Blog das Essências
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Pressão e Sucesso

Será que o sucesso existe sem aquela pitadinha de pressão? Será que algum dia a pressão realmente acaba?

Sinceramente penso que não, somos estimulados desde bem pequenos a ter sucesso, um atrás do outro. Quer ver… pense bem, quando fazemos “festinha” para as crianças quando fazem algo novo, quando dá alguns passos mesmo que vacilantes, quando começam a andar de ‘bike’ sem cair ou quando tiram as rodinhas da primeira bicicleta, sempre somos estimulados, e aplaudidos nas conquistas, então aprendemos a querer mais.

Notas da escola – são boas, nos dão parabéns, junto com certa pressão para que no próximo boletim sejam ainda melhores, em todas as áreas, fez nível um, já perguntam quando seguira para o “dois”. Hoje em dia até os Vídeos Games cobram imediatamente para que faça mais pontos, vá para outro jogo com maior dificuldade, sempre com um novo desafio o que quer dizer… pressão     

Só que precisamos pensar que com o passar do tempo esta pressão começa a ser nossa. Nós mesmos passamos a querer mais e mais.

Imagine o quanto um atleta, de qualquer modalidade esportiva que pratique, desde muito pequeno. Os aplausos de seu sucesso vão se tornando parte de cada treino, de cada segundo a menos na tabela de pontuação para ultrapassar os próprios recordes.

As Olimpíadas no Japão acabaram. A maioria dos vencedores tem algo em comum. Subir mais um pouco no podium ou manter-se no que conquistou.

O certo é que a pressão de dentro ou de fora nunca acaba, natural é ser campeão, não nos preparam para não termos sucesso. Mesmo crescidos ninguém quer pensar em fracassar, perder, com isso o perigo é deixar de tentar. 

  Hoje vemos com muita frequência competições infantis que outorgam medalhas para todos os participantes, não importando perder ou ganhar. Talvez isso dê a falsa ideia que não preciso de esforço algum para receber prêmios.

Por outro lado não ajudam em nada o crescimento emocional, crianças precisam aprender a lidar com o que não dá certo, com os erros, em ficar fora do “podium”. Às vezes ganhamos, outras não. Isso nos diz que precisamos de mais dedicação, treino, mais paciência e persistência. 

A pressão nunca acabará, cada ‘nova’ ideia desencadeia uma torrente de ações para chegarmos ao ‘podium’ não importa qual, sempre iremos querer vencer, por isso lidar com a pressão externa e interna são coisas difíceis, e não sobra energia nem por um instante para o não dar certo, incluir a possibilidade do fracasso pode nos fortalecer, perder não pode ser o fim do mundo. Pode mostrar mais claramente a necessidade de maior tempo de treino e dedicação.

Precisamos nos preparar melhor para as coisas que não dão certo na vida, para não deixarmos de lado o que realmente importa que é tentar nos superar, dar o melhor de si em tudo que se faz não necessariamente é a certeza de medalhas, mas sempre pode ser um bom começo. 

2020 – O ANO DA MARMOTA!

Pois é, quem assistiu o filme “O dia da Marmota” pode dizer que viu este filme novamente, e durante todo este ano. Se ainda não assistiu – assista!!

Vamos lá, o que é necessário lembrar deste filme, que por sinal gostei muito; é o que fiz com todos os meus dias enquanto a Marmota não saia da sua toca? Bem a ideia é que cada um pense nisto, o que você fez neste ano de reclusão?

Além desta pergunta, outra se faz presente também, o que é que cada um de nós fará até que chegue a sua vez para se encontrar com a Marmota. 

Groundhog muzzle looking out of mink

Afinal, cada um com sua idade terá seu lugar na fila, talvez demore mais para uns do que para outros, tipo:- “pegue sua senha e aguarde na fila”, na mesma interminável fila de quantos milhões de brasileiros que estarão nela aguardando a vez.

Fazendo um exame de consciência sobre como vivemos este ano todo em que a Marmota estava sendo elaborada pelos cientistas do mundo todo; para facilitar é que vale parar e a pensar, no que ainda podemos fazer. Pois vem aí a agonizante espera de sabe-se lá quanto tempo amargaremos na fila da ‘salvadora vacina’, que carinhosamente chamo de Marmota.

O que afinal aprendemos ficando dentro de casa – isolados fisicamente, será melhoramos o isolamento afetivo e emocional que permeava o dia a dia de cada qual? Aparentemente muita gente reclamava que a falta de tempo para ficar com os amados era sempre pouco, tempo diminuto para expressar amor. Mas… na pandemia… muitos puderam ficar juntinhos.

