Blog das Essências
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Luzes de Natal e os vagalumes

Vagalumes de hoje … Vagalumes de ontem….

Quem teve a sorte de nascer há mais tempo, como eu e viver em uma cidade pequena para a época, quando ainda existiam muitos pequenos sítios e chácaras próximas do centro da cidade. Viveu coisas que talvez hoje seja mais difícil viver. 

Nestas chácaras podíamos passar o final de semana com segurança e passear por trilhas e estradas de terra muitas vezes cheias de barro vermelho no qual era possível até mesmo brincar de fazer bonequinhos com a lama.  

Nas noites calmas e ouvindo apenas o “piar das corujas” , o “coaxar dos sapos” após a chuva e o “canto das cigarras” nas plantas que faziam parte do jardim em volta da casa, criávamos passatempos interessantes. Um deles era colar num álbum folhas que durante o dia pegávamos das arvores, e descrevíamos as características da árvore desta folha, como era seu fruto, cor, o cheiro, e tudo que poderia nos ajudar a identificá-las 

Só que quem como nós tiveram o privilégio de ter um avô bastante animado e criativo, tinham outros afazeres além de colar folhas. Nosso avô nos levava até o portão do sítio para passar a corrente e o cadeado. Mas, antes disso ficamos brincando no escuro, com apenas um facho de luz da lanterna, e às vezes a luz tênue do poste estava acesa isso nos permitia ver e “caçar vagalumes” para colocá-los em um vidro. 

Ele com quase seus oitenta anos, ficava sentado em um banquinho enrolava lentamente seu cigarro de palha de milho e o fumava ao ar livre, enquanto os netos faziam suas experiências com a luz própria dos vagalumes que conseguíamos colocar no vidro. 

Saudade imensa desta época. São muitas as ausências tanto do Vô Pedro, dos irmãos, assim como dos fantásticos minúsculos e brilhantes vagalumes, que hoje nem sei se ainda voam por aqui. Neste Natal 2021 caminhando pelas ruas de Sorocaba, muito maior e movimenta que a cidade da minha infância, uma coisa chamou a minha atenção. Uma coisa boba tipo deste enfeites de luzes para alegrar o Natal, um arame muito fininho com micro luzinhas para criar e enfeitar o que a nossa criatividade permitir.

Comprei um destes ‘arames’ e ao chegar em casa coloquei dentro de uma garrafa, e ao acendê-la voltei no tempo e me lembrei dos vagalumes de ontem, mesmo não tendo encontrado este arame luminoso com luzes verdes que depois fui procurar. Não pude deixar de pensar que estava reeditando “a lanterna dos pequenos vagalumes de outrora”. Sendo assim recebi um presente de Natal inesperado a lembrança boa de uma infância carregada de emoção, de abraços, colos e muitas aventuras vividas com este avô. 

Com tudo isso sou grata ao Universo pelo presente de hoje e pelas vivências de ontem.

2020 – O ANO DA MARMOTA!

Pois é, quem assistiu o filme “O dia da Marmota” pode dizer que viu este filme novamente, e durante todo este ano. Se ainda não assistiu – assista!!

Vamos lá, o que é necessário lembrar deste filme, que por sinal gostei muito; é o que fiz com todos os meus dias enquanto a Marmota não saia da sua toca? Bem a ideia é que cada um pense nisto, o que você fez neste ano de reclusão?

Além desta pergunta, outra se faz presente também, o que é que cada um de nós fará até que chegue a sua vez para se encontrar com a Marmota. 

Groundhog muzzle looking out of mink

Afinal, cada um com sua idade terá seu lugar na fila, talvez demore mais para uns do que para outros, tipo:- “pegue sua senha e aguarde na fila”, na mesma interminável fila de quantos milhões de brasileiros que estarão nela aguardando a vez.

Fazendo um exame de consciência sobre como vivemos este ano todo em que a Marmota estava sendo elaborada pelos cientistas do mundo todo; para facilitar é que vale parar e a pensar, no que ainda podemos fazer. Pois vem aí a agonizante espera de sabe-se lá quanto tempo amargaremos na fila da ‘salvadora vacina’, que carinhosamente chamo de Marmota.

