Blog das Essências
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UM PROJETO CHAMADO ZOEY

Fez um ano nesta Páscoa, que esta cadelinha cheia de charme e energia veio para minha casa. 

Antes dela em outra longínqua Páscoa trouxe para cá Francisco e Clara, um casal de calopsitas recém formados para viverem num espaço bem legal pensando na liberdade e na vida dos dois.

Estão por aqui desde 2003, como disse Páscoa deste ano. Foi um grande aprendizado, como tudo mais em relação a conhecer, cuidar e tratar de pássaros como estes, as calopsitas interagem conosco como muita graça e doçura, às vezes com boas e certeiras bicadas também.

Uma paixão a primeira vista, ou contato. Assim que Chico saiu da gaiola, pulou em meu outro e passou de um lado para outro me examinando totalmente. Todo rajado de preto e branco com as bochechas alaranjadas. 

Clarinha por sua vez muito mais tímida, assustada, talvez receosa. Bem amarelinha e as bochechas cor de laranja que logo chamavam a atenção de qualquer um.

Com o passar dos tempos, foram se acomodando e se espalhando por todos os espaços que fui construindo com eles. Muitas pontes foram sendo colocadas de um canto para outro, para que os dois pudessem passear por todos os espaços. Cresceram e acabaram se tornando um casal e logo depois uma primeira leva de ovinhos apareceu. Mas,Clara só se dispôs a botar quando ganhou a sua “casa”. Depois da primeira ninhada, botaram muitos mais. Todos foram doados para pessoas apaixonadas por estes pássaros que são tudo de bom.

O tempo foi passando e ambos foram envelhecendo, como todos nós. Aparecendo sinais de idade com isso, Chiquinho tem artrose nos pezinhos, o que dificulta os passeios pelas pontes e passarelas desde a gaiola grandona do quarto até a área de serviço  e Clarinha desenvolveu um abscesso na patinha que simplesmente não se pode operar e dificulta muito andar para lá e para cá. 

Chamei um Vet que é criador de calopsitas, e nos passou a impressão  que com 19 anos de idade operar é complicado demais para ela. E Chico sofre mais com o frio. Então vamos tomar conta deles com mais cuidado e carinho. Ficam mais tempo dentro da gaiola e levam tempo maior para vir fazer contato.

Com estas notícias comecei a pensar em finalmente me comprometer com outra espécie que pudesse ser legal para ambos, e se dar bem com Chico e Clara, uma vez que agora não fazem muitas expedições pela casa toda, voando baixinho ou mesmo passeando pelo chão.

Então comecei a procurar um raça de cães, afinal dividi um cachorro pequinês com meus dois irmãos na nossa criancice. O que não necessariamente signifique ter um cão. Que sempre estava disposto a brincar e a morder também, pois na maioria do tempo andava irritado com tanta bagunça e estímulos que existia na casa de então.

Muitas amigas de infância e de hoje conhecem muito de cães pois vivem rodadas por eles. Tive muitas opiniões sobre as “melhores” raças, tamanhos, comportamentos estranhos etc…

          Conhecei a procurar e claro receber videos com vários filhotes para que eu pudesse me apaixonar e escolher, fácil querer ficar com pelo menos uns três deles. Logo chegou o video com uma dachshund ou basset ou ainda o cão salsicha, pequenina e fofa, assim como chorona. Logo me avisaram que não seria um ‘arlequim’ toda colorida, que um dos olhos era claro e o outro castanho, e por fim tinha a cauda quebrada na ponta. Portanto “meio sem preço, sem muito valor”. Mas quem como eu viu o choramingo dela não a deixaria de lado por estes motivos que para os criadores não são tão bons para alcançar bom preço. 

Dois meses depois foi buscá-la. Sem caixa de transporte veio em meu colo choramingando e dormindo profundamente. Conclusão:- Não só juntas, mas grudadas, já que é de uma raça ‘grudenta’. Ficou um mês sem poder sair por conta de completar o quadro de vacinas. 

Virou um projeto, pois tão nova como ela, eu era nova no assunto de pequenos cães bebês. Começamos a aprender e a nos virar no dia a dia.