Como foi a expressão deste amor todo que estava represado durante os tempos corridos e sem tempo de outrora? Será que fizemos uso desta afetividade? Expressando tudo que estava por dizer pela falta de tempo?

Quantas vezes tentamos fazer de novo a mesma ‘lição como no filme’ até fazer direitinho, aquilo no que não era tão bom ou não sabia mesmo fazer. Ah… de novo…  se você não assistiu é uma boa pedida. Rimos e rimos sobre a mesmice do dia, que se repete dia a dia, mas a lição passada pelo filme é podemos aprender a ser um novo ser quando resolvemos fazer diferente, ser diferente.  

Ou até mesmo fazer a diferença a cada manhã, sendo assim as coisas podem mudar para melhor enquanto aguardamos ansiosos a saída da Marmota da toca, ou enquanto não chega a nossa vez na fila da vacina. 

 À todos meus votos de muita saúde neste Novo Ano que esta iniciando.  

O DILEMA DAS REDES

Este é o documentário do momento, esta fazendo sucesso pois alguns dos ex-funcionários das mais famosas e poderosas redes sociais resolveram contar como é feita a manipulação por trás destas firmas.

Somos suscetível a todo e qualquer tipo de atenção, afinal desde o nascimento até um bom tempo depois, precisamos das relações humanas para sobreviver. Ficamos muito tempo ‘na mira’ direta de quem nos dispensa muito tempo e atenção para que possamos ter conforto físico e emocional; seja pelo alimento, sono, asseio e boas doses de carinho e afeto. 

Na maioria das vezes é justamente através da atenção que nos dispensam que nos tornamos seres sociais, nos reunimos desde sempre em grupos para uma infinidade de situações. Isso desde que o mundo é mundo. 

Neste documentário estes ex-funcionários e mais alguns tantos professores de comunicação e informática nos contam que as redes sociais usam o mesmo procedimento. Afinal têm sistemas operacionais que “sabem”o que nos chama mais atenção e assim providenciam tais coisas.

Por exemplo, quem nunca passou por isso – se nos detemos pesquisando valores de uma torradeira, misteriosamente todas as lojas que vendem este tipo de torradeira começa a enviar vários modelitos e preços desta mesma torradeira.

Estas redes sabem de tudo, até mesmo o que não gostaríamos que ninguém soubesse. As explicações dadas por eles é simples o tempo de atenção que precisamos. 

Dá mesma forma quando damos um “like” em um determinado assunto, somos “fisgados” e passamos a recebem temas relacionados a ele.

Os atrativos que nos detém por mais tempo ligados na rede para eles é ‘dimdim’ no bolso, e nós ficamos cada vez mais presos, nestas redes de identificações.

É na verdade um mundo mágico que existe por trás destas redes sociais, que ao mesmo tempo nos dão muita atenção através dos “likes” que recebemos daqueles que fazem parte da minha, sua e nossa rede pessoal, ou através destes ‘posts’ que aparecem enquanto estamos navegando.

O incentivo para cada um é a atenção que nos dispensam, para eles da redes é o quanto somos capazes de adentrar neste emaranhado de grupos e assim nos perpetuamos plugados naquilo que eles indicam.

Ivan Petrovich Pavlov, nos demonstrou que através do reforço negativo ou positivo conseguimos aprender ou ensinar qualquer coisa a qualquer um.

Os ratinhos brancos de laboratórios “sabiam” que existia duas alavancas na gaiola em que eram colocados após x’s horas sem água e assim que entravam na caixa experimental rapidamente se dirigiam a alavanca certa. Afinal já haviam entendido que a outra estava seca.

É o mesmo princípio que é usado nas redes sociais, não duvide nem por um momento disso. Nos condicionam para clicar ‘like’ ou não a cada post que recebemos, sejam da nossa rede ou da rede dos  “amigos” que nem sempre conhecemos. 

Mas como sempre precisamos de ‘likes’ o tempo todo corremos atrás deles, quem não gosta de receber ‘likes’ quando posta alguma coisa em qualquer lugar da rede. Lembre-se de que quando era criança recebia ‘likes’ da mamãe também sempre fazia algo que estava de acordo com o ensinamento dado por ela. Na escola recebíamos ou recebemos ‘likes’ dos professores, na minha época tinha a estrelinha, tirar 10 era uma coisa, agora 10* era o máximo. 

Somos todos condicionados e queremos mais é receber “likes e mais likes” por todas as coisas que fazemos. Só que no momento as redes trouxeram algo extra e imediato que dá aquela levantada em nosso astral, logo nos submetemos. 

Não é crime querer atenção ou gostar de atenção e problema que estes ex-funcionários das redes sociais levantam é para que passemos a pensar a respeito deste assunto; assim como ter consciência de com nos conduzem estes poderosos instrumentos da internet. Mais nada! 