O que afinal aprendemos ficando dentro de casa – isolados fisicamente, será melhoramos o isolamento afetivo e emocional que permeava o dia a dia de cada qual? Aparentemente muita gente reclamava que a falta de tempo para ficar com os amados era sempre pouco, tempo diminuto para expressar amor. Mas… na pandemia… muitos puderam ficar juntinhos.

Como foi a expressão deste amor todo que estava represado durante os tempos corridos e sem tempo de outrora? Será que fizemos uso desta afetividade? Expressando tudo que estava por dizer pela falta de tempo?

Quantas vezes tentamos fazer de novo a mesma ‘lição como no filme’ até fazer direitinho, aquilo no que não era tão bom ou não sabia mesmo fazer. Ah… de novo…  se você não assistiu é uma boa pedida. Rimos e rimos sobre a mesmice do dia, que se repete dia a dia, mas a lição passada pelo filme é podemos aprender a ser um novo ser quando resolvemos fazer diferente, ser diferente.  

Ou até mesmo fazer a diferença a cada manhã, sendo assim as coisas podem mudar para melhor enquanto aguardamos ansiosos a saída da Marmota da toca, ou enquanto não chega a nossa vez na fila da vacina. 

 À todos meus votos de muita saúde neste Novo Ano que esta iniciando.  

Presépio, Como foi que aconteceu?

Em 1223 estava São Francisco em uma pequena cidade próxima de Roma, seu nome? Greccio, numa possível cruzada de evangelização. Afinal por onde passava São Francisco levava “a palavra de salvação”, ou seja o evangelho. 

Ali deparou-se com um problema, como explicar o nascimento de Jesus para os moradores do local, pessoas simples do campo, São Francisco tinha uma forma prática para fazer as coisas da vida darem certo. Ele dizia sempre:- comece fazendo o necessário, logo estará fazendo o possível, e quando menos esperar estará fazendo o impossível. 

A necessidade é a mãe das soluções, foi assim que com simplicidade pegou argila e fez pequenos bonecos. Primeiro é claro, Maria e José, então modelou o menino Jesus. 

Contar aos camponeses que Jesus também nasceu em uma estrebaria, lhe deu elementos suficientes para compor toda a cena. Com tudo que se pode encontrar ali. Burrinho, cavalo, vaca, carneiro, alguns pastores; os três reis magos e a estrela.

Aqui preciso fazer um parêntese, uma estrela especial que brilhou por todo o caminho que os 3 Magos – Gaspar, Baltazar e Belchior fizeram até chegarem à Jesus. Esta mesma estrela estará ‘super’ brilhante novamente em nossos céus a partir de hoje. Dois gigantes estarão tão próximos que parecerão um só ponto de luz. E que luz, diria eu! Saturno e Júpiter serão os responsáveis por esta luz, por esta Estrela de Natal ou de Belém. Conta a ciência que isto aconteceu em 1226, e agora 2020. Para novamente acontecer em 2080, fecho parênteses.

Assim que São Francisco arrumou todas as peças em volta do recém-nascimento, “nasce” a ideia que ganhou o mundo – a tradição de montar presépios, Por todo o mundo. 

Para nós brasileiros o primeiro presépio chegou no século 17, por um por certo religioso – Gastar de Santo Agostinho – em Olinda Pernambuco.

Nestes nossos dias, presépios existem de todos os modelitos e com todo tipo de material, argila, madeira, porcelana, palha de milho, ferro, osso, pano, tijolo. Curiosidades acontecerem nesta área também; na cidade do Porto, em Portugal foi modelado um presépio de 12 toneladas de chocolate – que tem seu registro no Livro dos Recordes, demorou seis meses para ficar pronto. Outro presépio que achava atenção, esta em Maringá – Paraná – esculpida em areia com dois metros de altura.