Primeira e mais difícil fase a troca dos dentes de leite, as infindáveis mordidinhas doloridas e sangrentas. Pensei muitas vezes que não seria capaz de aguentar. O certo é que uma fase se sobrepõe a outra e a vida segue, acertar e errar o tapete higiênico muitas e muitas vezes; não dormir sozinha em sua cama, os medos de sair e andar na rua, parque, e o não se desgrudar de mim até na hora do banho, do meu banho; sempre chorando na porta do box. 

Assim que pode sair comecei a procurar uma escolinha para ela. Uma benção que a fez ‘amadurecer’ – interagir – e principalmente gastar a energia excessiva da bichinha. Escolher o nome foi um pouco por numerologia para ajudar no comportamento e docilidade, e claro pelas indicações de nomes curtos e sonoros. Zoey me pareceu bacana o suficiente. Hoje com um ano de casa estamos bem, sempre aparando as arestas e fazendo ajustes. Alguns acidentes de percurso, mas estamos indo muito bem. Quando um problema aparece e sempre aparece problemas para qualquer um, focamos na solução e a vida segue.        

Muita coisa muda na vida por conta desses pequenos amores que arrumamos, mesmo nos passeios de ruas e parques, visitas ou ficar em casa acaba por ter outro enfoque, claro os papos mudam e as prioridades também, pelo menos por um tempo.   

Como havia escrito alguns livros infantis para a série Vira-Mundos resolvi colocar Zoey como uma personagem nas novas histórias. E dois livros com ela já fazem parte desta série. Zoey faz um amiguinho, e ainda quentinho – saindo do forno o Zoey vai para a escola, – ambos estarão na próxima Bienal do Livro agora no mês de Julho.

Pressão e Sucesso

Será que o sucesso existe sem aquela pitadinha de pressão? Será que algum dia a pressão realmente acaba?

Sinceramente penso que não, somos estimulados desde bem pequenos a ter sucesso, um atrás do outro. Quer ver… pense bem, quando fazemos “festinha” para as crianças quando fazem algo novo, quando dá alguns passos mesmo que vacilantes, quando começam a andar de ‘bike’ sem cair ou quando tiram as rodinhas da primeira bicicleta, sempre somos estimulados, e aplaudidos nas conquistas, então aprendemos a querer mais.

Notas da escola – são boas, nos dão parabéns, junto com certa pressão para que no próximo boletim sejam ainda melhores, em todas as áreas, fez nível um, já perguntam quando seguira para o “dois”. Hoje em dia até os Vídeos Games cobram imediatamente para que faça mais pontos, vá para outro jogo com maior dificuldade, sempre com um novo desafio o que quer dizer… pressão     

Só que precisamos pensar que com o passar do tempo esta pressão começa a ser nossa. Nós mesmos passamos a querer mais e mais.

Imagine o quanto um atleta, de qualquer modalidade esportiva que pratique, desde muito pequeno. Os aplausos de seu sucesso vão se tornando parte de cada treino, de cada segundo a menos na tabela de pontuação para ultrapassar os próprios recordes.

As Olimpíadas no Japão acabaram. A maioria dos vencedores tem algo em comum. Subir mais um pouco no podium ou manter-se no que conquistou.

O certo é que a pressão de dentro ou de fora nunca acaba, natural é ser campeão, não nos preparam para não termos sucesso. Mesmo crescidos ninguém quer pensar em fracassar, perder, com isso o perigo é deixar de tentar. 

  Hoje vemos com muita frequência competições infantis que outorgam medalhas para todos os participantes, não importando perder ou ganhar. Talvez isso dê a falsa ideia que não preciso de esforço algum para receber prêmios.

Por outro lado não ajudam em nada o crescimento emocional, crianças precisam aprender a lidar com o que não dá certo, com os erros, em ficar fora do “podium”. Às vezes ganhamos, outras não. Isso nos diz que precisamos de mais dedicação, treino, mais paciência e persistência. 

