrimento e longa a elaboração do luto neste núcleo familiar mais pesaroso será para as crianças também. Pela literatura e nas cinematecas podemos ver melhor como o luto era ‘tratado’ nos anais da história, pesados vestidos negros, casas sem luz e quase sem vida também, filhos que deixavam de frequentar bailes e outras festividades e assim por diante. Um pesar cheio de dor interna e externamente mostrado.


Isto fazia parte da cultura ou das culturas, cada uma das sociedades tem seu jeito e modo de encarar a morte e como enfrentar a ausência daquele que partiu.

Partilhamos e fomos deixando esses “modos” de sofrência para lá, talvez a vida agitada foi nos dando outras formas de cultuarmos nossas dores e ausências de outras formas. São poucos que ainda frequentam os cemitérios com certa regularidade. E mesmo nas datas mais marcantes tenho visto muitos túmulos sem aquele preparo que antigamente se faziam.

Semanas antes de finados por exemplo, havia certo ‘frenesi’ para saber quem ou se era preciso lavar ou pintar ou ainda dar uma ajeitada no túmulo, hoje com os PAX da vida, e da morte, melhor dizendo; que são os cemitérios gramados este hábito familiar acabou ou quase. Talvez ainda levem flores, ou cheguem até lá para lustrar as pequenas plaquinhas com o nome do finado.

Assim como levar ao cemitério bebidas e alimentação, música, como também se fantasiar para a data de finados, e ir até os túmulos e fazer verdadeiras refeições festivas como é no México e que se tornou parte de alguns roteiros turísticos deste país. Desde o aeroporto da capital – Cidade do México existem restaurantes, muitos, com “esta pegada”, o que atrai o cliente para tirar as fotos e selfies com as caveiras todas enfeitadas e festivas e o turista acaba ficando.

O certo é que de um jeito ou de outro com túmulos, cemitérios gramados, urnas com as cinzas dos que foram cremados, sempre teremos nossos mortos em algum lugar físico ou no coração para chorar e lembrar.

“Alguém tem de morrer para valorizarmos a vida”!

Colocaria um sinal de interrogação, mas como ouvi isso em algum lugar, e não sei onde e nem ao menos quem foi que disse. Mas tenho certeza que não podemos pensar e agir desta maneira em relação à vida. Valorizar a vida contudo é uma opção, e, cada um precisa parar, pensar e escolher o que irá valorizar na sua vida. Todos temos liberdade para isso.

O que importa na vida e para a vida de cada um, é uma escolha sempre; como qualquer outra coisa que nos fala tão de perto, afinal saúde é um apanhado de itens não apenas físico mas também emocional, mental, assim como espiritual. Por conta disso, cada opção que fazemos tem que ser feita antes de tudo, com muita consciência.

De que lado do funil escolhemos olhar?

Acontece comigo o tempo todo, fico paralisada diante de um problema que a primeira vista parece sem solução. Mas aqui cabe uma reflexão! Existe algum problema que logo no primeiro olhar não nos pareça um problemão?

Cada problema ou todo problema sempre irá causar um desassossego em nós, afinal ele quebra a nossa tão idolatrada comodidade, por isso costumamos achar que são enormes os ditos cujos problemas.

E no fundo… Pelo menos meia dúzia deles será preciso resolver todos os dias logo no período da manhã, para não pesar muito com os que virão com certeza fazer parte de nossa agenda no período da tarde e quem sabe pela noite adentro!

Pessimismo, não – não nada disso! Tudo irá depender de que lado do funil você estará olhando!

Estar vivo é estar em movimento!

E enquanto estivermos vivos estaremos querendo coisas que nos faça nos sentir bem. Então é aí que mora o perigo, primeiro é sempre a expectativa, esta tem relação direta com o que quero e com que posso realizar – “Se ambas não estiverem de acordo… terei um problema”, bem aqui.

De que lado do funil você esta olhando agora…

Proponho este livre pensar aos clientes,  quando estão concentrados ou fixados num único problema. Sem conseguir olhar para o lado ou à frente. Só enxergam o caos ali adiante, e claro quando estamos nesta fase, absorvidos pela espiral que um grande problema traz e não conseguimos ver saída.