Estamos quase no Natal outra vez,  sempre festejamos a data em família, é o mais comum por aqui na casa dos brasileiros, mas neste ano que foi bem difícil para todos no mundo, talvez tenhamos repensado o estar junto com aqueles que são importante para nossa vida.

O COVID19 nos deixou em casa, porém nem todos com seus próprios familiares, pela necessidade de afastamento, ficamos e precisaremos continuar longe de muitos dos nossos queridos, inclusive durante as festas de Natal.

O presépio de Francisco veio para representar para sempre a história do nascimento de Jesus, assim como – a “célula mater” da sociedade, que tem seu início na família. Mas Amar ou Amor em tempos de pandemia é na verdade o “estar longe” é o que mais pode representar amor, para todos nós.

Não poderemos ver a Estrela de Natal lá no observatório cientifico por conta do isolamento social que precisamos manter, mas podemos continuar cuidando de quem amamos mantendo afastados, e confiando na #vaipassar.

E poderemos festejar com eles outras tantas vezes depois. Talvez o melhor presente deste Natal seja se manter longe de quem amamos.

Boas Festas e um Ano Novo Saudável e feliz para todos, são nossos votos! 

Na certa são tempos difíceis!

Na certa precisamos aprender algo com tudo isso. “Para o mundo que eu quero descer”; esquece já passamos do ponto. Só se pode descer quanto tudo isso acabar.
Na certa precisamos ter algo assimilar depois de tanto isolamento juntos, outros separamos, outros em paz, e muitos envolvidos em pequenas / grandes guerras particulares.
Na certa precisamos entender mais profundamente no que nos metemos momentos antes desta história toda começar. Tão esquecidos do que realmente é importante no dia a dia.
Na certa precisamos rever todas as relações com o todo. Começando por nós mesmos, caso esteja difícil de fazer companhia a si mesmo, talvez seja porque esta faltando mais de você em você mesmo, o que certamente deixa tudo bem pior para encarar o #fiqueemcasa. Afinal, o #fiquecomvocê pode ser devastador.
Na certa precisamos evoluir em alguma coisa ou coisas. Para tal é preciso repensar muito daquilo que somos. O que nem sempre é fácil. É mais ou menos como limpar armários. Se não olhar atentamente para cada peça de roupa e pensar o quanto ela ainda o representa, não poderá tirá-la de lá.
Na certa precisamos filtrar o que escolher daqui para frente do tudo que somos, e isso é terrível; cada escolha vem com um acompanhamento que não se pode dispensar.
 Na certa precisamos usufruir de uma forma diferente a liberdade quando esta “joia estiver novamente disponível”, num futuro breve. Refazer os caminhos tão simples como o poder que nos é garantido pela vida simples, aquele de ir e vir, sem restrições.
Na certa precisamos viver com mais consciência do todo, começando por si mesmo, passando por cada um dos outros que estão próximos, para tal precisamos de reavivar a empatia, a tanto tempo esquecida, quanto mais empatia
usamos, melhores podemos ser.
Na certa precisamos resgatar aqui / agora algumas coisas importantes que com o passar “dos tempos ou das vidas” fomos deixando pelo caminho.
Na certa precisamos repensar quem e o que vamos nos tornar quando sairmos novamente para a convivência diária com o planeta, com o próximo e consigo mesmo. Tempo para pensar estamos todos tendo.
Na certa precisamos acreditar que menos podemos sair deste distanciamento social mais conscientes, e quem sabe até mesmo mais felizes

NÓS E A MACARRONADA!

Esta figura me veio à cabeça quando pensei escrever sobre nossos laços de família. Várias são as razões, uma delas é claro que é por macarronada ser uma das possibilidades do cardápio de almoço de domingo na casa dos pais.

A outra que mais chama minha atenção é a forma com que o pegador de macarrão junta os fios do macarrão. Quando fechamos o pegador, sempre vem um monte de fios juntos. Um grande emaranhado se forma. Da travessa até chegar a cada prato, formam aqueles rabichos que torna bem difícil não fazer uma verdadeira ‘mixórdia’ na toalha da mesa.