A pressão nunca acabará, cada ‘nova’ ideia desencadeia uma torrente de ações para chegarmos ao ‘podium’ não importa qual, sempre iremos querer vencer, por isso lidar com a pressão externa e interna são coisas difíceis, e não sobra energia nem por um instante para o não dar certo, incluir a possibilidade do fracasso pode nos fortalecer, perder não pode ser o fim do mundo. Pode mostrar mais claramente a necessidade de maior tempo de treino e dedicação.

Precisamos nos preparar melhor para as coisas que não dão certo na vida, para não deixarmos de lado o que realmente importa que é tentar nos superar, dar o melhor de si em tudo que se faz não necessariamente é a certeza de medalhas, mas sempre pode ser um bom começo. 

A CRUZ DE HOJE, QUEM CARREGA?

Estamos na quaresma, quase finalzinho dela, me lembrei de um texto antigo de quase vinte anos atrás, mas tenho visto tanta gente chateada, cansada, com o tempo que estamos carregando esta cruz da pandemia que me lembre desta figura e da história que cerca este personagem e resolvi rever e reeditá-lo. Vamos lá… falando em carregar a cruz… 

Simão de Cirene, pouco ou nada ilustre, na verdade um desconhecido, que como muitos outros, estava bem ali, em meio a multidão para assistir a passagem de Jesus em sua “via Crucis” até o Gólgota, o pouco que se escreveu sobre ele nas escrituras diz apenas que era mais um, em meio à multidão de curiosos que juntos formavam um corredor por todo o percurso em que o homem a ser crucificado passava. 

Mais nada! Este Simão nascido em Cirene pode-se dizer que o foi para Jesus, o homem certo, na hora certa. Mas para si mesmo talvez não se pode dizer o mesmo.

Simão, não era apóstolo, nem ao menos frequentava as reuniões secretas para discutir a nova “ordem religiosa”. Nada, nada! Pouco se sabe deste “homem comum” que teve um papel tão importante na história do calvário. 

Um simples camponês, talvez agricultor, que estava de passagem pela cidade, com os dois filhos, e que junto com tantos outros se espremia em uma das ruelas junto ao cordão de pessoas que nelas formavam o corredor humano para ver o Rei dos Reis passar rumo à crucificação. 

Apenas estava lá em meio ao povo ávido para ver algum tipo de acontecimento bombástico como a crucificação de um ser que diziam abalaria as estruturas do império de Roma tal seu poder na terra se vivo continuasse.

     Só por isso coube-lhe ajudar a carregar a cruz de Jesus, quando este estava em situação tão alarmante de dor, sofrimento e cansaço que o centurião responsável achou por bem, escolher alguém na multidão de curiosos um que pudesse carregar a cruz por um trecho do caminho enquanto o condenado, digamos, tomava um fôlego.

Lá estava ele, um entre tantos, apontado quase sem sequer para assumir a cruz do outro por um tempo. Afinal naquela altura dos acontecimentos com tantos ferimentos infligidos ao condenado e com as quedas já sofridas no trajeto o centurião responsável para acompanhá-lo, temeu que o nazareno não chegasse com vida até onde deveria. Com medo que isto pudesse significar sua própria crucificação, rapidamente chamou alguém para assumir o posto, para ceder suas costas, para carregar a cruz. 

Na verdade contei um pouco desta história, para fazer pensar sobre uma  coisa  importante da vida, que nem sempre nos damos conta quantos Simão’s já estiveram ao nosso lado nos dando ajuda e nem notamos?

  Quantas pessoas ‘ao acaso’ estavam lá para ajudar em pequenas coisas e nas pequenas causas… que nem nos damos conta na hora, mas que se colocaram no papel de Simão – e desta vez sem a voz de comando de um centurião responsável, simplesmente um outro ser humano disposto e disponível a prestar auxilio a outro que carrega mais peso que suas costas parecem aguentar? 

    Em tempos tão difíceis como este de COVID19,  talvez tenhamos estado com muitos vizinhos solidários, entregadores de pequenos mercadinhos, padarias, quitandas que nos auxiliaram a ficar em casa, cuidando de nossa saúde mais frágil, eles foram Simão’s para nós, e nós podemos ser para alguém? Quantas vezes você já pensou em ser Simão para alguém que você vê precisando de ajuda?  