Se a Autoestima esta somente ligada aos “likes da rede”, isso é um sinal perigoso. Afinal para ter Autoestima equilibrada é preciso olhar para para dentro de nós e não para o que dizem as redes sócias sobre nós. 

Da mesma forma não podemos pensar que a “vida” que o cola nestas mesmas redes seja só sorrisos e comidinhas legais, brincadeiras e passeios em lugares de arrasar.  

Aniversariante do mês!

Não podemos esquecer desde aniversariante do mês de setembro Dr. Edward Bach, e que merece a nossa atenção e reverencia.

O idealizador das Essências Florais, que até hoje recebe o nome mais conhecido como Florais de Bach, ele nos trouxe uma nova visão sobre o meio-ambiente e o que ele pode nos proporcionar.

Através da energia de cada uma das flores, plantas e água das fontes onde pesquisou, criou uma nova terapia alternativa, que se propõem a equilibrar as emoções e trazer bem-estar mais que merecido a todos que necessitem.

Dr. Bach como um grande mestre nos deixa sua história e vivência com a natureza e tudo que por experiência própria na sua vida, em uma lugar bem mais calmo que a Londres da sua época. Cercado por flores que sutilmente o tranquilizavam e lhe trouxeram equilíbrio às suas emoções.

Primeiramente, apenas por caminhar através de áreas onde florescia em abundância uma flor em especial. Esta sensação de bem-estar levou-o a pensar e assim passou a pesquisar sobre esta flor, e logo depois expandiu seu repertório, sempre buscando a relação entre uma coisa e outra.  Dr. Bach nos deixou um repertório de Essências Florais, nos deixando uma porta aberta para outras possibilidades ao nos propor a Essência Rock Water uma Essência colocada em uma fonte de água natural.

Nós terapeutas de hoje, começamos nossos estudos com os escritos deixados por ele, e seus seguidores, para depois seguir por novos horizontes. Porém sempre “surfando” nas ondas do mestre Bach.

Muitos outros repertórios surgiram depois que os Florais de Bach, foram energizar outras paragens além da Inglaterra. Assim surgiram os Florais da Califórnia, Canadá, Alasca, Austrália, Deserto Arizona, e muitos outros mais. No Brasil muitos sistemas florais e vibracionais, surgiram como os Fito-florais de Minas, Filhas de Gaia, da Amazônia entre outros.

As Essências D’Água surgiram de estudos e pesquisas de campo sobre o mundo animal, mineral e vegetal. A primeira questão que surgiu foi à respeito de um comportamento da enorme Baleia Jubarte que vem todos os anos da Patagônia até o Arquipélago de Abrolhos, para ter seu filhote em águas quentes e tranquilas, longe de predadores em potencial, e por lá permanecem por meses mesmo sem ter o que comer, para amamentar e cuidar de sua cria. A questão levantada foi :- O que este comportamento que é de maternagem e “colo” tem em comum com o comportamento materno nosso, humano.

Tantos os machos como as fêmeas se “instalam” na costa da Bahia com este intuito, procriar, criar, cuidar e alimentar os seus, até que tenham forças e vitalidade para enfrentar a vida no gélido mar da Patagônia.

Assim foi dado início ao que hoje 20 anos depois é o Sistema das Essências D’Água. Através da energia e vibração de cada “ser”, pesquisando e relacionando o comportamento desses com o nosso próprio comportamento, temperamento e personalidade. Sempre visando o equilíbrio das nossas emoções e bem-estar diários.  Desde então trabalhamos para levar a energia e vibração da natureza às pessoas que delas precisam para alcançar equilíbrio e bem-estar. Continuar lendo

NÓS E OS MARISCOS!

Uma estranha comparação? Nem tanto…veja só!

Todos têm ou precisaram ter um lado mexilhão, ou um pouquinho daquela concha dura que tem a divina função de proteger o núcleo macio destes moluscos dos possíveis ataques externos.

Como eles, somos vulneráveis e uma proteção vem a calhar num mundo onde poucos respeitam limites, sejam eles quais forem, e venham de onde vierem.

Não permitir que exagerem na dose é uma questão a ser levada em conta na hora de preservar a integridade do ser. Ou seja, fazer exatamente como o molusco faz resguardar seu lado macio dentro de sua concha! Longe ou apenas fora do alcance dos ataques ferozes de predadores indesejáveis.

E quem são os predadores, os invasores, os destruidores; os moluscos são apetitosos para muitas espécies do mar; o que instintivamente os deixam em constante prontidão. Embora seu movimento de filtragem seja regular, solitário e até monótono no abrir e fechar de sua concha sua percepção de perigo é eficaz, é bastante eficiente, pois pouco se vê mariscos machucados ou pela metade, nas encostas onde é seu habitat natural.