Tanto que em casa se dizia que toalha de mesa para macarronada só se usa uma única vez, pois com certeza alguém sempre deixa pelo menos um fio de macarrão cair sobre ela.

Quando penso em família e familiares esta imagem sempre me vem à mente. Este aglomerado de gente que a família é e como tem sempre algum rabicho que está meio lá meio cá. Saindo ou entrando dela.

Lógico que formamos ‘em família’ aquele quase que intermináveis almoços de domingo, quando a macarronada é posta à mesa e os grandes debates começam a surgir.

Não importa muito qual o assunto que irá rolar, pois sempre aparece um ‘certo’ detalhe no qual toda uma grande assembleia familiar se forma, e a tarde toda se vai, em inúmeras opiniões e ‘disque-disque’ disse me disse que muito dificilmente se resolverá alguma pequena coisa.

Mas sem todo falatório no almoço de domingo enquanto rola a macarronada isso seria deixar a família de fora de tudo que é assunto de família. E aí que graça tem ter família sem ter estas tardes de domingo e os temas mais eletrizantes da nossa vida discutidos entre uma ‘porpeta’ e outra.

Na adolescência e juventude frequentei inúmeras macarronadas em família nós todos, primos e primas, pais, tias e tios sempre entravamos e grandes confusões como a compra de um carro novo, outra viagem, namorados, casamentos, na verdade eram assuntos diversos, porém sempre davam margem para os longos debates durante a macarronada.

Palpites, histórias antigas, porpetas – almôndegas – e macarronada são elementos que dão um bom molho para as tardes de domingo. Para mim macarronada combina com conversas, risos, gargalhadas, discussões e mesmo as eternas implicâncias entre os adoráveis parentes. Tudo pode acontecer durante um almoço destes

Até mesmo uma piada que vinha escrita no papelzinho para não esquecer, e só por isso já era hilário o suficiente para mais e mais gargalhadas., afinal ler passo a passo uma piada entre uma garfada e outra, não tem como não rir.

Comunicação, é em família que começamos a aprender e a perceber a importância das palavras e como é possível mesmo dentro desta confusão aprender sobre empatia e sentimentos, e o mais importante respeito pelo livre pensar de todos.

Cores do Mar … Festa do sol

Estou dando o nome neste texto com um pedacinho de uma música linda, de João Bosco, chamada Papel Machê. Então vamos lá. Todo mar tem suas cores e nuances diferentes, dependendo da pouca ou muita profundidade e mesmo da distância em que estamos quando olhamos para ele.

Também tem muita relação com a hora do dia, luz do sol, tipo sol a pino, cair da tarde, pôr-do-sol e na negritude da noite fica escuro como o céu sem luar e por aí vai. São vários os fatores que ocorrem para dar as águas marinhas tantas possibilidades. De tons e cores variados, não sei se a salinidade ajuda nisto também. Talvez com as grandes quantidades de água. Como por exemplo em mar aberto as águas sempre parecem mais para o tom azul marinho (escuro), porém sempre que a olhamos mais próximo de costões estão mais pretas, ou quando em grandes extensões de areia mudam para incontáveis tons de verde, azul, turquesa e por aí afora.

O certo é que bem pouca gente deixa de se encantar com tal beleza que ele nos apresenta. Tem explicações que a biologia marinha também nos dá, o que pode nos ajudar a entender de onde vem tanta boniteza.

Conhecendo pessoas que sabem sobre o assunto veja como funciona; um amigo e doutor em Biologia Marinha me ajudou e escreveu a meu pedido esta explicação “As águas do mar do caribe são azul turquesa devido sua limpidez e a coloração clara de suas areias. Segundo a física, quando a luz solar atinge as águas ela é refletida e parte dela penetra nas águas interagindo com suas moléculas.
Esse fator é também influenciado pelos microrganismos, (micro-organismos = microalgas), presentes no mar, por isso, em alguns locais ela fica esverdeada, quando entra em contato com a matéria orgânica de coloração amarela, ou seja, a mistura do azul com o amarelo”.