O que vale observar pela vida é o número do Simão’s que estão por aí bem ao nosso lado, e que muito provavelmente também podemos ser esta mão amiga, este olhar carinhoso, o sorriso ‘luminoso’ mesmo por trás das máscaras nesta longa pandemia que assola todo o planeta. Podemos pensar que nestes tempos de dor, de luto, exercer este papel, seja tão somente dar o exemplo, ficando em casa, usando máscara, ou mesmo não alimentando irracionalidades. 

Mesmo cansados, é preciso acatar, escolher pensar sobre o que a ciência e a experiência nos dizem claramente, o distanciamento social, o uso de máscara, o ato simples de lavar as mãos ou usar álcool gel, são os grandes aliados e dar o exemplo é reforçar a possibilidade de preservar vidas.    

A Nova Bike do Bob!

Na verdade o nome deve ser:- BOB e sua bike!

Quem não andou por horas a fio de bicicleta pela infância, adolescência ou mesmo na vida adulta.

Infância e bicicleta certamente foram feitas um para o outro. Só que não! Afinal tudo que pesquisamos sobre bikes, sempre foram pensadas por homens para adultos. Homens e mulheres sempre foram atraídos por velocidade seja ela de que máquina for.

Sempre que precisamos chegar mais rápido em qualquer canto pensamos sempre nas maquinas que nos ajudam a chegar lá no melhor e menor tempo.

Não me canso de lembrar certa propaganda em que o menino colocava inúmeros bilhetes em todos os bolsos, pastas, cadeiras e em tudo mais com os dizeres:- Não esqueça da minha Caloi!

Talvez não o posso jurar que foi lá nesta época que a indústria de bicicletas começou a dar mais atenção a este grande público com inovações sem igual todos os anos coisas novas sobre duas rodas no mercado.

Desde a minha primeira bicicleta vermelha, muita coisa mudou e se modernizou, e com o apelo planetário para deixarmos de lado os carros ela criou alma nova, mas sobre suas velhas duas rodas, elas ganharam até motor elétrico nesta época.  

Tenho a impressão que este novo apelo das bike’s mexe com alma dos seres humanos em geral, afinal para se andar de bicicleta não precisamos ter dezoito anos ou mais.

Modelos que se adaptam até mesmo para aqueles não conseguiram aprender ainda durante a infância, então sempre se pode pedalar por aí, seja nas ciclovias que agora também estão na moda, seja nas tardes de domingo na Avenida Paulista!

Bem isso é muito bacana, faz parte da história da humanidade e pouca gente não a tem na memória, assim com muitos nos dias de hoje reativam esta velha forma de locomoção, exercícios ou mesmo de pura diversão.

Por isso quando uma amiga me contou que seu marido escolheu de presente de aniversário uma nova bike. Foi um presente da família e que até mesmo o ele, Bob teve que participar, afinal não quis qualquer bikezinha, escolheu o guidão mais alto, o selim que melhor lhe agradasse, marchas certas, amortecedores, e por aí afora. 

Então… como vemos a bike moderna tem o DNA do dono, e Bob com o passar do tempo se tornou exigente, afinal faz muito tempo que encostou a última bicicleta, conta a lenda que a namorada da vez pediu que escolhesse a bike ou ela, adolescência é fogo! 

Porém a vida é dinâmica e muda o tempo todo, tanto que a esposa participa junto com os filhos para que o presente do Bob seja perfeito e a nova bike seja tudo e mais um pouco nesta festa de aniversário .

Parabéns Bob, muitas e boas pedaladas por aí!

2020 – O ANO DA MARMOTA!

Pois é, quem assistiu o filme “O dia da Marmota” pode dizer que viu este filme novamente, e durante todo este ano. Se ainda não assistiu – assista!!

Vamos lá, o que é necessário lembrar deste filme, que por sinal gostei muito; é o que fiz com todos os meus dias enquanto a Marmota não saia da sua toca? Bem a ideia é que cada um pense nisto, o que você fez neste ano de reclusão?

