Blog das Essências
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Luzes de Natal e os vagalumes

Vagalumes de hoje … Vagalumes de ontem….

Quem teve a sorte de nascer há mais tempo, como eu e viver em uma cidade pequena para a época, quando ainda existiam muitos pequenos sítios e chácaras próximas do centro da cidade. Viveu coisas que talvez hoje seja mais difícil viver. 

Nestas chácaras podíamos passar o final de semana com segurança e passear por trilhas e estradas de terra muitas vezes cheias de barro vermelho no qual era possível até mesmo brincar de fazer bonequinhos com a lama.  

Nas noites calmas e ouvindo apenas o “piar das corujas” , o “coaxar dos sapos” após a chuva e o “canto das cigarras” nas plantas que faziam parte do jardim em volta da casa, criávamos passatempos interessantes. Um deles era colar num álbum folhas que durante o dia pegávamos das arvores, e descrevíamos as características da árvore desta folha, como era seu fruto, cor, o cheiro, e tudo que poderia nos ajudar a identificá-las 

Só que quem como nós tiveram o privilégio de ter um avô bastante animado e criativo, tinham outros afazeres além de colar folhas. Nosso avô nos levava até o portão do sítio para passar a corrente e o cadeado. Mas, antes disso ficamos brincando no escuro, com apenas um facho de luz da lanterna, e às vezes a luz tênue do poste estava acesa isso nos permitia ver e “caçar vagalumes” para colocá-los em um vidro. 

Ele com quase seus oitenta anos, ficava sentado em um banquinho enrolava lentamente seu cigarro de palha de milho e o fumava ao ar livre, enquanto os netos faziam suas experiências com a luz própria dos vagalumes que conseguíamos colocar no vidro. 

Saudade imensa desta época. São muitas as ausências tanto do Vô Pedro, dos irmãos, assim como dos fantásticos minúsculos e brilhantes vagalumes, que hoje nem sei se ainda voam por aqui. Neste Natal 2021 caminhando pelas ruas de Sorocaba, muito maior e movimenta que a cidade da minha infância, uma coisa chamou a minha atenção. Uma coisa boba tipo deste enfeites de luzes para alegrar o Natal, um arame muito fininho com micro luzinhas para criar e enfeitar o que a nossa criatividade permitir.

Comprei um destes ‘arames’ e ao chegar em casa coloquei dentro de uma garrafa, e ao acendê-la voltei no tempo e me lembrei dos vagalumes de ontem, mesmo não tendo encontrado este arame luminoso com luzes verdes que depois fui procurar. Não pude deixar de pensar que estava reeditando “a lanterna dos pequenos vagalumes de outrora”. Sendo assim recebi um presente de Natal inesperado a lembrança boa de uma infância carregada de emoção, de abraços, colos e muitas aventuras vividas com este avô. 

Com tudo isso sou grata ao Universo pelo presente de hoje e pelas vivências de ontem.

2020 – O ANO DA MARMOTA!

Pois é, quem assistiu o filme “O dia da Marmota” pode dizer que viu este filme novamente, e durante todo este ano. Se ainda não assistiu – assista!!

Vamos lá, o que é necessário lembrar deste filme, que por sinal gostei muito; é o que fiz com todos os meus dias enquanto a Marmota não saia da sua toca? Bem a ideia é que cada um pense nisto, o que você fez neste ano de reclusão?

Além desta pergunta, outra se faz presente também, o que é que cada um de nós fará até que chegue a sua vez para se encontrar com a Marmota. 

Groundhog muzzle looking out of mink

Afinal, cada um com sua idade terá seu lugar na fila, talvez demore mais para uns do que para outros, tipo:- “pegue sua senha e aguarde na fila”, na mesma interminável fila de quantos milhões de brasileiros que estarão nela aguardando a vez.

Fazendo um exame de consciência sobre como vivemos este ano todo em que a Marmota estava sendo elaborada pelos cientistas do mundo todo; para facilitar é que vale parar e a pensar, no que ainda podemos fazer. Pois vem aí a agonizante espera de sabe-se lá quanto tempo amargaremos na fila da ‘salvadora vacina’, que carinhosamente chamo de Marmota.

O que afinal aprendemos ficando dentro de casa – isolados fisicamente, será melhoramos o isolamento afetivo e emocional que permeava o dia a dia de cada qual? Aparentemente muita gente reclamava que a falta de tempo para ficar com os amados era sempre pouco, tempo diminuto para expressar amor. Mas… na pandemia… muitos puderam ficar juntinhos.