Sem pensar nos muitos litorais’ do mundo, o que vale a pena pensar e ver é que temos aqui no Brasil; uma costa marítima de muitos quilômetros. Vejamos, pelo Google, nosso país tem 7.367Km, banhado a leste pelo oceano Atlântico. O contorno da costa brasileira aumenta para 9.200Km se forem consideradas as saliências e reentrâncias deste mesmo litoral. A costa brasileira ou seja o nosso litoral é extenso e pouco recortado. Todo ele com boas chances de apresentar tons de azul e verde maravilhosas.

Penso que todos já viram o mar com muitos tons de verde, esmeralda, azul e outros tantos, muitos de nós devem ter fotos onde estes tons foram capturados e deslumbram qualquer um que olhe para estas fotos, assim como exercem certa magia para quem olha para suas águas ao vivo.

Água sempre foi um atrativo em potencial para mim desde pequena, difícil resistir ao chamado dela, me ensinaram a nadar bem nova e enquanto não ficava pronta para tal e para evitar maiores problemas amarravam uma boia de cortiça, na época era o que existia; e assim eu podia ir até as ondas, só até a terceira onda.

O mar sempre muito grande e apaixonante à minha frente. Quando não era o mar, era a piscina, rio ou o lago, se tinha água por perto, pronto o imã já estava me atraindo.

Meu signo é do elemento água, logo acabar me tornando mergulhadora e tempos depois me tornar a sistematizadora das Essências D’Água era mesmo uma questão de tempo.

Muita gente pergunta como se coleta a água dos animais marinhos, mesmo que conhece as essências florais acaba intrigado de como isso acontece. Pois bem nos três livros conto tudo isso em muitos detalhes, aqui vou contar só uma palhinha.

Como já esta no forno o primeiro livro infantil e é sobre a Matriarca do Sistema D’Água as Baleias em Abrolhos, escrevo aqui para vocês sobre como foi coletar a água com a energia e vibração destas gigantes e maravilhosas criaturas.

Tive motivos para ir até Abrolhos como, por exemplo, pensar que as Baleias, vão para lá e ficam meses sem comer pois neste lugar onde as águas são quentinhas e rasas não tem krill um mini camarão que na Patagônia é abundante; só para ter seu filhote e cuidar dele. Que outra baleia fica bem por perto quando o bebê esta nascendo, para ter certeza que ele vai conseguir ir até a flor dágua para respirar. Que ali naquele lugar, se parece com um berçário e um jardim da infância para que os filhotes se preparem fisicamente para conseguirem chegar bem lá no polo sul.

Então estes sinais me mostravam variações de como ocorre com estes enormes cetáceos a ‘maternagem’ e a maternidade entre elas. E como esta energia que as orienta e a fazem manter a dura estadia para dar cabo em sua missão de se tornar mãe, pode nos ajudar a equilibrar e por vezes restaurar o ânimo, emoções, sentimentos, força psíquica e tudo mais. A alegria de estarmos lá junto com todas elas é contagiante, aproxima pessoas que não se conhecem e um clima amisto, cooperativo se instala.

Desta forma não tive outro jeito, precisava mesmo trazer toda aquela vibração para pelo menos tentar, testar em local que estas emoções não aparecem tão facilmente.

A Essência funcionou, pessoas de diversas funções experimentaram e todas responderam de acordo com a vibração e energia que coletei bem em meio das águas daquele “berçário” que é Abrolhos.

Estas fotos são um presente das cores que o mar é capaz de assumir para nos deslumbrar.

A fé nossa de todo dia

Muitas são as religiões, mas me parece que a Fé é uma só, não importa onde, quando ou quem. Basta ver a quantidade de igrejas, templos evangélicos, centros de umbanda, candomblé, núcleos de oração, santinhas que passam semana a semana nas casas de pessoas comuns para reunir gente de fé, dispostas a rezar.