E quem são os nossos predadores? Realmente isso importa? O importante é saber que nós podemos desenvolver estas mesmas habilidades, a dos mariscos ou mexilhões para que não nos destruam ou engulam, talvez até mesmo possamos fazer isso sem ter que partir para agressões, apenas nos mantendo dentro de nosso quadrado, ou melhor, dentro da nossa concha. A mensagem dada por destes moluscos pode bem ser:- limite é bom e eu gosto, e para nós humanos:- respeito é bom e eu gosto!

Aos mais temerosos de contato social, ou mesmo para aquele que desenvolveu certa ‘fobia social’ é uma boa essência vibracional, elaborada pelas Essências D’Água; pois fará com que este temor exagerado nas relações sociais seja revisto, uma vez que irá propor um ajuste em relação ‘aos domínios de seus limites próprios’.

Assim que cada um estiver mais consciente destes limites e de sua capacidade de lutar por eles, colocará de lado esta fobia, e passará a interagir com o meio de forma natural. Agindo e reagindo às tentativas de “invasão” de modo mais apropriado. Participando de tudo e não mais se fechando em sua concha longe do convívio e da interação social.

Uma essência que trará para a consciência a exata medida do potencial e da capacidade de interação. Podendo encarar as dificuldades e o jeito de ser de cada um. Ao ficar atento na maneira de como o outro age e interage com o mundo a sua volta criaremos uma forma positiva de se proteger, afinal tendo esta atenção é possível se esquivar dos ‘ataque’´.

Da mesma forma trará à consciência a noção de que esconder-se, fechar-se para todos ou permanecer isolado da vida social, ficando preso dentro de sua concha não é uma das melhores maneiras de viver.

Uma essência que equilibrará os medos e as reais possibilidades de defesa que temos, para vivermos em grupo. Fortalecendo a noção e a habilidade de dar e ter limites; que pode ser física, mental ou psicologicamente, propiciando um harmonioso convívio.

Ainda mais morando em uma das torres do altos apartamentos, que torna a convivência quase que forçada, afinal mesmo com muitos elevadores quase nunca descemos ou subimos sozinhos em um deles.que parecem muito com as “fieiras de criação de mariscos”.

Ansiedade, Medos e Horror

Ansiedade, Medos, e logo depois o Horror!

Assim nos acontece, primeiro surge certa dose de ansiedade, ao cair da tarde, afinal o que ronda em volta na noite escura é a figura do lobo. Logo depois dela, a ansiedade, vem uma boa dose dos medos, afinal lobos sempre são vistos com “maus”. Então o horror de tudo toma conta, sem que percebamos mais, onde um começa e acaba o outro. 

Então vamos ver uma a uma para podermos dissipar confusões. 

Primeiro a Ansiedade, ela nos leva adiante, por ansiar melhorar as coisas é que trabalhos, aceitamos novas incumbências, cargos, posição e daí por diante. Então algo que nos leva à diante, não pode ser de todo ruim. Estar atenta a ela é o que nos salvam de agonizar e não nos leve a “morrer na praia”, por mais bonita que seja ela.

Segundo os Medos, este como um sinal de alerta, um pisca-pisca que nos chama atenção, nos faz olhar atentamente algo que esta na nossa frente. Caso não tenhamos Medo, nossas vidas correriam mais perigo, e desnecessariamente. Pergunte por quê olhamos dos dois lados da rua, antes de atravessá-las? Muitos são nossos medos que nos deixam viver mais e melhor, sem dúvida. 

O Horror, a temeridade que nos leva a beira da loucura. Este me parece sempre uma venda que nos impede de olhar e ver o que realmente pode fazer a diferença. Principalmente nos dias de hoje, dias de COVID19, dias de Pandemia, dias de confinamento.  

Para ver a floresta é preciso olhar além de uma única árvore.

Se não dermos atenção ao todo que esta acontecendo, estaremos fadados ao insucesso; ficaremos sim, presos a uma única coisa, numa visão pequena das coisas.

Olhar para além do muro – para além do isolamento, só assim, poderemos ter uma maior visão deste todo, deste tudo que nos cerca.

O que mais nos acontece além do isolamento social? Tem muita coisa acontecendo em nossas vidas amiúde, no dia a dia, 

Aqui o que acontece é que nossos sentimentos, nossas emoções estão sendo checadaspor exemploentre amor e ódio. Amor à vida! Ódio pelo que me prende em casa! Este mal-estar que nos consome, querer ou não querer;  proteger-se ou arriscar-se. Então surge estas outras questões – Arriscar os meus!? Proteger os meus!? 