Além desta pergunta, outra se faz presente também, o que é que cada um de nós fará até que chegue a sua vez para se encontrar com a Marmota. 

Groundhog muzzle looking out of mink

Afinal, cada um com sua idade terá seu lugar na fila, talvez demore mais para uns do que para outros, tipo:- “pegue sua senha e aguarde na fila”, na mesma interminável fila de quantos milhões de brasileiros que estarão nela aguardando a vez.

Fazendo um exame de consciência sobre como vivemos este ano todo em que a Marmota estava sendo elaborada pelos cientistas do mundo todo; para facilitar é que vale parar e a pensar, no que ainda podemos fazer. Pois vem aí a agonizante espera de sabe-se lá quanto tempo amargaremos na fila da ‘salvadora vacina’, que carinhosamente chamo de Marmota.

O que afinal aprendemos ficando dentro de casa – isolados fisicamente, será melhoramos o isolamento afetivo e emocional que permeava o dia a dia de cada qual? Aparentemente muita gente reclamava que a falta de tempo para ficar com os amados era sempre pouco, tempo diminuto para expressar amor. Mas… na pandemia… muitos puderam ficar juntinhos.

Como foi a expressão deste amor todo que estava represado durante os tempos corridos e sem tempo de outrora? Será que fizemos uso desta afetividade? Expressando tudo que estava por dizer pela falta de tempo?

Quantas vezes tentamos fazer de novo a mesma ‘lição como no filme’ até fazer direitinho, aquilo no que não era tão bom ou não sabia mesmo fazer. Ah… de novo…  se você não assistiu é uma boa pedida. Rimos e rimos sobre a mesmice do dia, que se repete dia a dia, mas a lição passada pelo filme é podemos aprender a ser um novo ser quando resolvemos fazer diferente, ser diferente.  

Ou até mesmo fazer a diferença a cada manhã, sendo assim as coisas podem mudar para melhor enquanto aguardamos ansiosos a saída da Marmota da toca, ou enquanto não chega a nossa vez na fila da vacina. 

 À todos meus votos de muita saúde neste Novo Ano que esta iniciando.  

Presépio, Como foi que aconteceu?

Em 1223 estava São Francisco em uma pequena cidade próxima de Roma, seu nome? Greccio, numa possível cruzada de evangelização. Afinal por onde passava São Francisco levava “a palavra de salvação”, ou seja o evangelho. 

Ali deparou-se com um problema, como explicar o nascimento de Jesus para os moradores do local, pessoas simples do campo, São Francisco tinha uma forma prática para fazer as coisas da vida darem certo. Ele dizia sempre:- comece fazendo o necessário, logo estará fazendo o possível, e quando menos esperar estará fazendo o impossível. 

A necessidade é a mãe das soluções, foi assim que com simplicidade pegou argila e fez pequenos bonecos. Primeiro é claro, Maria e José, então modelou o menino Jesus. 

Contar aos camponeses que Jesus também nasceu em uma estrebaria, lhe deu elementos suficientes para compor toda a cena. Com tudo que se pode encontrar ali. Burrinho, cavalo, vaca, carneiro, alguns pastores; os três reis magos e a estrela.

Aqui preciso fazer um parêntese, uma estrela especial que brilhou por todo o caminho que os 3 Magos – Gaspar, Baltazar e Belchior fizeram até chegarem à Jesus. Esta mesma estrela estará ‘super’ brilhante novamente em nossos céus a partir de hoje. Dois gigantes estarão tão próximos que parecerão um só ponto de luz. E que luz, diria eu! Saturno e Júpiter serão os responsáveis por esta luz, por esta Estrela de Natal ou de Belém. Conta a ciência que isto aconteceu em 1226, e agora 2020. Para novamente acontecer em 2080, fecho parênteses.

Assim que São Francisco arrumou todas as peças em volta do recém-nascimento, “nasce” a ideia que ganhou o mundo – a tradição de montar presépios, Por todo o mundo. 

Para nós brasileiros o primeiro presépio chegou no século 17, por um por certo religioso – Gastar de Santo Agostinho – em Olinda Pernambuco.