Por isso peço para que virem o funil e olhem pelo lado pequenininho não mais por aquele que converge nosso olhar para um único ponto, aquele que nos dá um ponto exclusivo de foco – neste caso o problema.

Penso que se focarmos demasiadamente o problema com certeza nós deixaremos de encontrar as soluções. Pelo simples fato de não estarmos mais atentos ao todo.

Parto de um princípio básico de que se existe um problema há pelo menos uma solução, o negócio aqui – durante o caos – é ter esta certeza e criatividade para encontrá-la.

Ao olhar pelo outro lado do funil, do “furinho para a boca” – ou seja, para a parte larga dele, podemos ver de uma área bem maior, isso nos dará mais saídas de escape e então mais soluções possíveis aparecerão com certeza. Mais chances de dar a volta por cima de qualquer problema que estejamos enfrentando.

Quando “co criei” com a natureza as essências vibracionais da mina dágua e do caranguejo, foi justamente baseada neste princípio.  Deixar o piloto automático de lado e escolher melhor os pensamentos!

A primeira essência Mina Dágua é aquela que vai colocar nossa criatividade para trabalhar e assim ir quebrando os padrões de pensamentos “achatados” que sempre preferem surgir rapidamente para dizer que não tem saída para tal problema, cocriei.

segunda essência do caranguejo-esponja  que é um ser bem criativo, ele recorta a esponja para se camuflar e chegar ao seu objetivo, a satisfação de sua necessidade básica alimentação. Nós usamos as camuflagens como forma de não precisarmos encarar  dificuldades e enfrentar o problema rapidamente.

Esta essência nos mostrará que fazemos das situações limitantes a “justa causa dos sofrimentos que é estar vivo” e usar isso como uma desculpa para não encarar e resolver problemas ou pior se tornar apático e aos poucos ir deixando de querer para não ter que se mexer e ter trabalho com as realizações.

Vida é movimento e realização então, vamos ficar atentos para sacar de cara por qual lado do funil nós estamos olhando e conscientemente optar pela mudança ou não.

Para saber mais e melhor sobre o caranguejo-esponja visite o site https://www.essenciasdagua.com/ , mas tudo mesmo sobre destas duas essências estão nos livros que você pode adquirir pelo e-commerce na www.loja-essenciasdagua.com/Mina Dágua está no 2º livro ‘Essências Vibracionais D’Água’ e Caranguejo-esponja esta no 3º – ‘Mar de Noronha e outras Águas’.

UMA PULGA ATRÁS DA ORELHA

Quem já não ouviu esta máxima?

Com a pulga atrás da orelha. Podem ser muitas outras coisas também.

Gosto de pensar nesta proposta “metafórica” quando é preciso que as pessoas passem a prestar atenção muita ‘atenção’ em tudo que possa estar pensando, possa estar sentindo ou mesmo onde possa estar querendo chegar.

Estar presente em tudo que seja lugar, sempre presente; sempre atento, sempre alerta como nos escoteiros. Este estar vigilante ao que se esta pensando ou sentindo, pode fazer “maravilhas” por todos nós. Nos tira do estado de inconsciência e automatismo que nos assola quando desatentos à realidade que nos encontramos.

Neste estado apenas vamos respondendo aos estímulos mais nada, absolutamente nada. Tão ruim como um simples estímulo / resposta. Impensado, aparentemente até involuntário podemos dizer a respeito destas respostas automáticas.

Uma pulga bem alimentada, uma consciência bem atenta sobre o que estamos fazendo, pensando, querendo e por aí afora. O que facilita a tomada de consciência é a psicoterapia. No peculiar mexe e remexe das nossas ‘coisas’, durante as sessões de psicoterapia; esta falta de clareza sobre o que realmente se passa conosco vem à tona e então podemos adquiri-la.

A vantagem de ter consciência sobre nossas vontades, medos e mais precisamente de como ‘funcionamos’ em meio a todo burburinho mental que agita a vida é que podemos ter certa lucidez para nos relacionar com o mundo.