O “resto do mundo” bate à nossa porta. Empatia e Compaixão! O que fazer com estas coisas!? Afinal quem vai fazer parte da minha conta?! “Estas coisinhas” incomodam. É verdade os Outros Incomodam! Pensar nos demais é chato mesmo, nossa humanidade ou desumanidade, vem à tona.

Nesta Pandemia ou em outras situações que precisamos pensar no todo; nos demais, aí aparecem as ansiedades, medos, e todos os horrores, pois nos fazem pensar, afinal, qual o meu papel em tudo isso? 

Por isso, descobrir um Culpado, é importante e ele leva tudo! Quando encontramos “o culpado” nossa raiva irá toda para ele. Focar nesta criatura toda nossa fúria nos deixa afastados destas coisas que incomodam. Ao mudarmos o foco, tiramos o olhar das nossas coisas e passamos para o outro ou para os outros, desviamos nosso olhar, tiramos a apreensão em relação ao que vai acontecer como a minha atitude e passo a avaliar a atitude ou comportamento dos demais. 

A pergunta que fica é o que fazer com a ansiedade, medo e horror de se estar vivo. Pois é disso que se trata. Viver é perigoso, atinge direto a nossa ansiedade, o que nos dá medo, e invariavelmente alguns nos colocam em perigo iminente como neste momento que o mundo atravessa, e isso pode nos fazer temer pela nossa vida. 

Aterramento é uma opção. Informação é importante nesta historia toda. Nos ajuda pensar, e verificar os fatos. Assim como conhecer bem o que estamos sentindo. Aprender a pensar e separar o é meu e o que não é, nos deixa pisando em terra firme, conscientes e fortalecidos do que é nosso e do que é dos outros. 

Separar o joio do trigo, o que serve e para que serve, ‘esta ou aquela’ opinião, este ou aquele argumento. Verificar primeiro a fonte, ‘de onde vem e de quem vem’ tais notícias. Para não se deixar levar e  para não enlouquecer. Para Não colocar mais combustível na própria fogueira da ansiedade.

Os Minotauros estão à solta

Todos nós temos um, acredite, isto é um fato.

Faz parte da vida de todos nós afinal somos humanos então ter um Minotauro “para chamar de meu”, é muito natural, mesmo sendo conhecido como o lado sombra, digamos… a nossa sombra! Com tudo que uma “sombra” pode representar.

Vejamos a sombra esta sempre onde existe luz. Se existir luz certamente existirá a sombra. Ela nos acompanha ou por vezes nos persegue como aquilo que perde o brilho, pode ser ainda aquele ou aquilo que se encontra debaixo de alguma coisa. Guardado no subsolo, nos subterrâneos.

Pelo simples horror que é admitir este ladinho sombrio tão nosso; e como ele faz parte de nós nem sempre conseguimos esconde-lo por mais que se tente a ponta do rabo sempre acaba aparecendo. Manter este bicho no lugar dele, é bem difícil, é preciso ter consciência dele e de sua destreza para aparecer sem estarmos preparados para puxar o freio e mandá-lo de volta para casinha, onde precisa ficar.

Vamos ver o que a Mitologia conta a respeito deste bichão.

Rapidamente explicando a origem…

Minotauro é uma figura mitológica, descrita como:- uma criatura com o corpo de homem e cabeça de boi, que se alimentava apenas de carne humana. Que para manter este desastre longe dos olhos da população, o Rei Minos constrói uma prisão, uma torre com inúmeros corredores para aprisioná-lo para sempre. Além de garantir com a mais absoluta certeza de que quem entrasse por estes labirintos, jamais sairia vivo para contar o viu.

Só que… Chegou a hora de destruir o esconderijo e a torre acaba indo ao chão, tanto Minos como o seu filho Minotauro são destruídos e o labirinto jamais foi reconstruído.

Agora vejamos o nosso Minotauro, o de hoje, o de todo dia. Como é que vive, e sobrevive; bom, o que sabemos é que ele existe que sempre esteve conosco, como a sombra que esta sempre junto, mas nem sempre nos damos conta, e é assim que ele acaba por emergir das sombras e por vezes chega a nos assombrar.

O que sabemos é que ter este lado, este Minotauro, é poder lhe dar “modos” a ele, e com consciência mantê-lo dentro da casinha. É como diz a oração, “orai e vigiai”. Como disse, ele sempre esteve conosco, é aquele ladinho que quer tudo do jeito que nós queremos. Nada ou ninguém pode me contrariar ou me desdizer. Só isso já é o suficiente para que saia e destrua algo ou pior ainda alguém.