Nestes nossos dias, presépios existem de todos os modelitos e com todo tipo de material, argila, madeira, porcelana, palha de milho, ferro, osso, pano, tijolo. Curiosidades acontecerem nesta área também; na cidade do Porto, em Portugal foi modelado um presépio de 12 toneladas de chocolate – que tem seu registro no Livro dos Recordes, demorou seis meses para ficar pronto. Outro presépio que achava atenção, esta em Maringá – Paraná – esculpida em areia com dois metros de altura.

Estamos quase no Natal outra vez,  sempre festejamos a data em família, é o mais comum por aqui na casa dos brasileiros, mas neste ano que foi bem difícil para todos no mundo, talvez tenhamos repensado o estar junto com aqueles que são importante para nossa vida.

O COVID19 nos deixou em casa, porém nem todos com seus próprios familiares, pela necessidade de afastamento, ficamos e precisaremos continuar longe de muitos dos nossos queridos, inclusive durante as festas de Natal.

O presépio de Francisco veio para representar para sempre a história do nascimento de Jesus, assim como – a “célula mater” da sociedade, que tem seu início na família. Mas Amar ou Amor em tempos de pandemia é na verdade o “estar longe” é o que mais pode representar amor, para todos nós.

Não poderemos ver a Estrela de Natal lá no observatório cientifico por conta do isolamento social que precisamos manter, mas podemos continuar cuidando de quem amamos mantendo afastados, e confiando na #vaipassar.

E poderemos festejar com eles outras tantas vezes depois. Talvez o melhor presente deste Natal seja se manter longe de quem amamos.

Boas Festas e um Ano Novo Saudável e feliz para todos, são nossos votos! 

Mamãe e seus 100 anos!

Para e por Lulu Moreira, minha mãe que faria 100  anos este ano, uma mãe do signo de escorpião, professora de desenho, e cheia de criatividade e dons artísticos, logo tínhamos muito em comum. A água sem dúvida foi um dos pontos que mais nos aproximou mesmo nos poucos anos que tivemos juntas, sempre foi a água e tanto fazia se água das piscinas ou a água do mar. Um pouco desta paixão ela passou para mim logo no começo colocou Marina como meu segundo nome.

É para comemorar seus 100 anos que deixei para este ano o lançamento deste primeiro livro  da série VIRA-MUNDOS para dar assim início a um projeto em que trabalho há anos, o de publicar livros infantis ou mesmo infantojuvenil, contando sobre as muitas vidas que existem no mundo das águas e fora delas.

Este, primeiro livro da série Vira-Mundos – Baleias em Abrolhos, é a versão infantil da história que deu início ao Sistema das Essências Vibracionais D’Água uma linha de medicamentos vibracionais que trazem equilíbrio e bem-estar, seja para o físico, mental, emocional ou mesmo
espiritual.

O DILEMA DAS REDES

Este é o documentário do momento, esta fazendo sucesso pois alguns dos ex-funcionários das mais famosas e poderosas redes sociais resolveram contar como é feita a manipulação por trás destas firmas.

Somos suscetível a todo e qualquer tipo de atenção, afinal desde o nascimento até um bom tempo depois, precisamos das relações humanas para sobreviver. Ficamos muito tempo ‘na mira’ direta de quem nos dispensa muito tempo e atenção para que possamos ter conforto físico e emocional; seja pelo alimento, sono, asseio e boas doses de carinho e afeto. 

Na maioria das vezes é justamente através da atenção que nos dispensam que nos tornamos seres sociais, nos reunimos desde sempre em grupos para uma infinidade de situações. Isso desde que o mundo é mundo. 

Neste documentário estes ex-funcionários e mais alguns tantos professores de comunicação e informática nos contam que as redes sociais usam o mesmo procedimento. Afinal têm sistemas operacionais que “sabem”o que nos chama mais atenção e assim providenciam tais coisas.

Por exemplo, quem nunca passou por isso – se nos detemos pesquisando valores de uma torradeira, misteriosamente todas as lojas que vendem este tipo de torradeira começa a enviar vários modelitos e preços desta mesma torradeira.