Como foi a expressão deste amor todo que estava represado durante os tempos corridos e sem tempo de outrora? Será que fizemos uso desta afetividade? Expressando tudo que estava por dizer pela falta de tempo?

Quantas vezes tentamos fazer de novo a mesma ‘lição como no filme’ até fazer direitinho, aquilo no que não era tão bom ou não sabia mesmo fazer. Ah… de novo…  se você não assistiu é uma boa pedida. Rimos e rimos sobre a mesmice do dia, que se repete dia a dia, mas a lição passada pelo filme é podemos aprender a ser um novo ser quando resolvemos fazer diferente, ser diferente.  

Ou até mesmo fazer a diferença a cada manhã, sendo assim as coisas podem mudar para melhor enquanto aguardamos ansiosos a saída da Marmota da toca, ou enquanto não chega a nossa vez na fila da vacina. 

 À todos meus votos de muita saúde neste Novo Ano que esta iniciando.  

Mamãe e seus 100 anos!

Para e por Lulu Moreira, minha mãe que faria 100  anos este ano, uma mãe do signo de escorpião, professora de desenho, e cheia de criatividade e dons artísticos, logo tínhamos muito em comum. A água sem dúvida foi um dos pontos que mais nos aproximou mesmo nos poucos anos que tivemos juntas, sempre foi a água e tanto fazia se água das piscinas ou a água do mar. Um pouco desta paixão ela passou para mim logo no começo colocou Marina como meu segundo nome.

É para comemorar seus 100 anos que deixei para este ano o lançamento deste primeiro livro  da série VIRA-MUNDOS para dar assim início a um projeto em que trabalho há anos, o de publicar livros infantis ou mesmo infantojuvenil, contando sobre as muitas vidas que existem no mundo das águas e fora delas.

Este, primeiro livro da série Vira-Mundos – Baleias em Abrolhos, é a versão infantil da história que deu início ao Sistema das Essências Vibracionais D’Água uma linha de medicamentos vibracionais que trazem equilíbrio e bem-estar, seja para o físico, mental, emocional ou mesmo
espiritual.

Na certa são tempos difíceis!

Na certa precisamos aprender algo com tudo isso. “Para o mundo que eu quero descer”; esquece já passamos do ponto. Só se pode descer quanto tudo isso acabar.
Na certa precisamos ter algo assimilar depois de tanto isolamento juntos, outros separamos, outros em paz, e muitos envolvidos em pequenas / grandes guerras particulares.
Na certa precisamos entender mais profundamente no que nos metemos momentos antes desta história toda começar. Tão esquecidos do que realmente é importante no dia a dia.
Na certa precisamos rever todas as relações com o todo. Começando por nós mesmos, caso esteja difícil de fazer companhia a si mesmo, talvez seja porque esta faltando mais de você em você mesmo, o que certamente deixa tudo bem pior para encarar o #fiqueemcasa. Afinal, o #fiquecomvocê pode ser devastador.
Na certa precisamos evoluir em alguma coisa ou coisas. Para tal é preciso repensar muito daquilo que somos. O que nem sempre é fácil. É mais ou menos como limpar armários. Se não olhar atentamente para cada peça de roupa e pensar o quanto ela ainda o representa, não poderá tirá-la de lá.
Na certa precisamos filtrar o que escolher daqui para frente do tudo que somos, e isso é terrível; cada escolha vem com um acompanhamento que não se pode dispensar.
 Na certa precisamos usufruir de uma forma diferente a liberdade quando esta “joia estiver novamente disponível”, num futuro breve. Refazer os caminhos tão simples como o poder que nos é garantido pela vida simples, aquele de ir e vir, sem restrições.
Na certa precisamos viver com mais consciência do todo, começando por si mesmo, passando por cada um dos outros que estão próximos, para tal precisamos de reavivar a empatia, a tanto tempo esquecida, quanto mais empatia
usamos, melhores podemos ser.
Na certa precisamos resgatar aqui / agora algumas coisas importantes que com o passar “dos tempos ou das vidas” fomos deixando pelo caminho.
Na certa precisamos repensar quem e o que vamos nos tornar quando sairmos novamente para a convivência diária com o planeta, com o próximo e consigo mesmo. Tempo para pensar estamos todos tendo.
Na certa precisamos acreditar que menos podemos sair deste distanciamento social mais conscientes, e quem sabe até mesmo mais felizes

Os Minotauros estão à solta

Todos nós temos um, acredite, isto é um fato.