Tempos difíceis estes que vivemos, há muitos ‘Minotauros’ fora da casinha, fora toca ou bem longe torre. Todos querendo devorar quem quer que seja. Aquele que passou na frente, o que olhou de forma diferente ou mesmo pensa de outro modo, o bicho sai e impiedosamente quer mais é devorá-lo.

Estamos vivendo um momento propício, se prestarmos atenção veremos vários por aí. Estão sempre irritados e bem agressivos, tipo pavio curto, ríspidos e ficam mal-humorados quando algo é dito fora de seu modo de pensar.

Este texto foi escrito de outra forma há alguns anos atrás, porém o estou reeditando por estar vendo tantos Minotauros à solta por aí, estou alarmada. Estão à solta nas redes sociais soltando fogo pelas ventas, armando encrenca em todos os canais de mídia e vídeo, com “lives” e mais “lives” ofensivas; nos “Twitter” vomitam fel por todos os lados.

Precisamos voltar a “pensar mais” antes de falar e / ou agir. Antes de postar, antes de colocar alguma noticia seja pelo Facebook, Instragram ou mesmo dizer na lata impropérios para uma pessoa que esta com uma ideia diferente.

Desta forma a convivência ficará mais fácil e melhor, afinal um pouco mais de docilidade não fará mal a ninguém entre todos.

Podemos aprender ou reaprender a pensar, mudar o foco, poder olhar para todos os lados antes de declarar guerra a tudo e todos, educando cada um o seu Minotauro, evitando este estado belicoso de ser.

Só tomando consciência da existência de nossa sombra poderemos “educa-la” e assim tornar a vida em família, em comunidade, no trabalho ou mesmo no mundo mais leve.

Nestes dias de isolamento estar com as mesmas pessoas dias e dias a fio é preciso repensar o Minotauro de cada um para que todos possam coabitar. E mesmo quem esta absolutamente só também precisa saber conviver com ele, para que não seja devorado.

Como disse… tempos difíceis estes pelos quais estamos passando, mas como diz uma música linda… Vivendo e Aprender a jogar…

SERENIDADE – esta é a palavra chave para o momento.

Cassia Marina Moreira

Como muita gente, tenho trabalhado de casa, fazendo atendimentos via Skype e ou video/conferência  E o que tenho percebido é bem por aqui… dai este texto sobre a necessidade do momento …de manter a mente quieta a espinha ereta e coração tranquilo…

SERENIDADE em tempos de crise –

Em finais de semana ou mesmo férias prolongas é moleza, mas agora a dinâmica é bem outra. Quarentena… acaba sendo um grande dificuldade.

Horas e horas, dias e dias e muito possivelmente meses e meses dentro de casa para evitarmos um inimigo “quase” invisível. Que esta a solta perambulando pelas ruas, pior pelo ar, tudo se tornou uma ameaça que nos faz temer pela própria vida e pela vida dos nossos mais chegados.

Maçanetas e botões de elevador se tornaram no mínimo preocupantes, e na volta pelo sim pelo não empurre o que puder com o cotovelo. Lave mãos, antebraços e rosto, para assim se certificar que seu nariz ficou limpo novamente de possíveis elementos que respirou por aí.

Um novo ritual até mesmo para esticar um pouco as pernas e manter a casa limpa é descer até a garagem para levar o lixo da casa numa lixeira e o lixo reciclável na lixeira própria dele. Também para quem como eu, sai de casa e ficar dando voltas e mais voltas pela área livre do prédio.

Claro que tudo muda, quando vem alguém no sentido contrário. Aí é bem engraçado o:- “olá você vizinho” meio de lado, meio de “fianco”, de viés para deixar o vento carregar qualquer vírus bem para lá, bem para longe.

Entre os familiares há até mesmo disputa para ir fazer alguma coisa, mesmo que seja levar o cãozinho para uma “mini volta lá na calçada”. Quando nas semanas anteriores a encrenca era para coisas do tipo:- “hoje é seu dia ou agora é a sua vez”, ou ainda quando o disse-me-disse era só “pelo poder do controle remoto”.

Então, manter a rotina de vida é bem necessário para a cuca não pirar de vez. Horário para levantar, fazer café, trabalhar um pouco no Home Office, manter a parada para fazer almoço, descobrir de quem é a vez de arrumar a cozinha, voltar ao Home Office. E assim por diante. Manter certo ritual acabará sendo benéfico a todos nós.

Rotina nos trás segurança, serenidade, e manter a rotina é trabalhar diretamente na nossa “Força de Vontade” que precisa nestes dias de crise ser mais forte e poderosa do que nossas frustrações; estas que todo momento sentimos ao olhar para frente, como não sair de casa, esta talvez a mais difícil.