Estas redes sabem de tudo, até mesmo o que não gostaríamos que ninguém soubesse. As explicações dadas por eles é simples o tempo de atenção que precisamos. 

Dá mesma forma quando damos um “like” em um determinado assunto, somos “fisgados” e passamos a recebem temas relacionados a ele.

Os atrativos que nos detém por mais tempo ligados na rede para eles é ‘dimdim’ no bolso, e nós ficamos cada vez mais presos, nestas redes de identificações.

É na verdade um mundo mágico que existe por trás destas redes sociais, que ao mesmo tempo nos dão muita atenção através dos “likes” que recebemos daqueles que fazem parte da minha, sua e nossa rede pessoal, ou através destes ‘posts’ que aparecem enquanto estamos navegando.

O incentivo para cada um é a atenção que nos dispensam, para eles da redes é o quanto somos capazes de adentrar neste emaranhado de grupos e assim nos perpetuamos plugados naquilo que eles indicam.

Ivan Petrovich Pavlov, nos demonstrou que através do reforço negativo ou positivo conseguimos aprender ou ensinar qualquer coisa a qualquer um.

Os ratinhos brancos de laboratórios “sabiam” que existia duas alavancas na gaiola em que eram colocados após x’s horas sem água e assim que entravam na caixa experimental rapidamente se dirigiam a alavanca certa. Afinal já haviam entendido que a outra estava seca.

É o mesmo princípio que é usado nas redes sociais, não duvide nem por um momento disso. Nos condicionam para clicar ‘like’ ou não a cada post que recebemos, sejam da nossa rede ou da rede dos  “amigos” que nem sempre conhecemos. 

Mas como sempre precisamos de ‘likes’ o tempo todo corremos atrás deles, quem não gosta de receber ‘likes’ quando posta alguma coisa em qualquer lugar da rede. Lembre-se de que quando era criança recebia ‘likes’ da mamãe também sempre fazia algo que estava de acordo com o ensinamento dado por ela. Na escola recebíamos ou recebemos ‘likes’ dos professores, na minha época tinha a estrelinha, tirar 10 era uma coisa, agora 10* era o máximo. 

Somos todos condicionados e queremos mais é receber “likes e mais likes” por todas as coisas que fazemos. Só que no momento as redes trouxeram algo extra e imediato que dá aquela levantada em nosso astral, logo nos submetemos. 

Não é crime querer atenção ou gostar de atenção e problema que estes ex-funcionários das redes sociais levantam é para que passemos a pensar a respeito deste assunto; assim como ter consciência de com nos conduzem estes poderosos instrumentos da internet. Mais nada! 

Se a Autoestima esta somente ligada aos “likes da rede”, isso é um sinal perigoso. Afinal para ter Autoestima equilibrada é preciso olhar para para dentro de nós e não para o que dizem as redes sócias sobre nós. 

Da mesma forma não podemos pensar que a “vida” que o cola nestas mesmas redes seja só sorrisos e comidinhas legais, brincadeiras e passeios em lugares de arrasar.  

Novidades para Você!

Temos novidades, é a série Vira-Mundos!

Nós das Essências D’Água estamos em pleno lançamento de uma série de livros infantis e infanto-juvenis contando um pouco de cada um dos elementos que pesquisamos para criar uma nova Essência Vibracional. 

Que é uma linha de medicamentos vibracionais / alternativos, que trazem equilíbrio e bem-estar, restabelecendo a harmonia, seja para o corpo físico ou para clarear a mente e os pensamentos, assim como pode estabilizar o lado emocional e espiritual.  

Estamos com o 1º título já editado, pelo Grupo Editorial Scortecci, que conta a história das Baleias em Abrolhos, que deu origem ao Sistema das Essências Vibracionais D’Água, nos idos de 1999.  

Porém temos alguns outros livros que estão no “prelo”, a saber:- 

  • Dona Arraia  
  • Enzo e o baiacu assustado.
  • A Joaninha viu o Beija-flor

E assim que o ano de 2021 chegar traremos novas histórias contando sobre a vida dos seres do mar e da terra. Seja da água salgada ou da água doce, assim como histórias contando sobre algumas cavernas de cristais ou sobre algumas plantas. 