Cada qual certamente com suas próprias intenções, gratidão ou pedidos ainda não alcançados. Porém todos unidos pela fé em algum tipo de oração, cântico, terço rezado em voz alta, braços abertos ou outra expressão de fé.

Não é diferente em outras tantas partes do mundo, ou mesmo no mundo todo. Cada um com seu jeito próprio de se ligar ao “alto”, ao mais “alto”. A devoção no fundo é o que conta mais, a forma penso que pouco ou nada importa.

Em todo lugar podemos ver as manifestações da fé. Desde as mais simples até as mais / mais, as com ponderação e as sem sentido para alguns e com total sentido para tantos outros que foram “criados” dentro da mesma religião, da mesma seita ou fé.

Esta foto é do Mercado das Flores, em Bangkok / Tailândia, bem pequeno perto do CEAGESP que nas sextas-feiras quando é invadido de flores e plantas “mil”. O que chama atenção no Mercado das flores é que todo dia é dia de flor! E que flor será a do dia? Ah… isso cada qual escolhe. Porque em cada uma das barracas do mercado tem gente desde muito cedo recebendo as flores e preparando os enfeites com os quais se podem enfeitar os altares.

Cada um tem sua cor de preferência ou a cor que é própria daquela divindade em questão, mas com certeza tem pelo menos uma flor que agrada mais. É amarela, mas bem forte, diria que quase laranja e parece muito com o nosso crisântemo, e neste mesmo Mercado é preparado alguns tipos de cordões e colares para se colocar em algum lugar destes altares. Até aí muito normal, altar com flores nós também temos em qualquer uma das inúmeras igrejas e nas nossas catedrais católicas, nos congas dos santos também tem flores sempre.

O mais gostoso de ver são os pequenos altares que estão por toda parte na frente qualquer casa, hotel, restaurantes e muitas vezes nos cruzamentos das ruas. A fé se manifesta através não só das flores como também de pequenas oferendas deixadas nos altares. Às vezes são copos de suco ou refrigerante, pequenos pacotinhos que penso ser algum tipo de comida ou docinhos.

A forma com que os tailandeses se relacionam com os deuses é que é muito diferente e bacana conhecer e às vezes até se permitir participar, aceitando as pulseirinhas de barbante trançado que os monges que estão nos templos aos pés das grandes imagens de Buda amararam em nossos pulsos nos abençoando enquanto isso.

Não se pode dizer que esta ou aquela religião é melhor que a outra, todas estão escritas em papéis onde o primeiro dirigente escreveu os conceitos que pensou para a sua religião como sendo os melhores. Cada qual escreveu a sua. Aqui cabe pensar que como seres humanos, somos todos falíveis e nem tudo que pensamos e escrevemos como “regras” a serem seguidas pelos outros é bacana. Agora, a fé esta com certeza, vem de cada coração, da mesma forma como cada um fala com Deus ou se relaciona com Ele é particular, assim como a demonstração desta fé, ela é de cada um, de cada povo e cada terra. Talvez seja a fé que na verdade nos dá suporte, bem mais que as regras que escreverem em cada uma das religiões.

Em outro lugar, em outra viagem, vi muito no para-brisa dos táxis esta mesma expressão de fé, sempre um agrado aos deuses são minúsculos ramalhetes de flores, todos ‘costurados’ formando uma corrente, colocada com primor em algum lugar de destaque no capô do carro próximo do vidro. A devoção é a fé justas nas homenagens prestadas diariamente, com singeleza e simplicidade, para que o dia e seu trabalho sejam bons.

Aqui vejo esta demonstração nos lugares próprios para nossa fé ser demonstrada nos ‘velários’ das igrejas católicas ou nos cemitérios, todos com os sinais desta mesma expressão, só que através das velas que os fiéis acedem. Novamente digo cada qual com seus motivos, cada um com seu pedido em particular, não importa o que vale mesmo, é a fé depositada ali.

Coisas da Alegria, coisas da vida!

Temos certas coisas na vida que não mudam nunca. São coisas simples que existem desde que o mundo é mundo e pode ser em qualquer lugar dele.