Serenidade e Ternura trarão a força necessária para enfrentarmos a crise externa, e a crise interna – talvez a mais difícil. Nossa vontade fraca produz avanços à geladeira de hora e hora, discussões a todo o momento; a preguiça, por exemplo, pode vir a ser um inimigo bastante poderoso, por isso a rotina é bem-vinda, afasta esta possibilidade.

A Organização Externa, nos ajuda a manter a Organização Interna, assim com ter um propósito, uma proposta que o mantenha ocupado. Ler um livro ou reler um bom livro que leu há anos atrás. Vou começar a reler “Cem anos de solidão” um grande romance e desafio, principalmente neste momento.

Ouvi no rádio que para familiares em confinamento Jogos de Tabuleiro, podem ajudar a convivência, assim não ficarão cada um em seu celular ou tablete individualizados. Mas reunidos com o propósito de juntos passarem o tempo de isolamento.

Com serenidade conseguimos lidar com a ansiedade que traz medo além da horrível sensação de impotência que fatalmente derrubará a autoestima; quando nos indispomos conosco não é nada bom. Esta insatisfação pessoal trará uma frustração por descobrir que não somos super-homens ou a mulher maravilha, isso pode desencadear muitos TOC´s. comer sem parar, limpar a casa, maçanetas, interruptores de luz, a cada quinze minutos.

O truque é não deixar que pensamentos automáticos permaneçam e nos enlouqueçam, para parar este automatismo mental assustador, é preciso prestar atenção no que se esta pensando e onde este pensamento esta nos levando.

Só a consciência é capaz fortalecer a nossa vontade e afastar frustrações e o medo decorrente desta crise. Um dia de cada vez, é a proposta para se firmar no aqui e agora; pensar que esta “inação” pode durar semanas vai se tornar um problema ainda maior. Viver um dia de cada vez facilitará presença de serenidade para o ambiente em que nos encontramos.

Tudo pode acontecer até mesmo sairmos desta quarentena bem mais fortalecidos e quem mudamos algumas coisas em nos mesmos para melhor.

Alto Astral

Como passar o Natal e entrar no novo ano com… no mínimo Alto Astral?

Podemos sempre repensar conceitos e olhar as coisas de outro modo, indo atrás daquilo que é realmente necessário.

Todo final de ano nos leva a fazer reflexões sobre as propostas que elaboramos para este ano que se encerra e muitas vezes encontramos uma lista das coisas que deixamos por fazer; e ao checar o que foi realizado descobrimos que muitas propostas não saíram do papel. Certa sofreguidão acontece neste instante por não ter dado conta de executar o planejado.

É quando dizemos para nós mesmos “deixa para lá”, só que isso acaba dando a impressão ‘ficar devendo’ para nós mesmos. Ok, só dar de ombros não vai nos ajudar a construir uma vida melhor. Certamente deprimir por conta disso também não o será. Como resolver esta questão?

As Formulações das Essências D’Água podem auxiliar para que você olhe com outros olhos este mesmo ponto. Vamos lá. Começaremos deixando o nível de criticas o mais real possível sem que tenhamos de tirar pedaços de nós mesmos. Ter consciência de nossas falhas e dos pontos a serem melhorados ajuda muito aqui.


AUTOESTIMA 
é a fórmula que irá trazer esta possibilidade à tona. Equilibrando os pratos da balança. Pés no chão, aterramento é vital para rever o que de fato foi feito e o que foi deixado para lá, e por que foi assim. Abrir espaço para verificar o porquê nós não cumprimos a lista na totalidade é fazer as pazes conosco. Esta formulação abre espaço para clarear os pensamentos.

Outra possibilidade de composto das Essências D’Água para atravessar o Ano de Bem conosco e com a Vida é SUPERAÇÃO. Viver é enfrentar desafios, frustrações e permanecer inteiros e melhorados a cada vez.

Resiliência é isso, é a capacidade ‘elástica’ de recuperação que nós temos e / ou desenvolvemos. Isto certamente nos fortalecerá. Afinal aumentar o limiar de frustração é sempre crescer como pessoa. Acreditar que somos capazes de superar os ‘ataques infantis’ e assim começamos a entender que “nem tudo é exatamente como a gente quer”!… E acredite vamos sobreviver.

Uma vez que se consegue superar estes entraves que nos fazem ver cara a cara nossa humanidade, ou seja, a dificuldade que temos para aceitar tudo aquilo que não dá certo quando assim queremos. Podemos dar novos passos para seguir até chegar ao alto astral.