Teremos histórias de peixinhos minúsculos que habitam rios subterrâneos ou mesmo peixões enormes e dorminhocos como uma espécie de tubarão, o tubarão-lixa; e de outros que são muito nervosos e nadam muito rápido.

Cabe lembrar estas histórias também existem nos livros das Essências D’Água com o caminho que cada uma das essências fez até chegar a fazer parte do Sistema, com as indicações de uso de cada um destes medicamentos alternativos, são três livros e se encontram à venda. 

Fiquem atentos a estas novas possibilidades para ajudar as crianças a perceberem o mundo que herdarão e a olharem para nosso planeta com mais carinho e assim terem mais força para cuidar desta casa “planeta” que é de todos nós.

Aniversariante do mês!

Não podemos esquecer desde aniversariante do mês de setembro Dr. Edward Bach, e que merece a nossa atenção e reverencia.

O idealizador das Essências Florais, que até hoje recebe o nome mais conhecido como Florais de Bach, ele nos trouxe uma nova visão sobre o meio-ambiente e o que ele pode nos proporcionar.

Através da energia de cada uma das flores, plantas e água das fontes onde pesquisou, criou uma nova terapia alternativa, que se propõem a equilibrar as emoções e trazer bem-estar mais que merecido a todos que necessitem.

Dr. Bach como um grande mestre nos deixa sua história e vivência com a natureza e tudo que por experiência própria na sua vida, em uma lugar bem mais calmo que a Londres da sua época. Cercado por flores que sutilmente o tranquilizavam e lhe trouxeram equilíbrio às suas emoções.

Primeiramente, apenas por caminhar através de áreas onde florescia em abundância uma flor em especial. Esta sensação de bem-estar levou-o a pensar e assim passou a pesquisar sobre esta flor, e logo depois expandiu seu repertório, sempre buscando a relação entre uma coisa e outra.  Dr. Bach nos deixou um repertório de Essências Florais, nos deixando uma porta aberta para outras possibilidades ao nos propor a Essência Rock Water uma Essência colocada em uma fonte de água natural.

Nós terapeutas de hoje, começamos nossos estudos com os escritos deixados por ele, e seus seguidores, para depois seguir por novos horizontes. Porém sempre “surfando” nas ondas do mestre Bach.

Muitos outros repertórios surgiram depois que os Florais de Bach, foram energizar outras paragens além da Inglaterra. Assim surgiram os Florais da Califórnia, Canadá, Alasca, Austrália, Deserto Arizona, e muitos outros mais. No Brasil muitos sistemas florais e vibracionais, surgiram como os Fito-florais de Minas, Filhas de Gaia, da Amazônia entre outros.

As Essências D’Água surgiram de estudos e pesquisas de campo sobre o mundo animal, mineral e vegetal. A primeira questão que surgiu foi à respeito de um comportamento da enorme Baleia Jubarte que vem todos os anos da Patagônia até o Arquipélago de Abrolhos, para ter seu filhote em águas quentes e tranquilas, longe de predadores em potencial, e por lá permanecem por meses mesmo sem ter o que comer, para amamentar e cuidar de sua cria. A questão levantada foi :- O que este comportamento que é de maternagem e “colo” tem em comum com o comportamento materno nosso, humano.

Tantos os machos como as fêmeas se “instalam” na costa da Bahia com este intuito, procriar, criar, cuidar e alimentar os seus, até que tenham forças e vitalidade para enfrentar a vida no gélido mar da Patagônia.

Assim foi dado início ao que hoje 20 anos depois é o Sistema das Essências D’Água. Através da energia e vibração de cada “ser”, pesquisando e relacionando o comportamento desses com o nosso próprio comportamento, temperamento e personalidade. Sempre visando o equilíbrio das nossas emoções e bem-estar diários.  Desde então trabalhamos para levar a energia e vibração da natureza às pessoas que delas precisam para alcançar equilíbrio e bem-estar. Continuar lendo