Presto muita atenção quando viajo para qualquer, faz parte de tudo que sempre me chama atenção, e com tanto tempo de estrada dá ter uma ou umas palavrinhas sobre as crianças pelo mundo, vivendo suas vidinhas com toda a graça e muita luz que crianças têm ao brincarem juntas.

Quando vi estas crianças da foto brincando na água de um rio no interior do interior de um país bem longe de tudo; este da foto tirou a roupa e entrou ao encontro dos demais, Isso fez passar um filme na minha cabeça lembrando todos os lugares em que passei e vi esta mesma cena tantas e tantas vezes, simplesmente não teve outro jeito a não ser fotografar e agora poder escrever sobre isso.

São mágicas as cenas que podemos ver e ao ouvir entre gargalhadas e brincadeiras que se propõem a fazer quando estão juntos. Na água parece que estas cenas de alegria se intensificam e tornam ainda mais gostosas tanto para as crianças que se divertem como para quem quer que seja que assiste ao espetáculo que as crianças dão ao brincarem espontaneamente.

Sem se importarem com que assiste as cenas ou quem mais vai entrar no rio, na água turva e até fria do final do dia. O que mais querem é brincar, querem mesmo é ser feliz, se não percebem os problemas de escola ou sociais, diferenças culturais, e tudo mais que esta acontecendo fora do leito deste rio, naquele momento, pelo menos naquele exato momento não dava para perceber se outra coisa no mundo passava por lá.

Mas isso também acontece quando jogam bola ao ar livre ou pensam que estão voando sobre a bicicleta, no skate, patins e qualquer outra brincadeira que os deixem neste estado de graça que transborda alegria e felicidade.

Certas vezes, nós adultos também nos soltamos e nos sentimos assim, numa transbordante taça de champanhe chamada alegria, quando estamos realizando algo que estava só nos planos por anos. Ou ainda em situações mais simples como conseguir uma reunião com amigos de longa data ou caminhar em grupo por uma boa causa.

Alto Astral

Como passar o Natal e entrar no novo ano com… no mínimo Alto Astral?

Podemos sempre repensar conceitos e olhar as coisas de outro modo, indo atrás daquilo que é realmente necessário.

Todo final de ano nos leva a fazer reflexões sobre as propostas que elaboramos para este ano que se encerra e muitas vezes encontramos uma lista das coisas que deixamos por fazer; e ao checar o que foi realizado descobrimos que muitas propostas não saíram do papel. Certa sofreguidão acontece neste instante por não ter dado conta de executar o planejado.

É quando dizemos para nós mesmos “deixa para lá”, só que isso acaba dando a impressão ‘ficar devendo’ para nós mesmos. Ok, só dar de ombros não vai nos ajudar a construir uma vida melhor. Certamente deprimir por conta disso também não o será. Como resolver esta questão?

As Formulações das Essências D’Água podem auxiliar para que você olhe com outros olhos este mesmo ponto. Vamos lá. Começaremos deixando o nível de criticas o mais real possível sem que tenhamos de tirar pedaços de nós mesmos. Ter consciência de nossas falhas e dos pontos a serem melhorados ajuda muito aqui.


AUTOESTIMA 
é a fórmula que irá trazer esta possibilidade à tona. Equilibrando os pratos da balança. Pés no chão, aterramento é vital para rever o que de fato foi feito e o que foi deixado para lá, e por que foi assim. Abrir espaço para verificar o porquê nós não cumprimos a lista na totalidade é fazer as pazes conosco. Esta formulação abre espaço para clarear os pensamentos.

Outra possibilidade de composto das Essências D’Água para atravessar o Ano de Bem conosco e com a Vida é SUPERAÇÃO. Viver é enfrentar desafios, frustrações e permanecer inteiros e melhorados a cada vez.

Resiliência é isso, é a capacidade ‘elástica’ de recuperação que nós temos e / ou desenvolvemos. Isto certamente nos fortalecerá. Afinal aumentar o limiar de frustração é sempre crescer como pessoa. Acreditar que somos capazes de superar os ‘ataques infantis’ e assim começamos a entender que “nem tudo é exatamente como a gente quer”!… E acredite vamos sobreviver.