Quem não se lembra do Grilo Falante, um personagem bem-humorado e sempre presente da história de Pinóquio, que foi o tempo todo, sua consciência para que as coisas ficassem bem. Bom… quando Pinóquio conseguia ouvir a voz do grilo a lhe falar.

Aqui na nossa história não precisamos dar voz a nossa ‘pulga’; mas quando uma pulga é bem nutrida sempre pode dar uma grande ajuda, com uma pequena picadinha atrás da orelha quando for preciso, e isto pode nos colocar de volta para ficarmos atentos ao que realmente importa – ter consciência de como funcionamos, e então efetuar as mudanças que queremos.

Então vamos lá, alimente sua pulga!

SUPERAÇÃO

Penso que superar é tão importante quanto respirar, pense comigo, nascemos e a primeira atitude que tomamos ou nos fazem tomar é respirar. Para que, se não para superar a perda do ‘nirvana’ que é o ventre materno. Por mais apertado que possa estar no final da gravidez na barriga da mamãe ainda é o melhor lugar do mundo, é o que ‘conhecemos’, onde vivemos.

Pois bem, continuemos a nossa história de vida, sendo assim superamos a fome aprendendo a mamar, e em cada momento fomos ‘superando’ dificuldade atrás de dificuldade, uma a uma, sempre.

Faço muito um ‘exercício’ no consultório que podemos dar vários nomes, revendo, ‘recapitulando’, revivendo e por aí afora. Sempre peço para se lembrarem de todo o processo de crescimento, de vida, e assim poderem dizer o que exatamente foi ‘fácil’ ou simples logo de primeira.

Coisas tipo muito antes de andar e falar, precisamos, por exemplo, ter que adquirir ‘entendimentos’ muitos entendimentos. E muitas superações começam bem ali.

Todo o aprendizado é de superações, a cada dificuldade onde precisamos levar mais tempo para ficar ‘craque’; para adquirir prática é preciso treino, às vezes muito e todo treino é superar-se, acredite, sempre.

Com esta visão bem real de que durante a vida toda sempre estamos nos superando em qualquer parte, a qualquer momento, sobre qualquer assunto e que conseguimos andar apesar dos tombos que levamos. Podemos nos ver como mais fortes.

Até dá para lembrar, daquelas quedas que tivéssemos antes de chegar a ter equilíbrio bastante para deixar as rodinhas da primeira bicicleta de lado, quantas vezes? Quanto tempo levou. Quantas vezes apagamos as letrinhas que saíram erradas no caderno do primeiro ano de escola?

Em cada uma das vezes vencemos ou ultrapassamos os problemas e dificuldades e seguimos à diante. Quando crescemos os problemas ‘crescem’ conosco. Um coração partido dói mais que um joelho ralado ninguém dúvida disso. Até que a vida nos chame para ir além e então apenas seguimos em frente superando outra vez.

É o que fazemos, superamos, com mais força e coragem que antes, esta ideia precisa estar presente, como os problemas e adversidades que vem e vão e saber que somos capazes de nos defender e de nos recuperar de infortúnios isso faz parte do nosso show de cada dia.

Os bicos e os Adolescentes!

O que parece é que foram feitos um para o outro, sem tirar nem por. Em algum momento da adolescência, todos acabam por acreditar que a vida lhes deve alguma coisa. Que o mundo está devendo algo para eles, ainda mais que estão produzindo “agora” a obra da vida de sua vida, que será de alguma forma um avanço para a humanidade!

Ninguém é capaz de ver isso, e tudo e todos estão numa articulação maquiavélica, formando um grande complô para destruir seu poder criativo e assim como seu futuro é chamuscado; e teria tudo para ser simplesmente brilhante. Contudo, uma vez que todos teimam em puxar seu pequeno tapete, “jamais poderei sair disso”!

A veia dramática, sem dúvida, acompanha o biquinho! Faz parte, talvez… porque muitos deles são gerados por mães que não perdem por nada deste mundo um capitulo sequer das novelas de Janete Clair ou Glória Perez e seus verdadeiros dramalhões, nos quais choravam e emocionavam muito com uma das namoradinhas do Brasil, que interpretam estes dramas.