Faz parte da vida de todos nós afinal somos humanos então ter um Minotauro “para chamar de meu”, é muito natural, mesmo sendo conhecido como o lado sombra, digamos… a nossa sombra! Com tudo que uma “sombra” pode representar.

Vejamos a sombra esta sempre onde existe luz. Se existir luz certamente existirá a sombra. Ela nos acompanha ou por vezes nos persegue como aquilo que perde o brilho, pode ser ainda aquele ou aquilo que se encontra debaixo de alguma coisa. Guardado no subsolo, nos subterrâneos.

Pelo simples horror que é admitir este ladinho sombrio tão nosso; e como ele faz parte de nós nem sempre conseguimos esconde-lo por mais que se tente a ponta do rabo sempre acaba aparecendo. Manter este bicho no lugar dele, é bem difícil, é preciso ter consciência dele e de sua destreza para aparecer sem estarmos preparados para puxar o freio e mandá-lo de volta para casinha, onde precisa ficar.

Vamos ver o que a Mitologia conta a respeito deste bichão.

Rapidamente explicando a origem…

Minotauro é uma figura mitológica, descrita como:- uma criatura com o corpo de homem e cabeça de boi, que se alimentava apenas de carne humana. Que para manter este desastre longe dos olhos da população, o Rei Minos constrói uma prisão, uma torre com inúmeros corredores para aprisioná-lo para sempre. Além de garantir com a mais absoluta certeza de que quem entrasse por estes labirintos, jamais sairia vivo para contar o viu.

Só que… Chegou a hora de destruir o esconderijo e a torre acaba indo ao chão, tanto Minos como o seu filho Minotauro são destruídos e o labirinto jamais foi reconstruído.

Agora vejamos o nosso Minotauro, o de hoje, o de todo dia. Como é que vive, e sobrevive; bom, o que sabemos é que ele existe que sempre esteve conosco, como a sombra que esta sempre junto, mas nem sempre nos damos conta, e é assim que ele acaba por emergir das sombras e por vezes chega a nos assombrar.

O que sabemos é que ter este lado, este Minotauro, é poder lhe dar “modos” a ele, e com consciência mantê-lo dentro da casinha. É como diz a oração, “orai e vigiai”. Como disse, ele sempre esteve conosco, é aquele ladinho que quer tudo do jeito que nós queremos. Nada ou ninguém pode me contrariar ou me desdizer. Só isso já é o suficiente para que saia e destrua algo ou pior ainda alguém.

Tempos difíceis estes que vivemos, há muitos ‘Minotauros’ fora da casinha, fora toca ou bem longe torre. Todos querendo devorar quem quer que seja. Aquele que passou na frente, o que olhou de forma diferente ou mesmo pensa de outro modo, o bicho sai e impiedosamente quer mais é devorá-lo.

Estamos vivendo um momento propício, se prestarmos atenção veremos vários por aí. Estão sempre irritados e bem agressivos, tipo pavio curto, ríspidos e ficam mal-humorados quando algo é dito fora de seu modo de pensar.

Este texto foi escrito de outra forma há alguns anos atrás, porém o estou reeditando por estar vendo tantos Minotauros à solta por aí, estou alarmada. Estão à solta nas redes sociais soltando fogo pelas ventas, armando encrenca em todos os canais de mídia e vídeo, com “lives” e mais “lives” ofensivas; nos “Twitter” vomitam fel por todos os lados.

Precisamos voltar a “pensar mais” antes de falar e / ou agir. Antes de postar, antes de colocar alguma noticia seja pelo Facebook, Instragram ou mesmo dizer na lata impropérios para uma pessoa que esta com uma ideia diferente.

Desta forma a convivência ficará mais fácil e melhor, afinal um pouco mais de docilidade não fará mal a ninguém entre todos.

Podemos aprender ou reaprender a pensar, mudar o foco, poder olhar para todos os lados antes de declarar guerra a tudo e todos, educando cada um o seu Minotauro, evitando este estado belicoso de ser.

Só tomando consciência da existência de nossa sombra poderemos “educa-la” e assim tornar a vida em família, em comunidade, no trabalho ou mesmo no mundo mais leve.