Uma vez que se consegue superar estes entraves que nos fazem ver cara a cara nossa humanidade, ou seja, a dificuldade que temos para aceitar tudo aquilo que não dá certo quando assim queremos. Podemos dar novos passos para seguir até chegar ao alto astral.

A formulação MATURIDADE pode nos levar a pensar nas experiências que já tivemos e assim facilitar dia a dia. Rever nossas conquistas nos torna mais confiáveis, afinal nossa história é o que somos. Com os acertos e as tentativas que falharam também, mas nos coloca de frente com nossas reais possibilidades.

SERENIDADE é um composto que traz uma outra possibilidade, porque nos tira deste estresse de final de ano, que todo ano, quase nos enlouquece. Se baixarmos o nível de ansiedade já estaremos mais livres para ponderar com consciência o que realmente dá para ser feito.

Vejam bem, nem sempre é necessário tomar todas estas fórmulas, se colocar a cabeça para pensar cada um chegará ao seu problema base e então escolher qual delas será melhor para si.

Agora, vamos pensar na formulação que nos abre o caminho para o Alto Astral total, SUCESSO, esta fórmula traz uma proposta para quebrar a cadeia de pensamento que não nos deixam decolar e alcançar nossos sonhos.

SUCESSO é uma das fórmulas que pode fazer com que cada um de nós possa quebrar certos paradigmas “paralisantes” e assim chegar onde queremos – naquele lugar que sabemos ser nosso lugar, o lugar que sonhamos, pensamos e agora esta em vias de realização.

As Essências D’Água deseja a todos os clientes e amigos um Natal de Luz e um Ano Novo com as realizações desejadas!

UMA PULGA ATRÁS DA ORELHA

Quem já não ouviu esta máxima?

Com a pulga atrás da orelha. Podem ser muitas outras coisas também.

Gosto de pensar nesta proposta “metafórica” quando é preciso que as pessoas passem a prestar atenção muita ‘atenção’ em tudo que possa estar pensando, possa estar sentindo ou mesmo onde possa estar querendo chegar.

Estar presente em tudo que seja lugar, sempre presente; sempre atento, sempre alerta como nos escoteiros. Este estar vigilante ao que se esta pensando ou sentindo, pode fazer “maravilhas” por todos nós. Nos tira do estado de inconsciência e automatismo que nos assola quando desatentos à realidade que nos encontramos.

Neste estado apenas vamos respondendo aos estímulos mais nada, absolutamente nada. Tão ruim como um simples estímulo / resposta. Impensado, aparentemente até involuntário podemos dizer a respeito destas respostas automáticas.

Uma pulga bem alimentada, uma consciência bem atenta sobre o que estamos fazendo, pensando, querendo e por aí afora. O que facilita a tomada de consciência é a psicoterapia. No peculiar mexe e remexe das nossas ‘coisas’, durante as sessões de psicoterapia; esta falta de clareza sobre o que realmente se passa conosco vem à tona e então podemos adquiri-la.

A vantagem de ter consciência sobre nossas vontades, medos e mais precisamente de como ‘funcionamos’ em meio a todo burburinho mental que agita a vida é que podemos ter certa lucidez para nos relacionar com o mundo.

Quem não se lembra do Grilo Falante, um personagem bem-humorado e sempre presente da história de Pinóquio, que foi o tempo todo, sua consciência para que as coisas ficassem bem. Bom… quando Pinóquio conseguia ouvir a voz do grilo a lhe falar.

Aqui na nossa história não precisamos dar voz a nossa ‘pulga’; mas quando uma pulga é bem nutrida sempre pode dar uma grande ajuda, com uma pequena picadinha atrás da orelha quando for preciso, e isto pode nos colocar de volta para ficarmos atentos ao que realmente importa – ter consciência de como funcionamos, e então efetuar as mudanças que queremos.

Então vamos lá, alimente sua pulga!