A formulação MATURIDADE pode nos levar a pensar nas experiências que já tivemos e assim facilitar dia a dia. Rever nossas conquistas nos torna mais confiáveis, afinal nossa história é o que somos. Com os acertos e as tentativas que falharam também, mas nos coloca de frente com nossas reais possibilidades.

SERENIDADE é um composto que traz uma outra possibilidade, porque nos tira deste estresse de final de ano, que todo ano, quase nos enlouquece. Se baixarmos o nível de ansiedade já estaremos mais livres para ponderar com consciência o que realmente dá para ser feito.

Vejam bem, nem sempre é necessário tomar todas estas fórmulas, se colocar a cabeça para pensar cada um chegará ao seu problema base e então escolher qual delas será melhor para si.

Agora, vamos pensar na formulação que nos abre o caminho para o Alto Astral total, SUCESSO, esta fórmula traz uma proposta para quebrar a cadeia de pensamento que não nos deixam decolar e alcançar nossos sonhos.

SUCESSO é uma das fórmulas que pode fazer com que cada um de nós possa quebrar certos paradigmas “paralisantes” e assim chegar onde queremos – naquele lugar que sabemos ser nosso lugar, o lugar que sonhamos, pensamos e agora esta em vias de realização.

As Essências D’Água deseja a todos os clientes e amigos um Natal de Luz e um Ano Novo com as realizações desejadas!

“Família é como ‘varíola’, se tem na infância, fica marcado pelo resto da vida.”

         o sei quando J.P. Sartre escreveu ou disse isso. Mas com certeza família é um caso sério há se pensar sempre. Enquanto somos crianças e adolescentes, ainda parece pior este caso, e quase impossível levar adiante, de ultrapassar a fase.
São tantas as raivas de um para o outro, 
e o tempo que se arrasta parecendo não querer andar nem mesmo um pouquinho mais depressa para nos levar direto até as portas da liberdade, ou seja, a porta da rua!
Mas quando alçamos voo afinal, uma das primeiras coisas que providenciamos é formação de nossa própria família. O que se passa conosco, afinal?!

Com o tempo e principalmente com a distância dos ‘horrores daquela época as idéias vão entrando no eixo. E é bom lembrar que não foi para todo mundo que a família representou uma bomba que explodia a toda semana. Mesmo enquanto estavam crescendo nelas.                   

 O que muda é nossa visão de mundo, e a possibilidade de não estar mais submetido àquelas normas “terríveis” de então. Crescemos e ganhamos o mundo. E como recompensa cada qual poderá formar um novo núcleo familiar com outras ou com as próprias regras se for o caso.

 Nada como a maturidade, para clarear um pouco o papel de cada pessoa nas relações. Tornar-se pai ou mãe então…nem se fala!

Finalmente esta troca de papeis pode ajudar a refazer as mazelas criadas pela educação familiar. Estar do outro lado, vivenciando o outro lugar de autoridade e de responsabilidade muda tudo.
            E o melhor é que podemos fazer diferente se quisermos!
Ou simplesmente repetir e fazer
… “Como nossos pais”… Uma música que quando prestamos atenção a ela faz diferença! Para que não sejamos os mesmos e vivamos como nossos pais. Isso mesmo, aqueles que não nos compreendiam e nós não conseguíamos entender nada a respeito deles tão pouco!

Elis Regina cantou muito esta música e eu cantei muito junto com ela, talvez com um medo enorme de crescer e repetir a dose. Não foi o que aconteceu e não é o que vai acontecer com outras pessoas quando adultos, enquanto adolescente o que queremos é contestar as regras, sem muita ideia do que temos em mãos para colocar no lugar.

Assim as marcas que as famílias nos deixam podem ser revistas, entendidas e até amenizadas com a compreensão que adquirimos refletindo sobre os papeis de cada um dentro do circulo familiar.
O que acontece depois é que se compreendermos – não os nossos pais- mas o papel de cada um, inclusive dos filhos, poderemos compreender uma gama ainda maior de confusões e desafetos que o núcleo familiar gera. Sem, contudo dar origem a maiores desavenças e dores que marcam a ferro e fogo a alma dos que vem a seguir.

Uma formulação das Essências D´Água que irá ajudar a trabalhar estes aspectos familiares e papeis sociais, é:- MATURIDADE – só para citar: um de seus componentes auxilia no despertar da compreensão e sabedoria interna, outro se propõe a facilitar a troca de calor entre as pessoas, e ainda há um que favorece o entendimento e a alegria no exercício do papel de ser um educador; entre outras.
Contudo vale lembrar que essências vibracionais, 
não substituem o trabalho. Com certeza lá irá auxiliar a rever estas marcas profundas, e os estragos, e assim, possibilitar viver com as cicatrizes sem tantos prejuízos.