Nestes dias de isolamento estar com as mesmas pessoas dias e dias a fio é preciso repensar o Minotauro de cada um para que todos possam coabitar. E mesmo quem esta absolutamente só também precisa saber conviver com ele, para que não seja devorado.

Como disse… tempos difíceis estes pelos quais estamos passando, mas como diz uma música linda… Vivendo e Aprender a jogar…

NÓS E A MACARRONADA!

Esta figura me veio à cabeça quando pensei escrever sobre nossos laços de família. Várias são as razões, uma delas é claro que é por macarronada ser uma das possibilidades do cardápio de almoço de domingo na casa dos pais.

A outra que mais chama minha atenção é a forma com que o pegador de macarrão junta os fios do macarrão. Quando fechamos o pegador, sempre vem um monte de fios juntos. Um grande emaranhado se forma. Da travessa até chegar a cada prato, formam aqueles rabichos que torna bem difícil não fazer uma verdadeira ‘mixórdia’ na toalha da mesa.

Tanto que em casa se dizia que toalha de mesa para macarronada só se usa uma única vez, pois com certeza alguém sempre deixa pelo menos um fio de macarrão cair sobre ela.

Quando penso em família e familiares esta imagem sempre me vem à mente. Este aglomerado de gente que a família é e como tem sempre algum rabicho que está meio lá meio cá. Saindo ou entrando dela.

Lógico que formamos ‘em família’ aquele quase que intermináveis almoços de domingo, quando a macarronada é posta à mesa e os grandes debates começam a surgir.

Não importa muito qual o assunto que irá rolar, pois sempre aparece um ‘certo’ detalhe no qual toda uma grande assembleia familiar se forma, e a tarde toda se vai, em inúmeras opiniões e ‘disque-disque’ disse me disse que muito dificilmente se resolverá alguma pequena coisa.

Mas sem todo falatório no almoço de domingo enquanto rola a macarronada isso seria deixar a família de fora de tudo que é assunto de família. E aí que graça tem ter família sem ter estas tardes de domingo e os temas mais eletrizantes da nossa vida discutidos entre uma ‘porpeta’ e outra.

Na adolescência e juventude frequentei inúmeras macarronadas em família nós todos, primos e primas, pais, tias e tios sempre entravamos e grandes confusões como a compra de um carro novo, outra viagem, namorados, casamentos, na verdade eram assuntos diversos, porém sempre davam margem para os longos debates durante a macarronada.

Palpites, histórias antigas, porpetas – almôndegas – e macarronada são elementos que dão um bom molho para as tardes de domingo. Para mim macarronada combina com conversas, risos, gargalhadas, discussões e mesmo as eternas implicâncias entre os adoráveis parentes. Tudo pode acontecer durante um almoço destes

Até mesmo uma piada que vinha escrita no papelzinho para não esquecer, e só por isso já era hilário o suficiente para mais e mais gargalhadas., afinal ler passo a passo uma piada entre uma garfada e outra, não tem como não rir.

Comunicação, é em família que começamos a aprender e a perceber a importância das palavras e como é possível mesmo dentro desta confusão aprender sobre empatia e sentimentos, e o mais importante respeito pelo livre pensar de todos.

“Família é como ‘varíola’, se tem na infância, fica marcado pelo resto da vida.”

         o sei quando J.P. Sartre escreveu ou disse isso. Mas com certeza família é um caso sério há se pensar sempre. Enquanto somos crianças e adolescentes, ainda parece pior este caso, e quase impossível levar adiante, de ultrapassar a fase.
São tantas as raivas de um para o outro, 
e o tempo que se arrasta parecendo não querer andar nem mesmo um pouquinho mais depressa para nos levar direto até as portas da liberdade, ou seja, a porta da rua!
Mas quando alçamos voo afinal, uma das primeiras coisas que providenciamos é formação de nossa própria família. O que se passa conosco, afinal?!

Com o tempo e principalmente com a distância dos ‘horrores daquela época as idéias vão entrando no eixo. E é bom lembrar que não foi para todo mundo que a família representou uma bomba que explodia a toda semana. Mesmo enquanto estavam crescendo nelas.                   

 O que muda é nossa visão de mundo, e a possibilidade de não estar mais submetido àquelas normas “terríveis” de então. Crescemos e ganhamos o mundo. E como recompensa cada qual poderá formar um novo núcleo familiar com outras ou com as próprias regras se for o caso.

 Nada como a maturidade, para clarear um pouco o papel de cada pessoa nas relações. Tornar-se pai ou mãe então…nem se fala!