Então é assim, para o adolescente, nada foi tão importante assim na vida; mas agora que está sentindo certa inspiração, certa luz que até parece ser “divina”, vem alguém e poda, corta! Justo neste momento que até aquela velha inibição que impedia de existir tão livremente com suas artes, sumiu! “Agora que sinto ser capaz de expressá-las, e viver com intensidade dentro das minhas artes como realmente merecem, quando fluem, acabo boicotada”!

Em todo caso, não importa muito qual o caso, tudo se torna um caso para o adolescente que resolve se revoltar e ficar de biquinho! E só ficar repetindo, que o mundo não é justo e a vida é má! E que não se pode confiar em nada e em ninguém!

Como falta vivência e por vezes é falta de literatura para a grande maioria destes jovenzinhos, não se tem muito como argumentar com eles, o melhor e sair da frente para não tropeçarmos no bico e tocarmos a nossa vida. Afinal quando resolvem que devem continuar sendo mimados por todos mesmo que não sejam os seus “papais e mamães”, melhor deixar para lá.

Enfim cada qual tem sua própria época para amadurecer, as vezes irão “passar a vida querendo mimos” e isto sem dúvida lhes custará caro, afinal cada vez que o “mundo lhes disser um Não” – agirão como bebes chorões e bicudos, olhando sempre para o que os outros não lhes dão, e não para o que precisam e já podem fazer por si mesmos!

Com toda pompa e glória dos 20 e poucos anos, são … ou pensam que são os donos do mundo e da verdade, até que não possam fazer algo… então o mundo cai… e claro a culpa é do outro.

Crescer é bom, mas dá trabalho, leva tempo! É um trabalho artesanal, é aí que aprendemos a pensar e a sentir com “realidade” as coisas, todas as coisas. A entender que o mundo não está aí só para nos servir; que a vida é uma estrada de mão dupla. Sempre teremos arcar com o Ônus para chegarmos ao Bônus!

Infelizmente nesta relação não existe lugar para bicos… é aqui que crescer se torna imprescindível…

No sistema das ESSÊNCIAS D’ÁGUA existem algumas formulações que podem ajudar a passar por esta fase de forma mais calma e facilmente.

SERENIDADE e MATURIDADE são duas delas. A primeiras dissipa e toxidade das tristezas do adolescentes e MATURIDADE trará equilíbrio para enfrentar os problemas desta fase tão conturbada. Para saber mais veja aqui mesmo no site em em –  FORMULAÇÕES –

Para adquirir click em www.loja-essenciasdagua.com

Killifish

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Dados geográficos

LENÇÓIS MARANHENSES

O killifish é um pequeno peixe que vive em poças d’água ou lagoas como as que se formam entre as dunas dos Lençóis Maranhenses. O casal de peixes enterra-se no substrato da poça e então ocorre a desova. Quando as águas secam, na estiagem, os peixes morrem, mas com as primeiras chuvas forma-se nova reserva de água e os ovos eclodem, recomeçando assim o ciclo de vida dessa espécie.

A essência

Vibracionalmente esta essência apoiará o movimento interno, para reavaliar a vida em todo o seu contexto. Permitirá que a percepção do mundo continue existindo, assim quando “a hora da virada chegar”, poderemos realmente segurá-la com as duas mãos. Sem medo de olhar e viver internamente, esta essência irá reavaliar nossa potencialidade, para que no momento certo possamos agir, realizar nosso potencial no mundo.

Mosaicos das Essências D’Água – Maturidade

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MATURIDADE

Ponderação, plenitude e reflexão.

Uma das melhores fases da vida é quando atingimos a maturidade, estar plenamente usufruindo de todo aprendizado e sabedoria pessoal, faz com que possamos usufruir de forma tranquila as experiências e enfrentar os problemas de forma mais equilibrada. Este composto nos leva a atingir esse níveis de sabedoria mais rapidamente trazendo à tona as experiências adquiridas para que possamos agir de forma menos impulsiva, sem pensar.