Finalmente esta troca de papeis pode ajudar a refazer as mazelas criadas pela educação familiar. Estar do outro lado, vivenciando o outro lugar de autoridade e de responsabilidade muda tudo.
            E o melhor é que podemos fazer diferente se quisermos!
Ou simplesmente repetir e fazer
… “Como nossos pais”… Uma música que quando prestamos atenção a ela faz diferença! Para que não sejamos os mesmos e vivamos como nossos pais. Isso mesmo, aqueles que não nos compreendiam e nós não conseguíamos entender nada a respeito deles tão pouco!

Elis Regina cantou muito esta música e eu cantei muito junto com ela, talvez com um medo enorme de crescer e repetir a dose. Não foi o que aconteceu e não é o que vai acontecer com outras pessoas quando adultos, enquanto adolescente o que queremos é contestar as regras, sem muita ideia do que temos em mãos para colocar no lugar.

Assim as marcas que as famílias nos deixam podem ser revistas, entendidas e até amenizadas com a compreensão que adquirimos refletindo sobre os papeis de cada um dentro do circulo familiar.
O que acontece depois é que se compreendermos – não os nossos pais- mas o papel de cada um, inclusive dos filhos, poderemos compreender uma gama ainda maior de confusões e desafetos que o núcleo familiar gera. Sem, contudo dar origem a maiores desavenças e dores que marcam a ferro e fogo a alma dos que vem a seguir.

Uma formulação das Essências D´Água que irá ajudar a trabalhar estes aspectos familiares e papeis sociais, é:- MATURIDADE – só para citar: um de seus componentes auxilia no despertar da compreensão e sabedoria interna, outro se propõe a facilitar a troca de calor entre as pessoas, e ainda há um que favorece o entendimento e a alegria no exercício do papel de ser um educador; entre outras.
Contudo vale lembrar que essências vibracionais, 
não substituem o trabalho. Com certeza lá irá auxiliar a rever estas marcas profundas, e os estragos, e assim, possibilitar viver com as cicatrizes sem tantos prejuízos.

ver a cidade ou será VERACIDADE?

Daqui para frente melhor – REVER A CIDADE – segundo o Mauro Neri.

Se a gente puder ver tanto faz. Tudo que se pode ver na cidade é a própria cidade, que pulsa forte, que fala dela mesma em alto e em bom-tom, em bom som e claro, imagem também.

Conheci Mauro Neri, um simpático artista plástico a quem pedi para me contar sobre sua arte; que muito antes de ter as suas casinhas pintadas de amarelo e marrom em postes e muros, já andava pintando pelos quadros negros das escolas públicas da periferia da grande Sampa. Ensinado para as crianças e adolescentes toda arte para se expressarem através das artes, desenhadas, grafitadas, pintadas ou mesmo rabiscadas nos cadernos. A expressão do sentimento através da arte é o que conta em primeiro plano, me pareceu.

Este professor de fácil comunicação e sorriso largo depois de um tempo levou este mesmo potencial de expressar-se e facilitar aos demais a sua expressão pela arte para as ONG´s que o procuraram para ajudar em suas propostas.

E assim, de lugar em lugar de ajuda em ajuda, de ensinamento a ensinamento, Mauro Neri esta simpatia de professor de artes plásticas foi criando um vasto repertório de grafites e pinturas por toda a parte e podemos ver pela cidade, além de ter despertado tantos outros talentos artísticos por aí.

Foi esta a chamada que desde sempre me falava algo, me chamava a atenção, “Ver a Cidade” ou veracidade, e agora #reveracidade uma proposta que acaba fazendo um ponto de reflexão, para o momento em que se esta, em que se vive e onde nos encontramos, nesta nossa cidade.

Este é Mauro Neri o professor, o artista e o amigo das artes, das cores, por fim o amigo da cidade. Agora ainda mais com as bolsas e mochilas que a mãe de Mauro uma costureira de longa data resolveu desenvolver com o mesmo “logo” que o filho encontrou para ser reconhecido em todos os lugares. A Casinha em Amarelo e Marrom, isso dá para ver na foto que copiei do Instagram  do artista. Tem bolsas e mochilas em todos os tamanhos, mas as cores permanecem as mesmas, pois é parte da marca.

– “Ver a cidade” – Em exposição na Galeria MMarts – na Vila Madalena –

Os bicos e os Adolescentes!

O que parece é que foram feitos um para o outro, sem tirar nem por. Em algum momento da adolescência, todos acabam por acreditar que a vida lhes deve alguma coisa. Que o mundo está devendo algo para eles, ainda mais que estão produzindo “agora” a obra da vida de sua vida, que será de alguma forma um avanço para a humanidade!

Ninguém é capaz de ver isso, e tudo e todos estão numa articulação maquiavélica, formando um grande complô para destruir seu poder criativo e assim como seu futuro é chamuscado; e teria tudo para ser simplesmente brilhante. Contudo, uma vez que todos teimam em puxar seu pequeno tapete, “jamais poderei sair disso”!

A veia dramática, sem dúvida, acompanha o biquinho! Faz parte, talvez… porque muitos deles são gerados por mães que não perdem por nada deste mundo um capitulo sequer das novelas de Janete Clair ou Glória Perez e seus verdadeiros dramalhões, nos quais choravam e emocionavam muito com uma das namoradinhas do Brasil, que interpretam estes dramas.

Então é assim, para o adolescente, nada foi tão importante assim na vida; mas agora que está sentindo certa inspiração, certa luz que até parece ser “divina”, vem alguém e poda, corta! Justo neste momento que até aquela velha inibição que impedia de existir tão livremente com suas artes, sumiu! “Agora que sinto ser capaz de expressá-las, e viver com intensidade dentro das minhas artes como realmente merecem, quando fluem, acabo boicotada”!

Em todo caso, não importa muito qual o caso, tudo se torna um caso para o adolescente que resolve se revoltar e ficar de biquinho! E só ficar repetindo, que o mundo não é justo e a vida é má! E que não se pode confiar em nada e em ninguém!

Como falta vivência e por vezes é falta de literatura para a grande maioria destes jovenzinhos, não se tem muito como argumentar com eles, o melhor e sair da frente para não tropeçarmos no bico e tocarmos a nossa vida. Afinal quando resolvem que devem continuar sendo mimados por todos mesmo que não sejam os seus “papais e mamães”, melhor deixar para lá.

Enfim cada qual tem sua própria época para amadurecer, as vezes irão “passar a vida querendo mimos” e isto sem dúvida lhes custará caro, afinal cada vez que o “mundo lhes disser um Não” – agirão como bebes chorões e bicudos, olhando sempre para o que os outros não lhes dão, e não para o que precisam e já podem fazer por si mesmos!

Com toda pompa e glória dos 20 e poucos anos, são … ou pensam que são os donos do mundo e da verdade, até que não possam fazer algo… então o mundo cai… e claro a culpa é do outro.

Crescer é bom, mas dá trabalho, leva tempo! É um trabalho artesanal, é aí que aprendemos a pensar e a sentir com “realidade” as coisas, todas as coisas. A entender que o mundo não está aí só para nos servir; que a vida é uma estrada de mão dupla. Sempre teremos arcar com o Ônus para chegarmos ao Bônus!

Infelizmente nesta relação não existe lugar para bicos… é aqui que crescer se torna imprescindível…

No sistema das ESSÊNCIAS D’ÁGUA existem algumas formulações que podem ajudar a passar por esta fase de forma mais calma e facilmente.

SERENIDADE e MATURIDADE são duas delas. A primeiras dissipa e toxidade das tristezas do adolescentes e MATURIDADE trará equilíbrio para enfrentar os problemas desta fase tão conturbada. Para saber mais veja aqui mesmo no site em em –  FORMULAÇÕES –

Para adquirir click em www.loja-essenciasdagua.com

Iguanas Marinhos

Para ampliar a imagem, click!

Dados geográficos

ARQUIPÉLAGO DE GALÁPAGOS

A essência

Esta essência d’água trabalhará de perto o medo de ameaças, de perder a pose e a posição social, de deixar de ser o dono, chefe, líder, medo que vem gerando stress e embates intelectuais, nas disputadas competições curriculares e pessoais.

Uma essência para quebrar o estado de prontidão na defesa do nosso pequeno território, temendo sempre perder o cargo ou posição. Embora o homem trabalhe e viva em grupo, em grandes aglomerações urbanas, rodeado de pessoas ou com amigos por perto, está sob o terror de que o outro tome o que é seu, mantendo-se em estado de alerta constante.

Esta é a essência vibracional que acalmará os ânimos e os medos de perder a individualidade em meio à multidão. Poderemos ficar mais próximos, estabelecendo relações mais calorosas, sem apreensão.